O silêncio de ouro

Não, não bastou aquele discurso inacreditável do homo sapiens e da mulher sapiens (que, aliás, a presidenta poderia chamar de “homa sapiens”). Agora, em entrevista ao Washington Post, que busca apresentá-la ao público americano antes de sua próxima visita aos Estados Unidos, Dilma voltou a falar. Queixou-se de “preconceito sexual”, quando lhe perguntaram se era uma chefe centralizadora: “Alguma vez você já ouviu alguém dizer que um presidente do sexo masculino coloca o dedo em tudo?” E: “Sou descrita como uma mulher dura e forte que coloca o nariz em tudo, e eu estou [me dizem] cercada por homens muito bonitos”. Como, talvez, os ministros Édison Lobão, Manuel Dias e Garibaldi Alves, o assessor Marco Aurélio Garcia, o advogado-geral Luís Adams e, claro, o presidente nacional de seu partido, Rui Falcão. Dilma trabalhou ainda com Cerveró.
Claro, ela esquece que Bill Clinton é homem. E já disseram tudo dele.
Não há ninguém que a convença a suspender suas falas de improviso?

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