Deu no O Tempo
Candidatos ao cargo de presidente nacional do PT aproveitaram o
último debate antes do processo de eleições diretas, para criticar o
leilão do pré-sal, realizado no último dia 21 pelo governo. Eles
condenaram também a atuação do Exército para garantir o processo,
reprimindo os protestos.
último debate antes do processo de eleições diretas, para criticar o
leilão do pré-sal, realizado no último dia 21 pelo governo. Eles
condenaram também a atuação do Exército para garantir o processo,
reprimindo os protestos.
A eleição do novo dirigente nacional e também nos Estados será no dia
10 de novembro. Participaram do debate, que foi transmitido pela
internet, o atual presidente, Rui Falcão, que tenta ser reeleito, além
dos cinco candidatos: Markus Sokol, Paulo Teixeira, Renato Simões, Serge
Goulart e Valter Pomar.
10 de novembro. Participaram do debate, que foi transmitido pela
internet, o atual presidente, Rui Falcão, que tenta ser reeleito, além
dos cinco candidatos: Markus Sokol, Paulo Teixeira, Renato Simões, Serge
Goulart e Valter Pomar.
De acordo com Markus Sokol, apesar de não ter ocorrido registro de
violência mais grave “até com mortes”, a ação para intimidar os
sindicatos foi condenável. “Houve intimidação. A violência começa
assim”, afirmou o candidato. Já para Rui Falcão, o atual presidente do
partido, as manifestações contrárias à realização do leilão foram
“pequenas”. “Havia uma oposição de 400 manifestantes que estiveram lá. É
uma mobilização pequena”, afirmou. Sokol rebateu e acusou Falcão de
“desprezar 400 trabalhadores”.
violência mais grave “até com mortes”, a ação para intimidar os
sindicatos foi condenável. “Houve intimidação. A violência começa
assim”, afirmou o candidato. Já para Rui Falcão, o atual presidente do
partido, as manifestações contrárias à realização do leilão foram
“pequenas”. “Havia uma oposição de 400 manifestantes que estiveram lá. É
uma mobilização pequena”, afirmou. Sokol rebateu e acusou Falcão de
“desprezar 400 trabalhadores”.
AUTOCRÍTICA
Para Valter Pomar, é preciso ter uma postura de autocrítica em
relação ao governo petista. “O nosso partido tem que estimular o governo
brasileiro a não ter uma postura ambígua”, disse ele, numa referência
também à participação da força de segurança durante o leilão. O debate
do governo com os trabalhadores e oposicionistas do leilão do campo de
Libra deveria ter acontecido antes de sua realização foi a opinião
levantada pelo candidato Renato Simões.
relação ao governo petista. “O nosso partido tem que estimular o governo
brasileiro a não ter uma postura ambígua”, disse ele, numa referência
também à participação da força de segurança durante o leilão. O debate
do governo com os trabalhadores e oposicionistas do leilão do campo de
Libra deveria ter acontecido antes de sua realização foi a opinião
levantada pelo candidato Renato Simões.
