Deixaram a vida pública mas continuam “mamando”: O povo paga

E ASSIM O CONTRIBUINTE PIAUIENSE SEGUE SUSTENTANDO VELHAS E CAQUÉTICAS LIDERANÇAS POLÍTICAS QUE HÁ MUITO TEMPO NÃO CONQUISTAM UM MANDATO POLÍTICO, CONFORME MATÉRIA ABAIXO, DO “O PIAUIENSE”:

“A farra das pensões demonstra que não é apenas a ILEGALIDADE da folha da pagamento que é preocupante – há casos totalmente LEGAIS e que são completamente IMORAIS. Devemos lembrar que as leis são criadas por eles mesmos e é um absurdo que a sociedade piauiense continue sustentando ex-deputados.

Freitas Neto teve seu último mandato como deputado estadual nos anos 80, mesmo assim continua recebendo R$ 10.128,65 todos os meses. Marcelo Castro é senador e teve seu último mandato em 1995, mas recebe R$ 15.192,97. Warton Santos não é deputado desde 2015, mas recebe uma pensão de R$ 10.128,65. Adolfo Nunes, cuja família quase toda é sustentada com cargos comissionados, tem uma pensão de R$ 10.128,65.

Para esses políticos, basta conseguir um único mandato para terem toda a vida patrocinada com dinheiro da sociedade, mesmo que o retorno social que dão seja nulo.

Com exceção de Marcelo Castro, nenhum deles tem um mandato eletivo – ainda assim, mantém suas influências políticas e cargos para familiares. O peso de sustentar tanta gente é insuportável. (Fonte: O Piauiense)

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