“Até logo”, amigo Belém!

Soube quase que simultaneamente, na manhã desta triste quarta-feira(17), do falecimento de dois amigos de há tempos: Jorge (Carvalho) Cabecinha e Belém de Penalva, como o nominava o poeta Vicente Potência. Foi um choque, sem dúvida, mesmo sabendo que Belém estava com Covid-19, com o estado de saúde inspirando cuidados. Quanto ao Jorge, de quem fui vizinho, quando ele pegava meus filhos no colo …muito triste! (Há um post sobre o falecimento dele em outro local deste blog).

Belém conheci quando eu era bem jovem, anos 70/80, ano auge do jornal Inovação, do qual eu fazia parte e ele era um dos admiradores e amigos dos amigos como Canindé Correia, que já faleceu,; Vicente Potência, Alcenor Candeira, Marcondes do Ministério do Trabalho e tantos outros, mais velhos que eu e que eu gostava de ouvir, por serem experientes, terem muita prosa pra contar. Belém era um jovem. Sempre jovem de uma inteligência plural.

A última vez que com ele estive foi nas “Tabocas”, bar do seu Aloísio. Ali uma turma de amigos seletos se reúne para trocar experiências, rir bastante e tomar “umas”. É esta a lembrança que vai ficar, Belém: de um sujeito BON-VIVANT,  amigo de todos, amante da vida… perdemos mais um amigo. Perdemos a presença física. Mas a sua lembrança, amigo, vai para a galeria dos grande e imortais amigos.

Belém (com Ricardo Leão), sempre jovem, amigo simples, sincero e cheio de vida

A crônica abaixo foi publicada hj no grupo de Whatsapp dos Taboqueiros (frequentadores das Tabocas), pelo amigo Ricardo Leão, como forma de homenagem ao Belém.

POR: BERNARDO SILVA

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