Bolsonaro está deprimido, só dorme à base de remédios e pensa em desistir

Bolsonaro

DCM – Bolsonaro não está aguentando a pressão e pensa em desistir de tudo. Um interlocutor do Planalto revela que o presidente está sentindo a pressão dos últimos dias e está deprimido. Além disso, ele tem enfrentado há alguns meses uma forte insônia e só dorme à base de remédios. Inclusive, nos corredores da Alvorada, ele é chamado de Fantasma.

O apelido se deu porque, por mais de uma vez, funcionários da presidência levaram sustos com o presidente. “Durante a madrugada, alguém está trabalhando e, de repente, dá de cara com ele em algum lugar improvável”, comenta uma fonte que trabalha para a Alvorada. Segundo essa fonte, nos últimos meses o presidente foi visto com o celular andando pelos corredores.

A mesma fonte garantiu ao DCM que houve uma ocasião em que Bolsonaro chegou a dormir no chão. “Ele estava dormindo num canto e todo mundo levou um susto”, comentou sem dizer quando teria ocorrido o episódio. Diante disso, os funcionários da presidência passaram a chamar o chefe de Fantasma.

Bolsonaro teria se consultado com um médico de forma discretas por conta disso. Ele teria sido diagnosticado com um leve quadro depressivo e estaria à base de medicamentos. O interlocutor do Planalto garantiu que a presidência tentou a todo custo impedir que a informação vazasse. A conclusão é de que a doença poderia mostrar fragilidade num momento delicado pensando em reeleição.

Mas para funcionários não faz sentido esconder porque é visível como o comportamento do presidente mudou. “Ele não faz mais piadas, quase não ri e está sempre tenso”, disse outro. O sono, no entanto, teria melhorado nos últimos dias, por causa da medicação.

Bolsonaro quer desistir

Um político que atua diretamente no Planalto comentou que Bolsonaro chegou a desabafar sobre as dificuldades. “Ele disse que não aguenta mais, que está no limite, mas acho que foi só num momento difícil”, comentou. No círculo íntimo dele ninguém cogita uma possível desistência para a reeleição.

Mesmo assim, aliados estão observando a mudança de comportamento e entendem que o cansaço físico e mental pode custar caro. Muitos apostam que Bolsonaro não tem força para aguentar uma campanha dura em 2022.(pensarpiaui)

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