NÃO É HORA DE CHAMAR CONCURSADOS E NEM DE AUMENTO DE SALÁRIOS. ALTO LÁ!!

  • Por: Tomaz Teixeira
  • Sim, o momento exige dos que administram o estado e os municípios, o mínimo de coerência com o momento de escassez de recursos ora vivido em nosso país, por força da crise econômica que atravessamos. Até o STF da maioria liderada pela Presidente Carmem Lúcia, abdicou de reajustes salariais, até que a economia do país volte a se estabilizar. Não adianta reajuste salarial, se não tem fundos para pagar. O momento é de prudência, especialmente de servidores e sindicatos, pois, é melhor receber em dia e depois se negociar reajuste salarial, compensando o atrasado não atualizado, de que, se viver o desespero de atraso de salário. Cabe ao governador e sua equipe, botar as cartas na mesa e, diante dos representantes de sindicatos, firmar um compromisso decente de que os reajustes serão recompensados no futuro, tão logo se recupere as finanças públicas. Se cederem às pressões, vão atrasar salários e a desgraça invadirá cada lar de servidores públicos, como vem acontecendo no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Prudência gente! Prudência!!
  • OPOSIÇÃO BURRA SE DIVIDE NA GANÂNCIA PELO Imagem relacionadaPODER, ora, se unidos dificilmente vencerão quem já ganhou três eleições no primeiro turno, imaginem divididos. Essa opinião é lógica, cartesiana, pois, para enfrentar o poder no Piauí, a oposição não tem um nome forte, capaz de mudar o quadro atual, quando o bom senso recomenda, que se unam para tentar levar a eleição para o segundo turno. Minoria que divide forças, não forma o núcleo de que precisa, para triunfar na primeira batalha, denominada de primeiro turno. Falta à oposição do PI, um nome que inspire confiança no povo, como acontecia com Alberto Silva, que era símbolo de esperança de governar para repetir o feito de seu primeiro governo. Ele era a chama, mas, precisou de três eleições majoritárias para chegar de novo ao poder: senador em 1978, governador, perdendo para Hugo Napoleão em 1982 e governador de novo, em 1986, quando somando toda oposição, gregos e troianos, conseguiu derrubar a quase invencível oligarquia da época, hoje simbolizada no estado pela força do governador Wellington Dias e seus pequenos partidos seguidores. Se não somarem, e continuarem divididos, o índio pode vencer e de novo no primeiro turno. Cabeça gente! Cabeça, pensando com inteligência, ou afundarão no primeiro turno.

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