Rafael Fonteles merece, sim, perder o governo: por incompetência, inabilidade política e excesso de soberba

O texto do professor @cleberdedeus sustenta que a crença em uma  “timocracia” um suposto governo de técnicos é mera superstição política.  Apesar da imagem de gestor técnico e “gênio” atribuída ao governador

A hora não é para paixononite aguda por este ou aquele candidato e nem para brincar com o que cada eleitor deve fazer na hora da eleição. É para se fazer uma profunda reflexão, buscar no fundo da alma uma resposta para a seguinte pergunta: Essa gente que aí está no governo há mais de 20 anos, que teve todas as oportunidades do mundo para entregar, aquilo que a população necessita, e não o fez,  merece nova chance? Merece continuar?

Rafael Fonteles deve sair da política e cuidar da própria vida; Pede pra sair…

Foi essa gente quem quebrou a AGESPISA, fazendo da empresa cabide de empregos; E o sucessor de Wellington Dias (hoje muito envelhecido de tão “sabido” que é), ao invés de apresentar um projeto de recuperação preferiu o caminho mais fácil: entregar a terceiros o patrimônio do Estado. Resultado? Piauienses sem água potável para beber. E na saúde? O que fizeram em Parnaíba com o HEDA, por exemplo? Deram para terceiros ganharem dinheiro e transformar a casa de saúde, um hospital Regional, naquilo nós conhecemos. Um caos permanente.

A CULPA É SUA, RAFAEL!

O piauiense inteligente sabe que é chegada a hora de se experimentar um novo modelo de gestão. O que está aí faliu. Derreteu. O vaidoso governador, às custas do nosso dinheiro, já conheceu o mundo. Já deu condições a seu sogro e seus amigos de  escola de ganharem muito dinheiro…Chega de esmagar a população com tanta mentira. E esses deputados fuleiros, que vivem puxando o saco do governador, devem também botarem a viola no saco e irem catar  coquinho. Bem longe. Já estão ricos demais, em detrimento da situação do povo, cada vez mais empobrecido. (BS)

Lideranças políticas jovens estão nascendo fedendo a mofo:O debate é raso

POR: BERNARDO SILVA

Fala-se tanto da necessidade de renovação da classe política mas muito pouco se faz neste sentido. Alguns jovens que estão surgindo no meio não renovam os discursos e repetem frases feitas das velhas e carcomidas lideranças. Ou seja, já nascem fedendo a mofo. E quando se elegem, deixam-se levar pelo canto da sereia e aderem às mesmas e usuais práticas, dos conluios, das cobranças de propinas e dos lobbys para benefício de alguns.

Vinícius Dias desmente invasão de bases e diz que 'não tomaria votos do seu  partido' | Cecília Brandão | MEIO NORTE

O filho de Wellington Dias – Vinicius Dias -entrando na política para fortalecer a oligarquia criada pelo pai

Todos querem ficar ricos, com as devidas exceções à regra. Já nem pensam em uma graduação, uma profissão, para trabalharem honestamente. A maioria entra na política pensando em se dar bem. Tem até aqueles que conseguiram uma graduação, Têm sua profissão, mas entram na política de lá não querem mais sair. Abandonam tudo para mamar num contracheque público. Vejam aí como exemplo o filho do Wellington Dias, o médico Vinicius Dias, que vai deixar uma abençoada profissão, a conselho do pai, para se pendurar num contracheque público (sem comentários).

Em Parnaíba já estão nascendo os profissionais de candidaturas, ou seja, os candidatos profissionais. Toda eleição estão dentro, de preferência do lado de governos. Não importa de que Partido. E depois da eleição, mesmo perdendo, saem com os bolsos cheios e um bom contracheque no bolso para viverem de papo pro ar. Tem uns aqui na Parnaíba com gordos contracheques dados por Rafael Fonteles cuja função é só ir ao aeroporto esperá-lo e correr atrás dele quando da inauguração de asfaltos e calçamentos.

O ex-deputado estadual Deusimar do Socorro Brito de Farias, conhecido como  ‘Tererê’ prometeu que, caso Parnaíba tivesse um grupo unido para a disputa  pela prefeitura na cidade litorânea, iria ...

Tem conhecidos políticos aí que só enxergam os problemas da cidade quando estão em campanha. Depois, desaparecem, vão viver tranquilos com o dinheiro ganho, enquanto os candidatos de verdade gastam dinheiro. Depois da eleição, calam-se, não se envolvem com nada, esperando o próximo pleito para escolherem o melhor lado de tirarem proveito. Essa é a realidade da Parnaibinha de Nossa Senhora, Mãe da Divina Graça. Tenho dito.

O “brilhante” menino do Lula é um blefe?

Lula- o mentor, o ídolo e o deus de Rafael FONTELES

Parte da população parece permanecer anestesiada e ainda não percebeu quão sério é o momento que o país vive. Seria o reflexo dos baixos níveis da educação atual, que leva as pessoas a  nada questionarem? Sim, atualmente nada se contesta e aceita-se absurdos como sendo algo normal. Esquecem que o cidadão jamais deve abdicar do direto de se indignar. 

Grupos tradicionais do Piauí ainda controlam o jogo eleitoral

O governador do Piauí parece que foi catequizado, desde criancinha, para endeusar, idolatrar e amar o presidente  Lula.E hoje tudo o que Lula faz, Rafael segue, rigorosamente,  inclusive os piores exemplos. Como mentir. E quem mente… 

Lula: “Pensei que o Wellington era o índio mais esperto do Brasil, mas é o Rafael"

Vendido na campanha eleitoral de 2022 como um “gênio”, um jovem promissor, um cara super inteligente que iria revolucionar a administração estadual, Rafael Fonteles se elegeu e se transformou nisso que está aí: um político medíocre e um administradore sequer sofrível. E aproveitou que enganou os eleitores bobos, que acreditaram até no que Wellington Dias (outro mentiroso contumaz) dizia do seu candidato, e foi conhecer o mundo, gastando o dinheiro da educação, da saúde e da segurança de todos os piauienses. Prometia que milhões de investimentos estrangeiros viriam para o Estado… e o que veio? Quantos empregos Parnaíba teria, através da ZPE, com o tal hidrogênio Verde? Esqueceram disso???

Durante quase três anos, Rafael Fonteles construiu uma marca de governo  distante da classe política do interior e até mesmo da própria base que o  elegeu. Prefeitos, vereadores e lideranças do interior

Mas ele continua contando lorotas, com bravatas, tal qual o seu deus, presidente Lula. E o Porto de Luís Correia agora é a menina dos olhos da gestão. Só sonhos grandiosos, que já foram sonhados pelo histórico Alberto Silva. Não tem ideias novas, compatíveis como a realidade. E por pura incompetência atacou os piauienses naquilo que lhe é de mais sagrado: a saúde e o imprescindível direito de ter água de qualidade para beber. Vendeu a Agespisa, ao invés de recuperá-la, após ela ter sido quebrada por governos passados, inclusive do Wellington Dias. E repassou os hospitais regionais, inclusive o HEDA, para a iniciativa privada, que administra com o intuito apenas de ganhar dinheiro. E o povo paga muito caro essas duas faturas. (O Sombra)

 

Sociólogo Fernando Gomes vai lançar livro que vai nos fazer rever nossa vida

“Quem Vai ao Seu Velório?” propõe uma profunda reflexão sobre propósito, felicidade, relacionamentos e o legado que deixamos entre o nascer e o morrer.

Em uma época marcada pela velocidade, pelo excesso de informações e pela busca incessante por resultados, uma obra literária nasce com a proposta de fazer exatamente o
movimento contrário: desacelerar, refletir e redescobrir o verdadeiro sentido da existência. É essa a proposta do livro “Quem Vai ao Seu Velório?”, do sociólogo, pesquisador e servidor público federal Fernando Gomes, que será lançado em breve e promete provocar uma das mais importantes reflexões que alguém pode fazer durante a vida.

Apesar do título impactante, a obra não trata da morte como tema central. Pelo contrário. Utiliza a consciência da finitude humana como um ponto de partida para discutir aquilo que realmente importa: a maneira como vivemos, os relacionamentos que construímos, os valores que cultivamos e o legado que deixaremos para as próximas
gerações.

Segundo o autor, a pergunta que dá nome ao livro não pretende despertar medo, mas
consciência. “A verdadeira questão nunca foi quem estará presente no nosso velório. A
pergunta que realmente importa é: como estamos vivendo hoje?”.  Ao longo de mais de uma década de estudos, leituras e reflexões, Fernando Gomes reuniu referências da filosofia, da psicologia, da espiritualidade, da sociologia e das experiências humanas
mais profundas para construir uma obra que dialoga diretamente com o cotidiano das
pessoas.

O livro percorre temas como autoconhecimento, felicidade, propósito de vida, autenticidade, relacionamentos, espiritualidade, envelhecimento, legado, tempo, amor e
finitude, estabelecendo um diálogo com pensadores como Viktor Frankl, Carl Rogers,
Søren Kierkegaard, Sêneca, Eckhart Tolle, Steve Jobs, Marguerite Porete, entre tantos
outros. Mas a grande riqueza da obra está na linguagem. Longe do academicismo excessivo, Fernando Gomes escreve como quem conversa com o leitor. Em muitos momentos, compartilha suas próprias inquietações, dúvidas e experiências pessoais,
tornando a leitura leve, sensível e profundamente humana.

O resultado é um livro capaz de provocar aquilo que talvez seja sua maior contribuição:
fazer com que o leitor olhe para dentro de si. Ao longo dos capítulos, surgem perguntas
inevitáveis: Estamos vivendo a vida que realmente desejamos? Temos dedicado
tempo às pessoas que amamos? Estamos construindo um legado ou apenas
acumulando conquistas? Se hoje fosse nosso último dia, haveria algo importante
que ainda precisaríamos dizer ou fazer?

Essas questões atravessam toda a narrativa e transformam a leitura em uma verdadeira jornada de autoconhecimento. Fernando Gomes possui uma trajetória profissional e acadêmica amplamente reconhecida na área socioambiental. Natural de Campo Maior
(PI), é sociólogo, servidor público federal desde 1983, doutorando em Políticas

Interculturais pela Universidade Aberta de Portugal, mestre em Artes, Patrimônio e
Museologia pela Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar) e especialista em
Administração e Manejo de Unidades de Conservação pela Universidade do Estado de
Minas Gerais (UEMG).

Entretanto, em Quem Vai ao Seu Velório? o pesquisador dá lugar ao ser humano. O leitor encontrará um autor que não pretende oferecer respostas prontas, mas caminhar ao lado de quem lê, propondo reflexões capazes de transformar a maneira como encaramos a própria existência. A expectativa é de que a obra desperte interesse não apenas entre leitores de literatura reflexiva, mas também entre profissionais da educação, psicologia, filosofia, espiritualidade, desenvolvimento humano e todos aqueles que buscam
compreender melhor a si mesmos.

Mais do que um livro, Quem Vai ao Seu Velório?apresenta-se como um convite. Um convite para desacelerar. Para reencontrar pessoas importantes. Para perdoar. Para
agradecer. Para viver com mais autenticidade. Para compreender que o tempo é o bem
mais precioso que possuímos. E, sobretudo, para perceber que o verdadeiro legado de
uma pessoa não é medido pelos bens que acumulou, mas pelo amor que distribuiu e
pelas vidas que ajudou a transformar.

Com lançamento previsto para os próximos meses, a obra já desperta expectativa entre
amigos, leitores e apoiadores do autor. Se cumprir a missão a que se propõe, Quem
Vai ao Seu Velório?" certamente não será apenas mais um livro nas estantes. Será uma leitura que continuará ecoando muito depois da última página, convidando cada leitor a responder, em silêncio, a pergunta mais importante de todas: A vida que estou vivendo
hoje é a mesma que eu gostaria de recordar no último dia da minha existência?

Opinião: Brasil da hipocrisia

(*)Pedro Cardoso da Costa

Trata-se de um mal de cunho subjetivo que domina o Brasil de ponta a ponta, em todas as camadas sociais e em todos os ambientes e grupos sociais.

Na televisão, nas emissoras de rádio e nos sites de jornais de grande circulação, as empresas de apostas on-line aparecem como patrocinadoras dos programas mais populares e, ao mesmo tempo, surge uma recomendação subliminar, em letras miúdas, informando que as apostas são destinadas a adultos, podem causar dependência e acarretar outras mazelas.

Não existe sequer um filtro quanto ao público específico dos programas mais assistidos, nem uma preocupação em saber se pessoas mais simples merecem uma linguagem mais direta.

Os órgãos oficiais que tratam desse assunto deveriam analisar melhor essas recomendações e confrontá-las com a liberdade de expressão. Quando se adverte que algo vicia, é curioso observar que beber também vicia e nunca foi merecedor dessa observação. Comer salgadinho também vicia, mas não há ressalvas nas embalagens. E, se a pessoa é maior de idade, que jogue quanto quiser e assuma os riscos inerentes à sua capacidade de decisão, até porque responder pelos próprios atos se estende a todas as ações e independe, muitas vezes, da própria vontade.

No futebol, a hipocrisia é a regra. Qualquer falha do juiz a favor do seu time está correta, por mais grave que seja. Pequenas falhas contra são o fim do mundo. E, entre dezenas de incoerências, destaca-se a “faltinha”. “Esse juiz não marca qualquer faltinha”. Deveria marcar. Não existem faltinhas. É ou não é falta.  

Nalgumas áreas, a hipocrisia passou a fazer parte do modo generalizado de agir, sendo mais evidente na política. Em menor grau, ela se estende a todos os Poderes.

Como costuma dizer um ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, a situação tem focinho de porco, orelha de porco, parece um porco; e é porco.

Há diversos exemplos disso. Foram encontradas casas cheias de dinheiro. Um político comprou um terreno e se esqueceu de depositar mais de R$ 470 mil no banco, mas não apresentou uma linha sequer de contrato de compra e venda. No caso mais recente, acharam milhares de dólares e euros em um apartamento, e a explicação foi a de que esse dinheiro havia sido recebido em diárias e na compra de moedas estrangeiras. Entretanto, são valores estratosféricos guardados em espécie dentro de casa, numa época em que não se pode usar um celular, um telefone móvel, na rua. Enquanto isso, pessoas vendem bugigangas nos faróis e, nos ônibus e trens, salgadinhos são pagos via pix.

Na televisão e na imprensa em geral, repete-se o festival de hipocrisias. Nos exemplos acima, a mídia divulgava as informações utilizando a expressão “endereços ligados” a fulano, para não mencionar que, no exemplo do porco, todos os indícios apontavam para o fato de que se tratava do endereço do cidadão da fortuna proveniente de diárias, que também não apresentou, até o momento, sequer um rabisco que comprove a aquisição da montanha de dinheiro.

“Pesquisa é um retrato do momento”, costumam repetir quando um candidato favorito aparece mal em um levantamento, como se pudesse existir pesquisa do futuro. Ainda que isso fosse possível, as pessoas poderiam mudar de opinião posteriormente.

A cereja do bolo são parlamentares que, na média, não trabalham nem em regime 1×6, recebem benesses financeiras que se aproximam de um milhão de reais por mês e, ainda assim, criam empecilhos para não aprovar uma jornada semanal de 5×2 para milhões de pessoas que recebem um salário mínimo. Detalhe: eles conseguem juntar milhares de dólares e euros apenas com diárias recebidas. Isso reforça a tese de um colunista que costumava dizer que o Brasil perde muito mais quando os parlamentares trabalham.

(*)Pedro Cardoso da Costa

Interlagos – SP

“NÃO EXISTE DEMOCRACIA ONDE O VOTO É OBRIGATÓRIO”

Grave colisão entre dois veículos deixa feridos na Avenida São Sebastião em Parnaíba’

Um grave acidente envolvendo dois veículos movimentou as equipes de resgate na noite dessa terça-feira (26), na Avenida São Sebastião, uma das principais vias de Parnaíba. O fato ocorreu no cruzamento com a Rua Benedito dos Santos Lima, no bairro Nossa Senhora de Fátima.

Grave colisão entre veículos é registrada em Parnaíba.
Fotos: reprodução.

De acordo com informações preliminares, o impacto da colisão foi tão forte que deixou duas pessoas feridas. Uma das vítimas ficou presa às ferragens do automóvel, exigindo uma operação delicada e rápida do Corpo de Bombeiros para realizar o desencarceramento.

Para garantir a segurança dos socorristas e motoristas que passavam pelo local, equipes da Polícia Militar isolaram a área e controlaram o tráfego, que ficou parcialmente lento durante a ocorrência.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, prestou os primeiros socorros ainda no local e encaminhou as duas vítimas ao Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA).
Até o momento, não há informações oficiais sobre o estado de saúde atualizado dos feridos. As causas reais do acidente ainda serão investigadas pelas autoridades competentes após a realização da perícia no local.
Câmera registra colisão entre carros.
Vídeo: reprodução. (infocopiaui)

Lula destina equivalente a 0,73% do lucro anual das organizações criminosas para combatê-las

Lula e seu factoide, o “Brasil Contra o Crime Organizado” (Foto: SEAUD)

O “Programa Brasil contra o Crime Organizado”, que Lula lançou ontem (12) para ter o que dizer nas eleições de outubro, não deve produzir nem mesmo cócegas nas organizações criminosas. O investimento prometido por Lula para o “combate a facções”, no valor de R$1,065 bilhão, é uma enganação. Essa quantia, a ser aplicada em inteligência e capacidade operacional das forças policiais, é uma gota no oceano dos bandidos: o lucro anual das organizações criminosas é estimado em R$146,8 bilhões.

Dados

O lucro anual foi apontado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no documento “Follow the Products”, de fevereiro de 2025.

Ponta o iceberg

A grana dos bandidões é muito maior. Os R$146,8 bilhões somam só quatro pilares de produtos explorados e não inclui tráfico de drogas.

Quase agiotagem

Se estados e municípios quiserem uma fatia dos R$10 bilhões a mais do programa, aí terão de pagar financiamento a cargo do BNDES.

Juntando poeira

A desconexão de Lula com o tema é tão grave que a PEC da Segurança está na gaveta de Davi Alcolumbre há dois meses. Nem relator tem.(Cláudio Humberto)

Florentino Neto e Gracinha Mão Santa “nas cabeças”(do leitorado): O parnaibano reconhecendo suas verdadeiras lideranças

O Instituto Amostragem, do parnaibano Batista Teles, constata mais uma vez, em pesquisa de opinião pública divulgada nesta sexta feira, que o parnaibano sabe reconhecer quem,  realmente, por aqui possue vínculos profundos, conhece Parnaíba, sabe de seus problemas e se envolve, de corpo e alma, na busca de soluções para saná- los.

A deputada estadual de primeiro mandato Gracinha Mão Santa e o deputado Florentino Neto, também pela primeira vez exercendo mandato na Câmara Federal, disparam na primeira colocação, com mais do triplo de vantagem na preferência dos eleitores, comparados aos números dos segundos colocados nas duas esferas- estadual e federal.

Florentino Neto

Diante de um pleito tão acirrado como o que se vislumbra para outubro próximo, não deixa de ser alentador um resultado destes, já recorrente, onde seus conterrâneos demonstram estarem atentos ao trabalho de cada um – tanto da Gracinha quanto do Florentino Neto. Os dois demonstraram, em suas redes sociais, satisfação plena com este resultado e prometem intensificar o trabalho, por entenderem que jamais poderão decepcionar quem lhes confiou o voto, não obstante a concorrência de outras lideranças que utilizam de todos os meios, alguns supostamente até escusos, para se fazerem reconhecer também como alguém de identidade e ligações autênticas com o município e com seu povo. (Bernardo Silva)

Em Piracuruca, Florentino fará dobradinha com Sárvia Mendes

Nesta noite de Terça-feira o Deputado Florentino Neto esteve em Piracuruca, onde conversou com o Prefeito Marcelo Jatobá e com a Vereadora Sárvia Mendes. 
Florentino retratou aos dois sua alegria em ver a grande possibilidade da Vereadora Sárvia vir a ser candidata a Deputada Estadual, pois o parlamentar sabe de sua aceitação popular, além de reconhecer que ela será mais uma mulher representando o Norte do Estado. 
Sárvia foi eleita duas vezes para o cargo de Vereadora e, até recentemente, exerceu a missão de comandar a Secretaria Municipal de Saúde, oportunidade em que fez com o Deputado Florentino parcerias que muito beneficiaram a população de Piracuruca e de municípios vizinhos.
Enquanto Sárvia milita no MDB, Florentino segue pelo PT, partidos que estarão coligados em defesa da reeleição de Rafael Fonteles.

Prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel confirma apoio à reeleição de Rafael Fonteles

Rafael Fonteles fecha parceria política com Francisco Emanuel. | Foto: Divulgação

prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel (PP), anunciou alinhamento político ao projeto de reeleição do governador Rafael Fonteles (PT). A movimentação amplia a sustentação do Governo do Estado na região litorânea.

ARTICULAÇÃO POLÍTICA

O apoio do gestor municipal ocorre em meio às articulações para o próximo pleito e deve intensificar a aproximação entre as administrações estadual e municipal. A expectativa é de fortalecimento de parcerias voltadas a áreas estratégicas, como infraestrutura, saúde, turismo e desenvolvimento econômico.

ENCONTRO EM BRASÍLIA

A formalização do alinhamento aconteceu nesta segunda-feira (23), durante agenda em Brasília. Na ocasião, o prefeito participou, ao lado do governador, da cerimônia do Selo Ouro do Compromisso Nacional com a Alfabetização.

RECONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO

Parnaíba está entre os 128 municípios piauienses contemplados com a certificação concedida pelo Ministério da Educação. O reconhecimento destaca avanços nos indicadores educacionais, especialmente na alfabetização na idade adequada. (Francy Teixeira/MN)

Num país com fila por saúde, jogam remédios no fogo

140 mil no lixo

O Ministério da Saúde incinerou medicamentos de altíssimo custo em 2025, incluindo drogas contra leucemia e linfoma ainda dentro da validade. Em um país com fila por tratamento, a cena é um tapa na cara do paciente.

Foto: Receita médicaJuiz suspende norma que autoriza farmacêuticos a prescreverem remédios

Remédios estragados enquanto o povo não tem como comprá-los. Os burocratas jogam fora

R$ 108 milhões viraram fumaça

Vacinas, insumos e medicamentos foram queimados pelo próprio governo. Do total, R$ 18,5 milhões estavam válidos. Erro de gestão, logística falha e dinheiro público indo para o forno.

Comprou por ordem da Justiça, jogou fora depois

Itens adquiridos via judicialização acabaram incinerados por falta de planejamento e redistribuição. Compra-se caro para cumprir decisão judicial, mas não se garante uso eficiente do estoque.

Governo nega desperdício, mas não prova ressarcimento

A pasta diz que produtos “não conformes” são repostos ou ressarcidos, mas não esclarece se houve estorno no caso dos itens válidos que foram incinerados. Transparência segue em falta.(Portalaz)

Lula dá a ministro do STF tratamento de ‘auxiliar’ poibido de ‘contaminar’ o patrão

Ministro Dias Toffoli (STF) e o presidente Lula (PT)

Lula (PT) tem dito, segundo assessores, que Dias Toffoli deveria também “sair do STF para não contaminar o governo”. A frase reveladora não é crítica ao ministro, mas a confissão de que, para ele, o STF não é Poder independente, mas uma espécie de departamento do Planalto, órgão auxiliar, que não pode “contaminar” o governo com suas malfeitorias. Sem respeitar a separação de poderes, Lula passou a querer a vaga de Toffoli como se fosse cargo de confiança, demissível a qualquer tempo.

Assessoria a postos

Lula trata o STF como braço estendido do Executivo, convocando seus ministros para reuniões, almoços e jantares excluídos da agenda oficial.

Braço estendido

A oposição diz que essas reuniões discutem da blindagem de aliados ao Código de Conduta, passando por iniciativas contra adversários de Lula.

Só no pé do ouvido

No Consórcio nada consta nas agendas oficiais, tudo é combinado nos bastidores, longe de celulares, de holofotes e do escrutínio da sociedade.

Olho nas eleições

Lula impõe aos parças o modelo de governabilidade em que o Judiciário não julga, acompanha. Tampouco interpreta a lei e sim a conveniência.(Cláudio Humberto)

Novas regras do Pix entram em vigor hoje; veja o que muda

Novas regras do Pix entram em vigor hoje; veja o que muda
Boletos podem ser pagos por Pix

A partir desta segunda-feira (2), bancos passaram a adotar novas regras de segurança do Pix. Entrou em vigor a versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que amplia o rastreamento de recursos e acelera a restituição de valores em casos de fraude, golpe ou falha operacional.

O que aconteceu

Os bancos passaram a ser obrigados a cumprir novas normas de segurança do Pix com a entrada em vigor do MED 2.0, mecanismo criado pelo Banco Central para facilitar a devolução de valores transferidos de forma fraudulenta. A principal mudança está no aprimoramento do rastreamento do dinheiro movimentado.

Antes, a devolução só podia ser iniciada a partir da conta diretamente envolvida no golpe. Como fraudadores costumam sacar ou pulverizar rapidamente os valores, o rastreio era interrompido em pouco tempo. Com as novas regras, o sistema passa a acompanhar o caminho do dinheiro com mais precisão, permitindo a recuperação dos recursos mesmo após eles terem saído da conta original.

Segundo o Banco Central, as informações obtidas durante o processo serão compartilhadas entre as instituições participantes da transação. Esse intercâmbio possibilita a devolução dos valores em até 11 dias após a contestação feita pela vítima.

Desde outubro, bancos e instituições financeiras já oferecem, em seus aplicativos, a opção de contestação direta de transações Pix, sem a necessidade de atendimento humano. Esse canal é o meio oficial para solicitar a devolução em casos de fraude e tende a dar mais agilidade ao processo, aumentando as chances de ainda haver saldo disponível para restituição.

Outra mudança relevante é o bloqueio imediato de contas denunciadas por fraude. Antes, havia uma etapa prévia de análise. Agora, o bloqueio ocorre automaticamente, com a apuração realizada em seguida, o que dificulta a dispersão dos valores.

O Banco Central avalia que o novo modelo fortalece a cooperação entre instituições financeiras, reduz o uso recorrente de contas em esquemas criminosos e torna o Pix mais seguro para os usuários.

Moradores reclamam de falta de água no litoral do Piauí em plena alta estação

Empresários da região diz que o desabastecimento gera prejuízos e compromete a imagem turística do litoral piauiense
Empresários da região diz que o desabastecimento gera prejuízos e compromete a imagem turística do litoral piauiense

Moradores de Luís Correia e Parnaíba relataram falta de água nos últimos dias, justamente durante o período de alta estação, quando o litoral do Piauí recebe um grande número de turistas. As reclamações se intensificaram nas redes sociais, onde moradores relataram dificuldades para realizar atividades básicas e atender visitantes.

Segundo os relatos, o problema atingiu bairros residenciais e áreas turísticas, afetando casas, comércios e pequenos empreendimentos que dependem do abastecimento regular de água, especialmente nesta época do ano. Para quem vive na região, a situação não é novidade. Segundo empresários da região, o desabastecimento gera prejuízos e compromete a imagem turística do litoral piauiense. No instagram da companhia, moradores reclamaram de falta de água antes mesmo da véspera de Natal e se mostraram preocupados com o que pode acontecer durante o Reveillon. 

Procurada, a concessionária Águas do Piauí negou que as cidades tenham ficado mais de um dia sem abastecimento contínuo. Em nota, informou que a falta de água registrada em Parnaíba, a partir do dia 23 de dezembro, foi causada por instabilidade prolongada no fornecimento de energia elétrica, identificada durante a madrugada. As oscilações comprometeram sistemas essenciais de captação, tratamento e bombeamento de água, impactando temporariamente o abastecimento em diferentes pontos da cidade.

Para atender casos de emergência, como a  Clínica de Nefrologia e Hemodiálise de Parnaíba (UNIRIM), a concessionária disse que disponibilizou, de forma imediata, o serviço de carro-pipa com água potável, “atendendo rigorosamente a todos os padrões de potabilidade exigidos pelos órgãos reguladores. A oferta do serviço, no entanto, foi recusada pela clínica.”

Para evitar falta de abastecimento, a concessionária está executando a Operação Águas no Litoral, com o uso de 12 geradores de energia. “Os equipamentos operam preventivamente nas noites dos dias 24 e 31 de dezembro, em pontos estratégicos como captações e Estações de Tratamento de Água, garantindo a continuidade da operação. A operação também inclui medidas que ampliam a produção de água em até 140 mil litros por hora e aumentam a capacidade de reservação em cerca de 1 milhão de litros, além do reforço das equipes de plantão para atuação imediata em situações emergenciais.”, diz a nota da Águas do Piauí.

A Águas do Piauí informa ainda que mantém canais de atendimento funcionando 24 horas por dia, por meio do telefone e WhatsApp 0800 223 2000, além do aplicativo Águas App, para registro de ocorrências e esclarecimento de dúvidas da população. 

Uma leitura emocional sobre o Natal e o Ano Novo

Mensagens de Natal e Ano Novo para espalhar alegria e otimismo - Mundo das  Mensagens

Muitos se sentem animados, felizes e otimistas com a virada de calendário. Aproveitam e se jogam nas festas e confraternizações de fim de ano. No entanto, tem uma parcela grande de pessoas que não se sentem animadas e até repugnam as comemorações coletivas que abraçam e envolvem o mês de dezembro em uma atmosfera de grandes festividades.

A chegada de um novo ano, traz consigo uma mescla de sentimentos que nos envolve. Porém, nem todas as pessoas se identificam com essa época do ano.

Natural que aquelas que tenham sofrido situações traumáticas ao longo do ano ou mesmo em épocas como essa, tenham maior dificuldade em encarar os últimos dias como o encerramento de um ciclo e enxergar a expectativa de um novo ano que gera a oportunidade de um recomeço com novas possibilidades e objetivos.

Nem todos conseguem se desvencilhar de dores enraizadas e alimentam medos, frustrações e receios em relação a toda e qualquer mudança.

Solidão, isolamento de família e amigos por não se sentir à vontade para socializar, podem também ser justificativas para não se animar com o período das festas.

Alguns repulsam por classificar a época como um período de alto consumo materialista, desmistificando o verdadeiro espírito natalino. Além disso, muitos sinalizam depressão, ansiedade e angústia neste mês de festas.

 No entanto, sabemos que ninguém é obrigado a gostar ou sentir prazer com o Natal e Ano novo. Não existe uma rotulação de que, só é “Normal” aquele que acompanha os padrões sociais em “Amar” confraternizações.

A grande questão é: quanto mais amadurecidos somos, mas entendemos que nossa existência se tornará mais equilibrada, quando agimos com maior flexibilidade frente aos dissabores da vida. É preciso paciência, resiliência para lidar com os incômodos em um mundo inóspito e repleto de aborrecimentos.

A virada de ano para muitos também é o momento de sonhos, porém, é preciso pesar aspectos positivos e negativos, reconhecendo as coisas boas que aconteceram, valorizando e sendo grato a cada ação realizada ou a cada feito conquistado. Sua dedicação e foco devem ser considerados e potencializados para estimular os aprendizados, sem lamentações.

Que possamos estar abertos para discordar de nós mesmos, modelar nossa visão de mundo de acordo com os fatos, e não os fatos de acordo com nossa visão de mundo, pois as nossas crenças, verdades e respostas absolutas não são o único caminho para se achar sentido na vida; outras possibilidades podem existir além do significado que nós mesmos damos.

E que juntamente com os fogos que brilham e anunciam a chegada de um novo ano, possamos estar com nossa mente e corações cheios de esperança, alegria, amor e perspectivas de sermos e fazermos o melhor sempre.

Porém, não caia na armadilha de se deixar levar pela ilusão de que temos a obrigação de estar sempre feliz. Essa configuração de compromisso de uma alegria plena, apenas cria frustração. O mais importante é encarar suas expectativas e fazer um balanço do que pode ser melhor planejado, para que a harmonia, leveza e autoconhecimento sejam seus aliados no próximo ano.

Portanto, a palavra-chave é RESILIÊNCIA. Não se nasce forte, torna-se! Ame, chore, grite, sorria, festeje, reflita e se permita descobrir o verdadeiro significado da virada de ano.

 Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que nos sentimos emulados a uma renovação.

Dra. Andréa Ladislau / Psicanalista

Como a Câmara facilitou a vida do crime organizado

Deputado federal Merlong Solano

Por Merlong Solano(*)

A aprovação, pela Câmara dos Deputados no último dia 18 de novembro, do Projeto de Lei 5582/2025 – conhecido como PL Antifacção – representa muito mais do que uma simples alteração legislativa. Sob o pretexto de endurecer penas, o texto aprovado, de relatoria do deputado bolsonarista Guilherme Derrite (PP-SP), configura um grave retrocesso que, na prática, desmonta instrumentos cruciais de investigação e protege os interesses do crime organizado que diz combater.

A proposta original, enviada pelo presidente Lula e construída ao longo de seis meses sob a coordenação do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, partia de um eixo estratégico inteligente: atacar o financiamento das organizações criminosas. Era um projeto estruturado para atingir o “andar de cima” do crime, onde se encontram os líderes e seus aliados de colarinho branco. O substitutivo aprovado, no entanto, vira essa lógica de cabeça para baixo.

Movido por um viés político-ideológico, o novo texto desfigura a proposta do Executivo e cria um monstrengo jurídico que beneficia criminosos, asfixia financeiramente as principais instituições de combate ao crime, como a Polícia Federal, e joga o sistema de segurança pública em um perigoso cenário de insegurança jurídica e fragmentação.

Um dos pontos mais críticos do projeto aprovado é o enfraquecimento deliberado da Polícia Federal e da Receita Federal. A retirada de recursos do Fundo Nacional de Aparelhamento da PF e de outros fundos que sustentam a política nacional de segurança, como o FNSP e o FUNPEN, é um ataque direto à capacidade operacional da principal instituição policial do país. Paralelamente, a proposta dificulta bloqueios de bens, enfraquecendo justamente o combate ao fluxo financeiro do crime, fulcro central da proposta original.

Além do desmonte orçamentário, o texto cria brechas legais que serão amplamente exploradas pela defesa dos criminosos. A substituição do tipo penal “Organização Criminosa Qualificada”, bem delineado no projeto do governo, por um conceito vago e inédito de “domínio social estruturado”, é uma porta aberta para a impunidade. Essa invenção do relator, não devidamente caracterizada, garantirá aos advogados dos chefes do crime organizado uma série de recursos para protelar processos e até mesmo inviabilizar condenações.

Enquanto o crime organizado atua em rede, com operações integradas em nível nacional e internacional, o PL aprovado na Câmara fortalece a estadualização das ações de segurança. Ao reduzir a capacidade de articulação do Ministério da Justiça, o projeto conduz ao isolamento e à fragmentação das operações em âmbito estadual. Essa desintegração é um presente para facções como o PCC e o Comando Vermelho, que operam justamente explorando as lacunas e a falta de coordenação entre as forças estaduais.

Diante de tantos retrocessos, uma pergunta inevitável se impõe: é mera coincidência que um projeto que amordaça a Polícia Federal seja aprovado justamente no momento em que as investigações da PF atingem o coração do sistema financeiro, como ficou evidente nas operações que investigaram fintechs ligadas ao PCC e, mais recentemente, o Banco Master.

Ficou claro que o projeto  aprovado é parte de uma estratégia de setores que querem desestruturar o trabalho da PF e proteger grupos poderosos atingidos por investigações recentes, como as que envolveram o Banco Master.

A bancada do PT votou contra este substitutivo por entender claramente os riscos que ele representa para a segurança do país. A esperança agora reside no Senado Federal, que tem a responsabilidade e o dever de rejeitar esse retrocesso e restabelecer um marco legal que, de fato, fortaleça o Estado no combate à criminalidade. Operações como a Carbono Oculto, que investigou a máfia dos combustíveis, ou a que apura o caso Banco Master, são essenciais para a democracia. Elas devem continuar, queiram ou não alguns parlamentares. A sociedade brasileira não pode pagar o preço de uma lei aprovada de qualquer jeito.

(*) Merlong Solano é deputado federal (PT-PI) e vice-líder da Bancada do PT na Câmara

Setembro Amarelo: SESI promove palestra sobre Prevenção ao Suicídio

 Como uma forma de promover mais uma importante campanha de saúde, o SESI-PI, realiza na sexta-feira, dia 12 de setembro, no auditório da FIEPI, centro de Parnaíba, uma manhã dedicada a muita informação e dica de saúde, com a realização de palestra, workshop e oficina, abordando a importante temática de “Prevenção ao Suicídio. 

O SESI- PI, através de seu departamento de saúde, está sempre engajado em importantes campanhas de saúde, como uma forma de prevenir e proporcionar uma melhor qualidade de vida ao trabalhador da indústria e a população em geral. E agora, com o mês de setembro, dedicado a Prevenção do Suicídio, mais uma vez, o SESI, vai propagar ainda mais a temática, com um evento que vai fortalecer as práticas de prevenção à saúde no ambiente do trabalho.  

O evento terá início, a partir das 8:30 da manhã, com a realização da palestra, “Prevenção ao Suicídio”, que será ministrada pela psicóloga Taís Fontenele. E seguindo a programação, a enfermeira do Trabalho do SESI, Larissa Lima, apresentará o PORTIFÓLIO SESI, onde vai exibir os trabalhos, experiências e atividades da entidade. O evento será finalizado com a oficina “Entendendo os Riscos Psicossociais no Trabalho”, coordenada pela Técnica de Segurança do Trabalho do SESI, Juliene Paz. 

Desfiles militares no Dia da Independência. Hora de mudar essa comemoração.

Por:Pádua Marques(*)

Ninguém me convence hoje ao contrário, de que esse modelo de comemoração da independência do Brasil todo dia 7 de setembro com desfiles de tropas e de escolas públicas e particulares com características militares é simplesmente ridícula nos dias atuais. Lembra os velhos e infelizes tempos idos e vividos pelos países latino americanos a partir do Panamá, da América Central e do Caribe para baixo, passa pela América do Sul, onde está o Brasil e seus vizinhos, Venezuela, Chile, Argentina e até o último no final da fila, o Uruguai.

Essa prática vem de países com costumes culturais e políticos que nesse século passado infestaram o continente com suas ditaduras e caudilhos, sempre idolatrados, bajulados ao extremo e tiveram nas suas forças armadas a sustentação de poder. Repúblicas que tiveram seus ditadores insepultos, populistas, ditos pais dos pobres e tantos outros títulos.

Se eu um dia chegasse a ser presidente da República, o que é difícil imaginar, situação que nunca me passou pela cabeça a partir do desejo de entrar na política e subir em palanque e ser caudatário, estimularia a população e as instituições para que comemorassem o Dia da Independência do Brasil do jeito que comemoram o Carnaval, sem essa falsa demonstração de força.

Nada de desfiles de tropas com seus equipamentos bélicos, canhões velhos, tanques ultrapassados, cavalaria cagando no asfalto para todo mundo ver e achar bonito, os paraquedistas saltando de aviões e deixando o povo de boca aberta, esse povo isolado por bloqueios, suados e com sede a manhã inteira e mesmo assim achando tudo aquilo repetido, a maior das novidades.

Nada de colégios com seus estudantes perfilados em pelotões, as fanfarras naquela batida ensurdecedora, mas mesmo assim servindo para que um aqui e outro ali corra com o celular para tirar uma foto. Nada de crianças fantasiadas de príncipe dom Pedro, da princesa Leopoldina, do velho José Bonifácio com sua peruca de juiz inglês dos tempos da rainha Elizabeth.

Nada de trazer os últimos sobreviventes dos pracinhas brasileiros que foram à Itália na Segunda Guerra. Muitos já andando de muletas ou em cadeiras de rodas, moucos, mas com o peito coberto de condecorações. Tudo isso, essa cena tão remota e ao mesmo tempo deprimente, não é mais compatível com o mundo moderno e a sociedade moderna, a juventude com seus estudantes universitários, a tecnologia da informação, os costumes e a arte.

Esse negócio de desfile militar do Dia da Independência em 7 de setembro deveria ter ficado no passado. Aquele povo, pais ou mães trazendo seus filhos, tias velhas trazendo seus sobrinhos para assistirem ao desfile das Forças Armadas, dos colégios militares, das agora escolas cívico-militares. O mesmo desfile de todos os anos com aquele terror de sol queimando o couro da cabeça. E o povo esticando o pescoço para bater palmas para esse ou aquele pelotão onde está um soldado ou um bombeiro seu vizinho.

Nada de filho ou sobrinho fantasiado de escravo em cima de uma carroça puxada a burro e carregada de cana e sendo chicoteado por um capataz. Tudo aquilo, aquele espetáculo repetido, tentando mostrar uma história do Brasil que o sujeito não viveu, mas apenas ouviu falar.

E a gente se transporta para países totalitários como a Rússia, a China, a Coreia do Norte e outros mais, até aqui na vizinhança, que só conhecem a força bruta e são nações muito distantes da democracia e da liberdade. O dia 7 de setembro deveria ser um dia de muita festa, igual no Carnaval, Natal e no Ano Novo, nas comemorações dos jogos do Campeonato Brasileiro e da Copa do Mundo.

Todo mundo na rua, nas praças, parques, avenidas, vestidos do jeito que bem entendessem, realizando suas habilidades artísticas, científicas, reivindicando, cantando, praticando seus esportes preferidos, conversando assuntos com ou sem importância, enfim, uma grande confraternização, alguns vendendo suas garrafinhas de água, tomando sua cerveja, vendendo ou comendo seu pastel ou chupando um picolé.

Essa é a liberdade desejada! Nada de uma falsa demonstração de força com desfile de tropas, cães amestrados, batalhões de choque, colégio de freiras marchando, recrutas pisando uns nos calcanhares dos outros, ambulâncias do SAMU, escoteiros. Tem que ser festa igual no Natal e no Ano Novo, sem hora de voltar para casa, todo mundo descontraído. Vamos deixar esse negócio de marcha, desfile militar no passado, com aqueles generais e almirantes nos palanques cochilando em pé. Não existe mais tempo e nem espaço dentro da modernidade para esse tipo de comemoração da independência do Brasil.

(*)Pádua Marques é jornalista, cronista, contista, romancista e ecologista

Qual a diferença entre a Lava Jato e o massacre a Bolsonaro na imprensa? Nenhuma

A Lava Jato, hoje condenada, era quem ditava os editoriais de telejornais e jornais impressos. Com rios de dinheiro em delações e denúncias de corrupção, Sérgio Moro foi transformado em super-herói nacional e premiado, sobrevoando o céu do Brasil como se fosse o salvador da pátria. Hoje, a operação parece uma novela reprisada, apenas com novos atores. 

Vale lembrar o vazamento do áudio de Dilma Rousseff, em 2016, combinando a nomeação de Lula como ministro , proibido pelo STF ,  e tratado pela imprensa como escândalo nacional. Agora, no caso de Bolsonaro, vazam conversas privadas dele com filhos e aliados, além de documentos sobre suposto pedido de asilo político, imediatamente traduzidos pela mídia como “plano de fuga”. O contraste é evidente: a ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, foi trazida ao Brasil em avião da FAB para viver em exílio, sem a mesma escandalização midiática 

A pergunta que fica é: será que, no futuro, os métodos usados hoje para atacar Bolsonaro , sem acusações concretas de corrupção ,  também serão revistos e condenados, assim como os da Lava Jato? Na Lava Jato, o alvo era a corrupção. No caso de Bolsonaro, o que se vê é um “golpe sem golpe”. (Silas Freire)