EDITORIAL: O PODER NAS MÃOS DOS MAUS

             Por:Bernardo Silva

Ao longo de toda esta campanha eleitoral, onde 5 candidatos disputam a prefeitura de Parnaíba, todos têm se respeitado mutuamente, menos os apoiadores de um certo (?) candidato. Imaginem quem?

Inúmeras vezes os integrantes da Coligação “A mudança que o povo quer” reclamaram de que nas caminhadas do candidato Joãozinho Unimagem e de seu vice, Fernando Gomes, não foram poucas as vezes que os carros de som do tal candidato, que não é santo coisa nenhuma, tentaram “melar” a atividade, infiltrando-se por entre os carros da Coligação de Joãozinho, tocando músicas do outro candidato, com o fim único de atrapalharem.
Ontem mais uma vez a malandragem aconteceu. Foi no início do II Passeio Moto-Ciclístico, atividade devidamente registrada na Justiça Eleitoral, como a lei requer, razão pela qual não haveria como a atividade do outro candidato acontecer no mesmo percurso. E eles, os “santos”, lá estavam. Devem ter imaginado o sucesso e aceitação que o evento do candidato Joãozinho teria e para lá mandaram ônibus com militantes do “outro”candidato, nada santo, na tentativa de botarem catinga na atividade do adversário.
Louve-se a ação da Polícia Militar que prontamente atendeu ao chamado dos candidatos Joãozinho Unimagem e Fernando Gomes, que a ela apelaram a fim de interferir e evitar incidentes.
TEMA PARA REFLEXÃO
Evidente que tal comportamento revela desespero de quem usa a política como profississão e quando busca o poder utiliza de  todos os meios para conseguí-lo. Apelam pra tudo, por serem adeptos da política de que “os fins jiustificam os meios”. O Poder a qualquer custo? Com que intenção?
Ora, quantas vidas foram ceifadas para que conquistássemos o nível de democracia que hoje desfrutamos? E por que não vivê-la  e aproveitar dos seus benefícios na sua plenitude? Só os toscos, os obtusos, tentam se opor a esta conquista.
Que preparo tem uma pessoa que se propõe gerir os destinos de uma população mas não respeita o direito dos outros?
Que equilíbrio tem uma pessoa que se propõe administrar a coisa pública mas não tem autoridade sobre seus comandados?!
Respeito! É isso que o parnaibano exige. Respeito. Quem não respeita os outros é porque não respeita a sí próprio.

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