Para os políticos “carro pipa” é um grande negócio

Carros pipas
Na campanha de 2002, o então candidato Wellington Dias chegou a prometer o fim do carro pipa e a lata dágua na cabeça nos municípios do sertão piauiense. 
Passaram-se os oito anos do petista, os cinco de Wilson Martins e Zé Filho e, já no primeiro ano do terceiro mandato de Wellington, o uso de carro pipa virou uma grande negociata.
Sangria
Só na Secretaria de Defesa Civil estão cadastrados 200 carros pipa, ao preço de R$ 8 mil, cada, por mês. No Exército são 700 carros pipas. 
Isso representa uma sangria de R$ 7 milhões e 200 mil todo mês, sem que haja solução para um problema tão sério.
Aproveitadores
O Ministério Público precisa investigar o uso do dinheiro público nesse negócio, porque há fundadas suspeitas de que políticos tiram proveito tanto eleitoral como financeiramente disso. 
É comum no interior o sujeito ser chamado de empresário porque possui um, dois carros pipa. (Portalaz)

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