Merece elogios posicionamento do deputado Fábio Novo contra “armações” de Wellington Dias

                                    Deputado Fábio Novo
Pilatos
Todo ano, na Semana Santa, Fábio Novo lava as mãos na encenação dos episódios da crucificação de Jesus Cristo.
Mas, este ano, ele dá uma de Pilatos bem mais cedo: lavou as mãos em relação aos interesses do governo na Assembleia Legislativa. 
Sofrência
Fábio Novo não disse uma palavra sobre o encontro de Wellington Dias com Robert Rios, que começou a noite de sexta-feira e foi até as cinco da manhã de sábado.
Mas ainda no sábado ele anunciava pelo Facebook a renúncia à liderança do governo na Assembleia Legislativa.
Somente ontem, se soube que ele teria arranjado argumentos para dizer que não tem condições de enfrentar um oposicionista que se banqueteia com o chefe do governo.
Jantar
Mas o buraco é mais embaixo, segundo a modinha popular.
A renúncia à liderança do governo na Assembleia Legislativa seria resultante do somatório de vários fatos produzidos nos últimos dias por Wellington Dias.
Fábio não gostou também, do jantar que Themistocles Filho ofereceu a Wellington na semana passada. Menos pelo jantar e mais pela presença de Cícero Magalhães que, a seu ver, é quem deve ser o líder de fato no legislativo.
O pastor
Outro episódio que arrepiou o deputado de Bom de Bom Jesus foi a posse na secretaria do Trabalho do pastor Gessivaldo Isaias que, nas suas contas, seria um dos cinco traidores na eleição para presidente do legislativo.
Teria pesado aí a força da primeira dama e deputada Rejane Dias.(Portalaz)

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