Bancada do atraso ameaça sustento obtido por motoristas de aplicativos

Motoristas de aplicativos podem se cadastrar como microempreendedoresProjeto quer “garantir direitos trabalhistas”, mesmo que isso custe o fim da atividade econômica

A bancada do atraso, no Congresso, volta à carga desta vez com um projeto que, aprovado, inviabilizaria no Brasil o serviço de aplicativos de transporte do tipo 99Táxi, Uber ou Cabify.

O projeto quer “garantir direitos trabalhistas” a motoristas de aplicativo, mesmo que isso custe o fim dessa atividade econômica.

Aplicativos apenas ligam pessoas que precisam do transporte a motoristas dispostos a oferecê-lo, assegurando ao cliente a avaliação e controle de qualidade do serviço prestado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A tentativa do “vínculo empregatício” é velha pretensão de motoristas que, muito mal avaliados pelos clientes, foram excluídos dos aplicativos.

Quase 700 mil brasileiros saíram do desemprego ou ampliaram a renda, de 2012 a 2019, virando empreendedores como motoristas de aplicativo.

Randolfe Rodrigues (Rede-AP) justifica seu projeto citando casos de alguns países que ameaçam ou estabeleceram idêntico retrocesso.

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