Opinião:”Lula, o incorrigível”

Por:José Olímpio

Criticando a presença de oficiais das Forças Armadas no staff do presidente Jair Bolsonaro, Lula disse no seu Twitter que não é militarizando o governo que se vai melhorar o Brasil. O ex-presidente está precisando de um chazinho de semancol, afinal que autoridade moral tem um sujeito condenado e preso por corrupção para dar lições de como se governar bem?!

Nos governos petistas, sem a presença de militares, mas cheios de ladrões, o dinheiro público foi utilizado para o enriquecimento ilícito de gestores, políticos e empresários e para bancar obras de custos vultosos em países controlados por ditadores, enquanto o Brasil, necessitando de obras de infraestrutura e investimentos na área social, era esquecido.

A mais notável obra social do governo Lula, o Bolsa Família, não foi criação dele, mas de Dona Rute Cardoso, mulher de FHC. O petista apenas unificou os programas sociais do governo anterior e rebatizou, transformando-os numa imensa rede de compra de votos.

No início do atual governo, auditorias feitas por órgãos de controle, constataram fraudes milionárias no programa durante a gestão Dilma Rousseff, através do pagamento irregular do benefício a milhares de pessoas com emprego regular e renda alta, entre os quais funcionários públicos, políticos e até empresários.

Fez-se uma publicidade intensa em torno do “novo programa” que, a cada eleição, era utilizado para fazer chantagem dizendo que se o PT perdesse o Bolsa Família ia acabar. Foi assim que o partido de Lula manteve-se por 13 anos no poder, até que Dilma Rousseff fosse impedida, após as famosas pedaladas.

Outra obra questionável dos governos petistas foi a expansão do ensino superior sem a necessária qualidade e as polêmicas cotas. De um modo geral, a política educacional foi um fracasso que pode ser medido pelo péssimo desempenho do Brasil no Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (PISA).

Afora o Bolsa Família, a região Nordeste, à exceção dos estados de Pernambuco, Ceará e Bahia, pouco receberam dos governos petistas. No semiárido nordestino, onde o povo padece de fome e sede, os governos petistas se limitaram a dar prosseguimento à vergonhosa e antiga política do carro-pipa. Apenas 10% das verbas assistenciais chegavam aos destinatários, conforme denúncias da Cáritas do Brasil.

No Piauí, onde foi implantado o piloto do programa Fome Zero, no paupérrimo município de Guaribas, no Sul do Estado, fez-se uma gigantesca propaganda da ação do Governo Federal na região. Lula e Wellington Dias, com um séquito de puxa-sacos, estiveram lá festejando o grande programa. Uma grande farsa. Nada foi feito. Guaribas continua pobre e abandonado, sem a mínima infraestrutura, com o povo enfrentando toda sorte de dificuldades para sobreviver.

Poucos investimentos foram feitos na recuperação da malha rodoviária. As estradas mais importantes para o escoamento da produção de grãos na região dos cerrados estão sendo feitas agora no Governo Bolsonaro, algumas com a participação do Exército.

Em todas as obras dos governos petistas, em especial àquelas relacionadas à Copa do Mundo, o superfaturamento e os desvios de recursos foram a tônica. Muitos figurões do governo foram presos e outros continuam sendo investigados.

As estatais brasileiras, vítimas da rapinagem de recursos públicos nas malfadadas gestões Lula e Dilma, davam prejuízos anuais de quase quarenta bilhões. No primeiro ano da gestão Bolsonaro passaram a dar lucro de mais de 130 bilhões.

Em razão do exposto, não padece dúvidas de que o Brasil melhorou 100% no governo Bolsonaro, que completou um ano e meio sem denúncias de corrupção e que, mesmo em meio a pandemia, mantém as expectativas favoráveis no campo econômico. Ou seja, melhor com os militares que com ladrões.

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