Petrobras acha pouco e ameaça novos aumentos

 Petrobras diz que sua política de preços alinhados ao mercado internacional permite competir de maneira mais eficiente e flexível. Foto: Fernando Frazão/ ABr

Com auxiliares que tem, o governo de Jair Bolsonaro não precisa de inimigos. Após a Petrobras decretar o 8º aumento semanal consecutivo, com explicações vagas sobre “volatilidade de preços” e outras crendices, um diretor da Petrobras afirmou em coletiva nesta segunda (27), com a insensibilidade característica do tecnocrata, que o preço dos combustíveis estaria “defasado” e que a empresa avalia mais aumentos.

Fogueira da convulsão

A declaração chega a ser irresponsável porque põe gasolina na fogueira que se forma de uma convulsão social dada como certa.

Pedala, Bolsonaro

Chegou ao ponto em que ou o Brasil acaba com o monopólio e privatiza a Petrobras ou a Petrobras acaba com o que resta de paz social no País.

Altas desnecessárias

O lucro pornográfico de R$42,8 bilhões, no segundo trimestre deste ano, mostrou que os aumentos da Petrobras estão muito além do necessário.

Hay que endurecerse

O diretor arrogante disse olhar aumentos “com carinho”, parafraseando Chega Guevara: “hay que endurecerse pero sin perder la ternura.”(Cláudio Humberto)

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