Após 2 anos sem aulas no DF, pelegos inventam ‘greve cara de pau’ no dia do retorno

No DF, as salas de aulas estão vazias há dois anos, e os sindicalistas querem esticar a folga ainda mais – Foto: Agência Brasil.

Pelegos sindicalistas do Distrito Federal estão tentando emplacar uma greve, que os próprios professores apelidaram de “cara de pau”, para a quarta-feira (3), o dia marcado para o retorno às aulas presenciais nas escolas públicas do Distrito Federal. Só para lembrar que são capazes de promover coisas assim, indefensáves.

Conhecidos pela aversão ao trabalho, os pelegos estão “convocando” os professores à paralisação de atividades que na verdade estão há muito tempo suspensas.

Mais de meio milhão de alunos pobres estão sem aulas há cerca de dois anos, com graves prejuízos ao processo de aprendizado, enquanto alunos das escolas particulares já retomaram as aulas presenciais há um ano atrás. Com a greve, os pelegos, que se dizem “progressistas”, querem aprofundar ainda mais o fosso existente entre alunos pobre e alunos cujas famílias podem pagar escola particular.

A estratégia dos pelegos, que fazem do Brasil o país de sindicalismo mais atrasado do mundo, é construir na sequência uma greve prolongada, com o objetivo “esticar a folga” até fevereiro do ano que vem.

O governador Ibaneis Rocha (MDB), determinou em julho deste ano a aplicação nos profissionais de Educação de todas as vacinas Janssen, de dose única, que o Ministério da Saúde enviou ao governo do DF.

Apesar disso, a pelegada sindicalista, pouco habituada ao batente, vem criando dificuldades para o retorno às aulas presenciais, muito embora quase 70% dos adolescentes de 12 aos 17 anos já estejam vacinados no Distrito Federal.

Curiosamente, os pelegos do movimento sindical que inventaram a “greve cara de pau”, além da aversão ao trabalho, escondem dados sobre milhares de profissionais de educação no DF que, antes da vacinação, contraíram o Covid-19 exatamente no período em que estavam em casa.

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