Infectologista Renata Beltrão destaca importância da vacinação contra Covid

A médica infectologista Renata Beltrão, em vídeo divulgado hoje (3) em sua rede social (Instagram), chama a atenção das pessoas para a importância da vacinação contra Covid-19. Ela lembra que “Parnaíba enfrenta uma semana epidemiológica, que não é uma semana fácil, mas com dados melhores  do que há 15 dias atrás, ou seja, nós mantemos internação, mantemos óbitos, durante o decorrer da semana, mas numa quantidade inferior  à anterior. Tentamos continuar com os cuidados, dentre eles a vacina.  Não tenha medo de vacinar , porque é uma forma de evitar a propagação da doença. Existem outras formas? Sim. Com tanta eficácia? Não”- diz a médica.

Drª Renata Beltrão

 Ela esclarece ainda que as pessoas que já tomaram a primeira dose e vão tomar a segunda, “não significa que você vai ter os mesmos tipos de efeitos colaterais, ou seja, se não teve nada na primeira dose não quer dizer que não vai ter nada na segunda. E quem já está marcado para a primeira dose ou a segunda e desenvolver a doença,  é preciso ter uma contagem de 28 dias, a partir dos primeiros sintomas, no mínimo, para poder executar a vacinação, que é a primeira ou segunda dose, isso se o paciente estiver saudável depois do 28º dia”.

Mesmo vacinados os cuidados continuam

Com relação aos resultados da vacinação, o diretor clínico do Hospital Dirceu Arcoverde, médico Carlos Teixeira, afirma que é possível registrar que, nas pessoas que trabalham na linha de frente da doença, naquele hospital, diminuíram bastante os casos de Covid, por causa das vacinas.  “Nós observamos isso não só no número de profissionais infectados, mas na população em geral. Atualmente  a maioria dos pacientes que vão a óbitos, são pacientes jovens e de até 65 anos, que ainda receberam a dose da vacina. Os já vacinados e os profissionais também,  quando contraem  a doença é de uma forma mais leve. E nos da linha de frente houve uma diminuição de casos importante.

O médico faz um alerta aos que já se vacinaram e relaxam com relação às medidas preventivas do uso da máscara, lavagem das mãos e isolamento social. “Infelizmente a maioria dos vacinados relaxa,  pensando que não vai mais pegar a doença. Mas o ponto crucial é que você pode não pegar a doença, mas pode transmitir. Então, o importante é continuar com as medidas”, pontua Carlos Teixeira.

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