Opinião:”Compra de voto se revela nos bastidores eletivos”

Por Edilson Nascimento

Mesmo proibida legalmente a prática da compra de voto acontece como um segredo que se revela de várias formas no seio social em época de eleição, algo que os praticantes negam fielmente. Porém, de outro modo, não podemos parar de pensar na realidade.

Observando em particular esse pleito eleitoral, que irá escolher os prefeitos e os vereadores dos municípios brasileiros, muito se observa nos discursos partidários, promessas, compromissos e empenho, alguns afirmam que irão transformar e/ou mudar tudo.

Entretanto, nos bastidores das campanhas ainda rola os planos arquitetados para a compra de votos dos eleitores que se deixam vender. Trata-se de uma prática altamente sigilosa, levando risco as vidas daqueles que se atrevem a delatar os infratores.

Contudo, em época de Pandemia, na qual os valores entre a vida e a morte se estreitaram bastante, vamos levantar esse assunto.

Mesmo à distância, apenas nas observações, é possível perceber nas evidências, que nos bastidores das siglas partidárias e dos nomes dos candidatos, pulsa o poder econômico de grandes empresas que buscam melhores espaços de negócios nas cidades e territórios, e, que seriam os proprietários desses empreendimentos os reais financiadores das campanhas eleitorais.

Enfim, um esquema que se fecha aos olhos do grande público porque é proibido, de outro modo, por sua vez, aquelas organizações que conseguem se livrar das fiscalizações, bem como das imposições jurídicas, sempre saem na frente. E, dessa forma, o poder se perpetua através dos cargos eletivos e das possibilidades de ganhos empresariais nas cidades, territórios e na nação como um todo.

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