Um debate morno e entediante, que ajudou os espectadores a caírem no sono

Expectativa foi frustrada no debate de oito candidatos

Marco Grillo, Fernanda Krakovics e Miguel Caballero 
O Globo

No primeiro debate entre os presidenciáveis nesta campanha eleitoral, nesta quinta-feira, na TV Bandeirantes, que levou oito candidatos ao embate, a discussão sobre alianças e economia teve mais destaque. O encontro ficou marcado pelos ataques mútuos e pela apresentação de propostas pouco aprofundadas. Como estratégia eleitoral, os adversários optaram pela busca de fragilidades, em vez de detalhar as ações. Supostos desvios éticos foram apontados, assim como alianças partidárias e as relações com o governo Temer.

O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, quarto colocado nas pesquisas, que tem o maior leque de alianças, foi o mais questionado, até a conclusão desta edição. Foi confrontado a respeito da coligação com o centrão, sobre medidas econômicas do atual governo (de quem o PSDB foi aliado) e sobre o Bolsa Família. O candidato do MDB, Henrique Meirelles, lembrou que os tucanos já chamaram o programa de Bolsa Esmola. Cabo Daciolo (Patriota) e Jair Bolsonaro (PSL), em uma dobradinha clara, também fizeram críticas duras ao tucano. Já Ciro Gomes (PDT), em terceiro lugar nas pesquisas, quase não foi alvo de perguntas.

CIRO E ALCKMIN – Quando participou dos embates, Ciro tentou ligar o presidenciável tucano, Geraldo Alckmin, ao governo de Michel Temer. O pedetista lembrou que o PSDB apoiou a reforma trabalhista, que, segundo ele, teria agravado “terrivelmente” a situação do povo brasileiro e também perguntou se o tucano pretende mantê-la. Alckmin respondeu ser a favor da reforma. Ressalvou que a permissão para que mulheres grávidas trabalhem em locais insalubres precisa ser revista.

— A reforma trabalhista foi um avanço. Tínhamos era um grande cartório, com 17 mil sindicatos no Brasil, mantidos com imposto sindical. A maioria não fez nem convenção coletiva — disse o candidato do PSDB, que chegou a usar o termo “Bolsa Banqueiro”, utilizado por Guilherme Boulos (PSOL), ao responder a um questionamento de Meirelles sobre o Bolsa Família.

— Vamos ampliar o Bolsa Família, vamos usar o dinheiro do Bolsa Banqueiro.

MARINA E O PV – Marina também buscou a polarização com Alckmin ao associá-lo ao centrão, grupo de partidos que se aliou ao PSDB. Segundo ela, alguns representantes dessas legendas têm “assaltado o povo”. Alckmin creditou o acordo à necessidade de ter uma ampla coalizão para aprovar as reformas previdenciária, política e tributária logo no início de um eventual governo. O ex-governador de São Paulo aproveitou para alfinetar Marina, ao recordar que ela saiu do PV, após a eleição de 2010. Disse que a situação com o partido era “incompatível”, embora para esta eleição tenha feito uma aliança com a mesma legenda.

Sobre a reforma da Previdência, Alckmin defendeu a equalização dos sistemas público e privado, para acabar com “sistema injusto”. Já Ciro propôs um novo modelo de capitalização e criticou a proposta que prevê a idade mínima de aposentadoria de 65 anos para todos os trabalhadores, com o argumento de que seria uma idade elevada para quem exerce atividades no meio rural.

BOULOS E BOLSONARO – O principal ataque entre os candidatos ocorreu no primeiro bloco. Boulos questionou Bolsonaro sobre o fato de ele ter recebido auxílio-moradia, mesmo sendo proprietário de imóvel em Brasília, e acusou o adversário de empregar uma funcionária fantasma no gabinete da Câmara, que seria responsável por “cuidar dos cachorros” que o presidenciável teria em uma casa em Angra dos Reis (RJ).

— O Bolsonaro é a velha política corrupta. Recebeu auxílio-moradia, aprovou dois projetos e conseguiu comprar cinco imóveis. Não tem vergonha? — perguntou Boulos.

O deputado retrucou e lembrou que o candidato do PSOL é líder do Movimento Sem Teto (MTST).

— A Val é uma funcionária minha que mora em Angra. Ela não é fantasma, estava de férias (quando uma reportagem da “Folha de S. Paulo” tratou do assunto). Eu teria vergonha se tivesse invadindo casa dos outros. Não vim aqui para bater boca com um cidadão desqualificado como esse aí.

VENEZUELA – A crise venezuelana também foi tema. Meirelles e Alvaro Dias criticaram o governo do país vizinho, mas garantiram apoio humanitário.

— Temos que agir para que a situação mude. Mas, até lá, o Brasil tem que continuar com a postura humanitária — disse Meirelles.

Dias seguiu o mesmo tom: — Seria perverso expulsar seres humanos vítimas de uma ditadura perversa, incapaz de respeitar liberdades democráticas.

Campanha eleitoral faz vereadores parnaibanos mudarem horário de reuniões

Em setembro as sessões da Câmara Municipal vão ser realizadas fora do horário regimental, que é 7:30h. O novo horário será ao meio dia, isso para que os vereadores desempenhem seus papéis de cabos eleitorais, realizando reuniões políticas à noite para os seus candidatos.

A proposta da mudança foi do vereador Carlson Pessoa, que queria que o novo horário já começasse quarta-feira passada. Mas ele acatou a sugestão do vereador Ricardo Veras, que sugeriu que este mês tudo continuasse normal e a mudança ocorresse só em setembro.

Na segunda feira, por conta do feriado da terça, aniversário da cidade, já não tem mais sessão, porque eles fizeram duas na quinta-feira para compensar. Sessão ordinária de novo só em setembro.

Senado pode ter renovação de 90%, mudando 73 dos 81 membros

Além das 54 vagas, 19 senadores disputam cargos do Executivo

Além de dois terços das cadeiras do Senado (54 de um total de 81) estarem em jogo nas eleições deste ano, a renovação pode chegar a 73 vagas (90%): há 17 senadores no meio do mandato disputando governos estaduais, uma senadora tentando ser vice e outros dois na briga pela presidência e a vice-presidência da República. Poderá ser a Casa legislativa com o maior índice de renovação em todo o País. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

No total, 73 dos 81 senadores podem deixar o cargo este ano, o que representa 90,1% de todos os membros da Casa Alta do Legislativo.

Na eleição anterior, de 2010, em que dois terços das vagas no Senado foram disputadas, a renovação foi de 45,6%. Só 17 se reelegeram.

A senadora Ana Amélia (PP- RS) será candidata a vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB). Álvaro Dias (Pode) é candidato a presidente.

Enrolados nas investigações da Lava Jato, Aécio Neves (PSDB-MG) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), tentarão vaga na Câmara.

Wellington procura de surpresa Themístocles para conversar sobre apoio político.

 

 

Na noite da última terça-feira (07), o governador Wellington Dias fez uma visita ao presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, deputado Themístocles Filho (MDB). Acompanhado do deputado João Mádison (MDB) e do ex-governador Osmar Júnior (PC do B), Wellington Dias eles conversaram na residência do emedebista, sobre vários assuntos, principalmente os temas política e as eleições gerais de outubro.

O encontro do governador Wellington Dias com o deputado Themístocles Filho, não estava agendada.  “Não estava agendado. O governador solicitou que gostaria de falar com o deputado Themístocles Filho, na minha residência. Por que não receber o governador? Várias vezes eu estive na casa do governador, no Palácio (Karnak).Eu acho perfeitamente natural”, disse o presidente da Assembleia.

O deputado emedebista revelou que a conversa que foi tratada foi no campo político. Sobre Themístocles Filho dar apoio a reeleição de Wellington Dias para o Governo do Estado, o presidente da Assembleia Legislativa deixou claro que precisa aguardar um tempo.

Uma pessoa que estava presente no encontro entre os dois políticos e pediu para não ter o nome revelado, declarou que Wellington Dias foi reiterar o apoio ao filho de Themístocles Filho, Marcos Aurélio, para a candidatura de deputado federal. O deputado emedebista disse que não revelaria o teor da conversa com o governador do Piauí.

Há um clima tenso entre Wellington Dias e o deputado Themístocles Filho desde quando o nome do presidente da Assembleia Legislativa  foi retirado, pelo próprio governador, da vaga de candidato a vice-governador. Wellington Dias escolheu o nome da senadora Regina Sousa para o lugar que seria ocupado pelo emedebista. Fonte: Parlamento Piauí. Foto: GP1. Edição: APM Notícias.

Deputado Dr. Hélio Oliveira alerta sobre demolição no litoral

O parlamentar também relembrou sua trajetória profissional e a atuação na Assembleia

O deputado estadual Dr. Hélio Oliveira (PR-PI), prestou contas dos primeiros anos do mandato, durante pronunciamento nesta quarta-feira (08), no Plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Piauí (Alepi). Na oportunidade o parlamentar destacou grandes avanços no Estado e os seus projetos apresentados em benefício da população.

Ele também levantou a questão do impasse no litoral do Piauí no que se refere as barracas na praia do Coqueiro. O deputado ressaltou sobre a possibilidade de demolição de algumas barracas, um problema que está afligindo os proprietários e que irá impactar na economia do município. “Estive em reunião com os barraqueiros da Praia do Coqueiro e há uma ação por parte do Ministério Público para que se tenha a demolição das barracas. É uma situação que me preocupa bastante e até se estranha. Então houve um recurso e acontecerá uma audiência pública para que se tenha acessibilidade e união para compreensão de quão é valioso aquelas estruturas tanto para os turistas como também para vida de cada cidadão que trabalha nelas”, pontou.

O parlamentar, que está em seu primeiro mandato, relatou ainda que nunca pensou que chegaria onde está e que tudo que conseguiu foi através de muita determinação. “Sai da roça com muita humildade e tive a bênção de consegui cursar Medicina, que me proporcionou estar cada vez mais próximo das pessoas, tendo como princípio da minha profissão o servir. Decidi, depois de formado, ir para Parnaíba e quero agradecer pelas oportunidades que aquela região me possibilitou. No litoral eu fui abraçado e acolhido para exercer durante 30 anos a minha profissão, e foi à região que também me ajudou a estar onde estou. A cidade de Canto do Buriti também quero agradecer, minha cidade natal sempre respondeu positivamente a minha candidatura”, afirmou o deputado.

Durante o depoimento, o parlamentar ressaltou que através de sua atuação pôde abraçar e compreender melhor as dificuldades que as pessoas passam. “Como deputado tenho a possibilidade de conhecer e vivenciar os problemas de várias cidades do Estado. Assim, entendo que nós gestores devemos encarar essa função em que estamos atualmente com muita retidão e muita imparcialidade, para que assim possamos proporcionar a todos os cidadãos o acesso a todos os seus direitos”, comentou.

Vereador Joãozinho do Trânsito faz balanço de requerimentos já executados pela Prefeitura

Com um mandato voltado para atender aos interesses e demandas da população em todos os bairros, o vereador e Joãozinho do Trânsito (PSL) faz um balanço positivo dos requerimentos de sua autoria, já executados e em execução pela administração municipal. 

Vereador de primeiro mandato Joãozinho está sempre presente em todas as sessões da câmara, já tendo, inclusive, assumido a presidência dos trabalhos, em algumas ocasiões. Ele disse que já apresentou mais de cem requerimentos ao longo de 1 ano e meio de mandato, já podendo contabilizar o total de 24 propostas suas que já foram executadas e outros 2 requerimentos em fase de execução. 

Com seu jeito discreto, o vereador Joãozinho do Trânsito sempre apresenta matérias nas sessões ordinárias. Se posiciona como um vereador do povão, sempre disposta ajudar. Quem o conhece sabe que ele não desiste até conseguir respostas para seus requerimentos. Para isso está em permanente contato com o prefeito Mão Santa e seus secretários. 

Dentre os requerimentos que foram atendidos em 2017 está o sinal luminoso para o conjunto Betânia, no bairro Piauí; construções de rampa para cadeirantes em vários pontos da cidade; solicitação de um local para ciclistas, que foi construído e que está localizado na São Sebastião, ao lado da lanchonete Tia Maria. 

Segundo o vereador, todas as suas iniciativas no Legislativo são baseadas no que ouve e conversa com a população, “sempre olhando nos olhos”, conduzindo o seu mandato com absoluta transparência.

Das matérias já apresentadas nas áreas de infraestrutura estão: recuperação asfáltica na Guarita, Rua Dr. Mariano Lucas Sousa, antiga Projetada 90; algumas ruas do bairro do Frei Higino, Conjunto Residencial Betânia, Conjunto Raul Bacelar, recuperação da Estrada Povoado Chafariz, Cacimbão, Rancharia, Rebentão, Alto do Batista; reforma no canteiro de obra na Avenida Pinheiro Machado, asfalto no Residencial Esperança I e II. Outro requerimento atendido foi reposição de lâmpadas dos postes da BR- 343 e iluminação perto do Posto de Saúde Módulo 41, na Baixada do Aragão. 

Na área da saúde ele disse que foi atendido para que o Posto de saúde Baixa do Aragão funcionasse para atender a comunidade e hoje o vereador afirma que está funcionando normalmente. Ele acrescenta ainda foi atendido na reforma da quadra esportiva na Colônia, no Bairro Piauí.  

Em 2018 seus requerimentos estão em fase conclusão. Algumas ruas, a seu pedido, estão passando por pavimentação poliédrica nos bairros Bebedouro e no Dirceu Arcoverde.  “Não adianta chegar à Câmara e impor. Precisamos pensar, dialogar e enviar argumentos sólidos e relevantes, como deve ser o trabalho do representante do povo, pautado na seriedade e comprometimento com as causas coletivas”, reforçou vereador Joãozinho.

 

Tempo na TV e rádio será maior para Wellington e Luciano Nunes.

 

 

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão da eleição 2018 terá início  no dia 31 de agosto, 37 dias antes das eleições. De acordo com o calendário eleitoral, o término deve ocorrer no dia 4 de outubro. Este ano, o período eleitoral foi reduzido de 45 para 35 dias.

Na eleição para governador do Piauí, a coligação encabeçada pelo governador Wellington Dias (PT) terá o maior tempo de televisão e rádio. Serão mais de 4 minutos. Isso significa que ele o governador e os aliados terão 46,71% do tempo de propaganda.

Na oposição, Luciano Nunes terá o segundo maior tempo. O tucano poderá utilizar 1 minuto e 57 segundos para a propaganda. Ele faz coligação com siglas como o DEM e PSB.

Coligado com o grupo de partidos emergentes, o senador Elmano Férrer deve ter 41,1 segundos. O candidato do Solidariedade, Dr. Pessoa, deve ter 35,6 segundos. Ele faz coligação com PTC, PMN e PRB.

O levantamento foi feito levando em conta as regas da legislação eleitoral (Lei 9.504/97 e suas alterações). Somente está especificado o tempo de cada coligação para os 9 minutos destinados à propaganda eleitoral obrigatória de Rádio e TV. Sobre a coligação liderada pelo candidato Elmano Ferrer, foi feita uma previsão levando em consideração o apoio de 8 partidos. Fonte: cidadeverde. Fotos: web. Edição: APM Notícias.

Eleição presidencial terá o maior número de candidatos em 29 anos

As convenções partidárias confirmaram 13 candidatos à Presidência da República – o segundo maior número desde 1989, quando foram 22 concorrentes, já que o comunicador Silvio Santos teve a candidatura impugnada. Neste período, somente o PSDB e o PT disputaram todas as eleições presidenciais com candidatos próprios.

Partido com maior número de filiados – 2,4 milhões -, o MDB não tinha candidatura própria há quatro eleições. Depois que o ex-governador de São Paulo e ex-presidente do partido, Orestes Quércia, ficou em quarto lugar na disputa de 1994, o MDB transitou entre chapas do PSDB e do PT – legendas que monopolizaram as eleições desde aquele ano.

Após o lançamento do Plano Real, o tucano Fernando Henrique Cardoso venceu a eleição no primeiro turno em 1994, com 54,3% dos votos. Naquele ano, o cardiologista Eneas Carneiro (morto em 2007), conhecido pelo discurso agressivo e o bordão “meu nome é Eneas”, surpreendeu o país conquistando cerca de 4,6 milhões de votos, mais do que Quércia e do que o pedetista Leonel Brizola (morto em 2004).

Em 1998, Fernando Henrique Cardoso foi reeleito, novamente vencendo no primeiro turno, com 53% dos votos. Naquele ano, 12 candidatos participaram da eleição presidencial. As eleições de 2002 marcaram o começo da hegemonia do PT: foram quatro vitórias seguidas, todas contra o PSDB.

Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito e reeleito em 2002 e 2006. Depois, Dilma Rousseff conquistou o Palácio do Planalto em 2010 e foi reeleita em 2014, mas não completou o mandato.

fonte: agência brasil

Lourdes Melo vai registrar candidatura a governadora.

 

 

O Partido da Causa Operária fez convenção e homologou o nome da professora Lourdes Melo como candidata a governadora. O partido busca agora registrar a candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

A chapa será pura. Como candidatos a vice, o partido irá lançar o nome de Clóvis José. “Não temos coligação. Eu sou candidata a governadora. Nosso candidato a vice é o funcionário público Clóvis José. Para senador teremos apenas um candidato, que é a professora Albertiza Moreira”, destacou.

Lourdes garante que o partido está regularizado e realizou as convenções dentro do prazo.

“Estou aqui só colhendo material e certidões para que possamos registrar a nossa candidatura. O partido fez convenção. Assim como em todo o Brasil, o PCO vai ter candidato no Piauí”, declarou.

Como candidata a governadora, Lourdes Melo diz que irá aproveitar o espaço para chamar a atenção da sociedade contra o que classifica de “golpe”. Ela diz que o PCO defende o nome de Lula para presidente da República.

Segundo ela, apesar da defesa de Lula, o PCO não se coliga ao PT por entender que o partido se aliou a partidos que detém o “golpe” que teria levado ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

“Defendemos o nome de Lula para presidente. Nosso eixo central é lutar contra o golpe. O PT tem se aliado aos golpistas e o PCO discorda disso. Lula é nosso candidato e não tem plano B”, afirmou. Com o registro de Lourdes Melo, agora são 10 candidatos ao governo, com três mulheres na disputa. Fonte: cidadeverde. Foto: cidadeverde. Edição: APM Notícias.

 

Ciro Gomes começou a bater no PT e em Lula, e não vai parar mais de atacar

Ciro afirma que Lula e o PT ficaram com medo dele

Deu em o Tempo

(Estadão Conteúdo)

O candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, voltou a criticar nesta segunda-feira, dia 6, o PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após conseguir fechar apenas uma aliança partidária, com o nanico Avante, no primeiro turno das eleições. Para o ex-ministro, o PT ficou com “medo” e forçou o PSB a permanecer na neutralidade, em vez de apoiá-lo.

“ Não é política social compensatória que faz alguém progressista, vou mostrar isso”, disse, em evento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

O ex-ministro disse que estava em negociação avançada para compor com o PSB. No entanto, a executiva nacional pessebista acertou com o PT a neutralidade do partido na corrida ao Planalto. Em troca, foram retiradas as candidaturas do ex-prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda (PSB) ao governo de Minas e da vereadora Marília Arraes (PT), em Pernambuco.

LULA POR TRÁS – Segundo Ciro Gomes, a manobra do PSB teria sido acertada com o consentimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado e preso no âmbito da Operação Lava Jato, que deseja isolar Ciro no campo da centro-esquerda. No sábado, 4, o pedetista fechou a primeira e única composição partidária da chapa, com o Avante.

Ciro também acusou Lula de trabalhar para que o PR, de Valdemar Costa Neto, decidisse apoiar Geraldo Alckmin (PSDB), em vez optar pela candidatura dele ou de Jair Bolsonaro (PSL).

“Eu não estou me queixando. O Lula trabalhou para o Valdemar Costa Neto, o PR, ir para o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin. E eu me recusei a conversar com o Valdemar por razões antigas. Tá tudo certo. Eu só acho que é um erro grave. E não é nobre, mas ninguém precisa ser nobre. E pegou muito mal. O que é, afinal de contas? Tirar o meu direito de falar uns segundinhos a mais”, complementou.

A VICE KÁTIA – Ciro também se defendeu de uma suposta contradição de sua campanha, pela escolha da senadora Kátia Abreu (PDT-TO) como vice na chapa presidencial. Antes de se tornar ministra da Agricultura, no governo Dilma Rousseff (PT), Kátia Abreu era ligada a pautas conservadoras, foi filiada ao DEM e chegou a receber o prêmio “motosserra de ouro”.

“Duvido que tem um petista que tenha sido mais heroico e mais sacrificado do que a senadora Kátia Abreu. Ela foi expulsa pelos quadrilheiros golpistas, porque foi fiel. Foi contra a reforma trabalhista”, disse.

Marcelo posta no Instagram foto com ex-prefeito que estava preso semana passada

O deputado federal Marcelo Castro (MDB), candidato ao Senado Federal na chapa do governador Wellington Dias (PT), postou em seu perfil no Instagram, foto da visita que recebeu do ex-prefeito Zé Medeiros, de Manoel Emídio, que foi preso há cerca de uma semana, acusado de movimentar contas da prefeitura, mesmo depois de ter sido cassado pela Câmara de Vereadores.

O ex-prefeito também esteve na convenção que homologou as candidaturas da chapa governista, ocorrida na sexta-feira passada, dia 04 de agosto.

O mandado de prisão contra Zé Medeiros havia sido expedido pelo juiz Sandro Francisco Rodrigues, da Vara Única de Manoel Emídio. O ex-gestor foi cassado por desvio de recursos da educação. (Apoliana Oliveira)

Zé Filho sobre o palanque governista: “Diz com quem andas, que te direi quem és”

O ex-governador Zé Filho, agora candidato homologado a deputado estadual pelo PSDB, fez críticas ao palanque da base governista, durante seu discurso na convenção que homologou a candidatura de Luciano Nunes ao governo do Piauí.

“Diz com quem andas, que te direi quem és. Vi pela TV o palanque governista, e se passasse um caro da polícia com a sirene ligada, não ficava um”, disse. (Apoliana Oliveira)

Luciano Nunes é oficialmente candidato a governador do Piauí: Cassandra vice

Convenção que homologou Luciano Nunes como candidato a governador

O Piauí conheceu na manhã deste domingo (05/08), oficialmente, o seu último candidato ao governo do Estado. O Deputado Estadual Luciano Nunes, agora candidato a governador, homologou sua chapa e apresentou os nomes que farão parte da coligação PSB/PSDB/DEM. A filha do ex-governador mão Santa, Delegada Cassandra Moraes Souza, foi confirmada como a candidata a vice. Completam a chapa o Deputado Estadual Robert Rios (DEMOCRATAS) e o ex-governador Wilson (PSB), ambos candidatos ao senado.

Luciano Nunes afirmou que sua candidatura representa um ideal de mudança e explicou como foi o entendimento pelo nome da vice-governadora. 

“É uma emoção muito grande, um dia de muita felicidade em homologar aqui a candidatura ao governo do Estado. Representamos esse sentimento de mudança e transformação, otimismo e um futuro melhor para os piauienses. O entendimento pelo nome da delegada Cassandra foi muito bom e muito natural, construímos como todos os aliados de forma transparente”, falou o candidato.

O candidato a governador também afirmou que não quer campanha suja, Luciano chamou os outros candidatos para o debate.  

“Nós também não queremos eleição suja, eu também defendo uma campanha limpa, bem alegre e de alto nível. É tudo isso que nós defendemos, vamos debater os problemas do estado e busca e soluções” finalizou Luciano Nunes. (Portal Douglas Cordeiro)

Multas eleitorais vão render mais de R$108 milhões a partidos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou o valor previsto a ser arrecadado com multas eleitorais: estima-se em R$ 108,4 milhões só em 2018. O problema é que quem é beneficiado pela multa são os próprios políticos que infringem a lei eleitoral. Segundo a legislação, a arrecadação com multas será redistribuída a partidos na proporção do Fundo Partidário. Ou seja: o político é multado e depois ainda recebe a multa de volta. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A estimativa do total de multas distribuídas de volta aos partidos este ano está agora em R$108.377.585,00.

O valor de multas eleitorais pagas à Justiça e até junho deste ano efetivamente redistribuídas aos partidos foi R$ 53.708.637,82

Até julho, o PT levou R$ 7,13 milhões; MDB, R$5,73 milhões; PSDB, R$ 5,8 milhões e DEM, R$ 2.21 milhões. Tudo em multas distribuídas.

Alckmin terá 44% da TV; líderes, Bolsonaro e Marina dependerão da internet

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, durante entrevista à GloboNews 

Líderes na corrida eleitoral nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e a ex-ministra Marina Silva (Rede Sustentabilidade) terão, juntos, menos de 5% do espaço da propaganda de TV e rádio, que começa no próximo dia 31.

Sem perspectiva de alianças relevantes e também com palanques fracos nos estados, os dois candidatos serão obrigados a tentar suprir na internet a fragilidade estrutural de suas campanhas.

Em cada bloco do horário eleitoral, Bolsonaro terá direito a apenas 7 segundos, menos de 1% do total. Marina, que fechou aliança com o PV, aparecerá por 24 segundos —pouco mais de 3% do programa.

O maior tempo de TV, disparado, será o do tucano Geraldo Alckmin, com cerca de 44% de todo o espaço da propaganda —5 minutos e 32 segundos por bloco. O candidato do PT —Lula, que está preso em Curitiba desde abril, deve ser barrado pela Justiça Eleitoral— e Henrique Meirelles (MDB) vêm logo em seguida, com cerca de 17% e 15% respectivamente.

O tempo oficial de propaganda será definido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na segunda quinzena deste mês, após o registro de todas as candidaturas.

ENTENDA

A projeção feita pela Folha pode sofrer algumas alterações já que as últimas siglas farão convenções no domingo (5). Além disso, algumas podem recuar até o dia 15, data limite de registro de chapas. A propaganda dos candidatos a presidente na TV e rádio dura 35 dias e ocorre de duas formas.

Às terças-feiras, quintas-feiras e sábados, os candidatos a presidente terão direito a dois blocos fixos de 12 minutos e 30 segundos cada um, à tarde e à noite.

O que as campanhas consideram como sendo o “filé”, entretanto, está no segundo formato: o das “inserções” ou “spots” exibidos ao longo da programação. Trata-se de curtas peças, de 15 ou 30 segundos de duração, que são veiculadas diariamente, de 31 de agosto a 4 de outubro, nos intervalos comerciais das emissoras, entre 5h e meia-noite.

Por alcançarem os eleitores que não assistem aos programas mais longos, em horário fixo, esses spots são considerados mais importantes por políticos, marqueteiros e analistas. Alckmin terá direito a cerca de 12 inserções de 30 segundos a cada dia, por emissora. O candidato do PT e Henrique Meirelles terão quatro cada um.

Já Marina Silva terá apenas um spot por dia. A situação de JairBolsonaro é pior ainda: terá uma inserção a cada três dias.

Fonte: Folha de São Paulo/ Ranier Bragon e Bruno Boghossian

“Podem mandar pancada e me chamar do que quiser”, diz Frank Aguiar em convenção

Desde que um áudio onde fala mal da gestão de Wellington Dias (PT) vazou, o cantor Frank Aguiar demonstrou sua insatisfação em fazer parte da chapa majoritária do petista. O desejo do cantor era integrar uma chapa com o deputado estadual Dr. Pessoa. Fato que se concretizou neste sábado (04/08) com a homologação das candidaturas majoritárias. Frank Aguiar está preparado para o pleito de 2018 e diz que podem mandar pancadas que ele está preparado.

“Podem mandar pancada e me chamar do que quiser. Eu sou um trabalhador honesto. Eu sofri para chegar aqui. Eu vou dar o meu sangue pela minha terra. Eu podia ficar no conforto fazendo show e ganhando dinheiro muito bem. Mas eu estou com saudades dos meus filhos que estão estudando”, afirmou Frank ao expressar o desejo de volta a sua terra natal. Chegar aqui é a realização de mais um sonho. Não foi fácil”, completou.

Desde que se lançou pré-candidato ao Senado, Frank Aguiar, segundo ele, tem sido alvo de críticas. “Vocês não imaginam quantas porradas, pancadas […] Essas pancadas servem para nós evoluirmos e nos deixar com o coro grosso, mais forte. Agradeço muito a Silas e ao meu partido que sofreram comigo também levando pancadas e comprando dificuldades até chegar aqui para compor esse time”, ressaltou Frank. (OitoMeia)

Virou bagunça! Lula comanda o PT dentro da prisão e veta escolha do vice

Gleisi e Haddad ‘visitaram’ Lula de surpresa na PF

Sérgio Roxo e Gustavo Schmitt
O Globo

Em reunião de duas horas na tarde desta sexta-feira dentro de sua cela na Superintendência da Polícia Federal do Paraná com lideranças do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mudou completamente o plano traçado pelo partido para escolha da chapa para a disputa da eleição presidencial. Orientado por advogados, os dirigentes petistas estavam convencidos de que a legenda precisaria indicar, em seu encontro nacional que será realizado hoje em São Paulo, o nome de um vice.

A presidenciável do PCdoB, Manuela d´Ávila, era o nome com maior adesão entre os dirigentes petistas para ficar com o posto.

CONTRAORDEM – Após a conversa com o ex-presidente, porém, o comando do PT passou a adotar o discurso de que a indicação pode ser feita até o dia 15, data final para registro de candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Por volta das 14h, a presidente da legenda, Glesi Hoffmann, o ex-prefeito Fernando Haddad, o tesoureiro Emídio de Souza e ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh deixaram apressadamente a reunião do diretório nacional da sigla que acontecia num hotel no centro de São Paulo e seguiram para o Aeroporto de Congonhas, onde embarcaram em um jato particular para Curitiba. Pouco antes, em conversa com jornalistas, Gleisi havia afirmado que o vice seria escolhido hoje.

Quando deixou a sede da PF no começo da noite, Gleisi informou que ainda não foi definido o nome do vice que irá compor a chapa presidencial do partido. Ela, no entanto, disse que a decisão pode ser “amadurecida” durante a convenção da legenda, que acontece neste sábado.

NO DIA 14 — “Vamos manter a estratégia e decidir vice e coligações no dia 14” — disse ela, negando que tenha sido acertado como vice a ex-deputada federal Manuela D´Ávilla, pré-candidata presidencial pelo PCdoB.

— Não tem nada fechado. Não temos essa definição. Nem o Lula tem. O presidente está aberto a todas as discussões de composição de chapa. Como a gente tem essa possibilidade de encaminhar mais pra frente essa discussão para poder trazer outros partidos para a coligação, eu acho que a gente tem que fazer essa discussão quando a gente tiver clareza disso. Mas obviamente que temos muita simpatia pela Manuela.

Gleisi disse, no entanto, que mantém as negociações com o partido de Manuela para formar uma aliança. “Queremos muito que o PCdoB esteja junto conosco”.

REGRAS ELEITORAIS – A presidente do PT defendeu que a escolha do vice até dia 14 respeita as regras eleitorais. “Nós vamos seguir a regra que sempre se seguiu na justiça eleitoral. Vamos fazer nossa convenção, se tivermos amadurecidos até amanhã (sábado) ou até domingo de definir uma candidatura a vice e tivermos condições de composição, vamos fazer. Se não tivermos, vamos usar o que já usamos em outras eleições e delegar a nossa comissão executiva para definir a candidatura a vice é coligações na véspera da inscrição do presidente Lula”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A esculhambação desmoraliza a Justiça e a política. Um réu inelegível, sem direitos políticos, não pode comandar partido político. 1) Quem autorizou a entrada dos quatro dirigentes do PT nesta sexta-feira, para “visitar” o detento, sem autorização prévia? 2) Por que Lula é um preso diferenciado, que recebe visitas diariamente na sua cela de reuniões, digamos assim? 3) Por que Lula é autorizado a receber visitas durante duas horas? 4) Existe, neste país, algum detento que tenha as mesmas regalias? 5) Quem autoriza o festival de visitas ao condenado é a Vara de Execuções Penais ou a Superintendência da Polícia Federal?(C.N.)

Dr. Hélio é lançado candidato a deputado estadual pelo PR

O Partido da República (PR) realizou nessa sexta-feira, 3, a convenção 2018, onde foi homologada a candidatura do Dr. Hélio Oliveira para deputado estadual. Já deputado, o parlamentar concorre à reeleição para continuar buscando avanços para o Piauí.

“Fomos muito felizes em acreditar no compromisso do PR. Um partido forte e comprometido com o que tem de mais correto. O partido tem crescimento, e acima de tudo, com a participação do povo do Piauí. Durante nosso mandato, buscamos atender a todos por onde passamos, atuando nas mais diversas áreas. A política é para servir. Vamos continuar lutando, como empregado do povo, por melhorias para nosso Estado”, afirmou o deputado.

Dr. Hélio foi prestigiado por amigos e lideranças de diversos municípios durante todo o evento realizado no Atlantic City.

Marcelo Castro diz que vota em Lula, estando o petista preso ou solto.

 

Chamou atenção o discurso do candidato ao Senado do MDB, deputado Marcelo Castro, durante a passagem de Wellington Dias (PT), pela convenção do partido na tarde desta sexta-feira (03).

Castro ressaltou a importância de “ter um time único”, além de exaltar o trabalho desempenhado pelo senador Ciro Nogueira, em Brasília. “Senador Ciro Nogueira foi o senador que mais já trouxe recursos na história do Piauí e quero junto a ele formar um time só”, destacou.

Marcelo se empolgou ao falar do ex-presidente Lula e de sua relação com o PT. Além de relembrar ter sido ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff, Castro disse que vota no Lula estando ele preso ou solto. “Por onde eu passo pelo interior do Estado, as pessoas me param e dizem: deputado, eu quero votar é Lula, estando ele preso ou solto, eu voto é nele porque ele quem mais fez pelo nosso Estado”, afirmou.

O governador Wellington Dias esteve na convenção do MDB às 17h. Ele não encontrou o presidente da Assembleia, Themístocles Filho, que passou rapidamente pelo local às 11h50. O partido de Michel Temer no Piauí, lançou 9 candidatos a deputados estaduais e três à Câmara Federal, são eles: Marco Aurélio Sampaio, filho de Themístocles, Ismar Marques e Ernesto. Fonte: Portalaz. Foto: Portalaz. Edição: APM Notícias.

Alckmin confirma Ana Amélia vice.

 

O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, 65, confirmou, ontem à noite, que terá como vice a senadora Ana Amélia (PP-RS). “A vice dos sonhos é Ana Amélia. Eu consegui”, afirmou o presidenciável durante a sabatina do canal de TV GloboNews com os postulantes mais bem pontuados no Ibope. O tucano aparece com 6% das intenções nos cenários sem Lula.

Questionado se ficaria refém dos partidos do “Centrão” (PP, DEM, PR, PRB e Solidariedade), Alckmin negou a possibilidade. “Os partidos que vieram me apoiar sabem aquilo que eu defendo”, disse o tucano, acrescentando que não aceitará indicações políticas para agências reguladoras.

Sobre a qualidade de suas alianças com siglas que incluem condenados na Lava-Jato, Alckmin justificou que há bons quadros em todos os partidos. “Se alguém cometeu ilícito, vai responder. A lei é para todo mundo”, comentou. Fonte: DNordeste. Foto: oGlobo. Edição: APM Notícias.