Opinião: “Ciro evita chamar Bolsonaro de “genocida” e prefere classificá-lo como “traidor””

Ciro lança vídeos curtos para pavimentar sua campanha

Sofia Aguiar
Portal Terra

Contrariando a onda de políticos que passaram a chamar o presidente Jair Bolsonaro de “genocida”, o pedetista Ciro Gomes afirma que há só uma palavra para definí-lo, defendendo o uso da expressão “traidor” para definir o chefe do governo.

Segundo o ex-ministro, pré-candidato à Presidência pelo PDT, “é tão vital denunciar Bolsonaro que as pessoas gastam, às vezes, um montão de palavras feias para defini-lo. Mas basta só uma: traidor”.

CITANDO AS TRAIÇÕES – Em vídeo publicado nas redes sociais nesta segunda-feira, 07, Ciro cita as “traições”, que a seu ver foram cometidas pelo presidente e que estariam ligadas ao prometido na campanha eleitoral de 2018.

“Traiu a religião, porque defende a morte no lugar da vida, e prega o ódio, no lugar do amor e da superação. Traiu as Forças Armadas, traiu a democracia, traiu nosso País”, declarou. Durante a narração de Ciro no vídeo, a palavra “traidor” aparece estampada em prédios.

Na avaliação do ex-ministro e pré-candidato a presidente em 2022, Bolsonaro só não traiu sua família e a si próprio “porque ele é a própria traição escancarada, a traição em pessoa”, finaliza o vídeo.

MARQUETEIRO – Desde 22 de abril, a comunicação do PDT tem sido comandada pelo publicitário João Santana, ex-marqueteiro do PT, contratado pelo presidente do partido, Carlos Lupi.

Nas últimas semanas, Ciro começou a publicar vídeos em tom de campanha eleitoral para 2022, já como trabalhos iniciais do marqueteiro que trabalhou para Lula e Dilma Rousseff.

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