Opinião:”Espíritos atormentados”

Por que torço para que Bolsonaro morra”. Basta o título, não é necessário nem ler o inteiro teor do que escreveu o jornalista Hélio Schwartsman, da Folha de São Paulo, para saber que se trata de um caso clássico de paixão política doentia, que faz o sujeito perder o senso e a sua humanidade, revelando-se um psicopata perigoso.

Ou alguém em sã consciência acha normal que um indivíduo, por não ter afinidade política com outro, torça pela sua morte? Só um desequilibrado mental é capaz de manifestar tanto ódio pelo semelhante como fez o jornalista da Folha de São Paulo.

O texto que ele produziu desejando a morte de Jair Bolsonaro o iguala ao psicopata que atentou contra a vida do presidente. Os dois são espíritos atormentados, infelizes, influenciados pela política do ódio (lembra da campanha do “nós contra eles”) que a esquerda e os petistas pregam há tempos no Brasil.

Defenestrados do poder depois do bacanal em que transformaram a gestão da coisa pública, institucionalizando a corrupção e tentando impor aos brasileiros o mesmo destino dos povos venezuelano e cubano, petistas e comunistas até hoje não assimilaram a derrota.

Graças a Deus e ao povo brasileiro, fracassaram no seu desiderato diabólico de transformar o nosso país em uma republiqueta bolivariana controlada pela esquerda patrimonialista e corrupta. A partir de então adotaram a estratégia criminosa de dividir a Nação, incitando a anarquia, a violência e o desrespeito à figura do presidente da República.

Figuras como Hélio Schwartsman e Adélio Bispo são frutos e instrumentos da nojenta e odienta política do “nós contra eles”, desencadeada por essa corja de corruptos que utilizam todos os meios, lícitos e ilícitos, na vã tentativa de restabelecer no Brasil o domínio da cleptocracia.

Quando cometeram a violência de prender um jornalista que criticou o STF, não se ouviu uma palavra dos dirigentes da Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ) ou da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) em defesa do livre exercício da profissão e da liberdade de expressão, mas aguardem que agora as duas entidades, dominadas por pelegos, certamente vão defender o jornalista da Folha, que corre o risco de ser enquadrado na Lei de Segurança Nacional.

A Folha de São Paulo, por sua vez, não vai punir o seu jornalista pelo absurdo que escreveu e nem poderia, afinal ela e toda a grande imprensa nutrem o ódio contra o presidente, estimulam esse tipo de comportamento, que fere a ética profissional e revela o lado sombrio de jornalistas que trocam o código de ética da profissão pela cartilha política do PT e da esquerda. (Fonte:Diário do Piauí)

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