
Em apenas 2 anos construtora de irmão do Senador Marcelo recebeu 3 bilhõs do governo do Piauí


Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Veritá, com atuação em diversos estados do país e reconhecido pelo histórico de acertos eleitorais, apresenta um cenário bem diferente daquele mostrado por institutos que atuam no Piauí e frequentemente são contratados por estruturas ligadas ao Palácio de Karnak. Realizado entre os dias 13 e 19 de março de 2026, com 1.220 entrevistados e registrado na Justiça Eleitoral (TSE/TRE-PI), o levantamento aponta que o governador Rafael Fonteles tem 51,2% das intenções de voto na pesquisa estimulada, enquanto Joel Rodrigues aparece com 32,4%. Apesar da liderança, a diferença é consideravelmente menor do que a apresentada por outros institutos locais.

Na pesquisa espontânea, o cenário se estreita ainda mais: Rafael Fonteles registra 52,9%, contra 41,1% de Joel Rodrigues, indicando crescimento expressivo da oposição e redução significativa da vantagem do atual governador. Outro dado relevante é a rejeição: Rafael Fonteles aparece com 35,3%, enquanto Joel Rodrigues tem 25,9%, o que sugere maior potencial de crescimento eleitoral do candidato oposicionista. Os números contrastam com pesquisas realizadas por institutos como DataMax, Credibilidade, Senso e Amostragem, que vêm apontando diferenças mais amplas em favor do atual governo. A divergência levanta questionamentos sobre a leitura do cenário eleitoral no Piauí.
Enquanto levantamentos locais indicam ampla vantagem, o Instituto Veritá revela um quadro de crescimento consistente da oposição e maior competitividade na disputa. Diante desse contraste, aumenta a pressão por mais transparência na divulgação das pesquisas e maior rigor na fiscalização por parte da Justiça Eleitoral, já que os números têm impacto direto na formação da opinião pública. (Silas Freire)
A mais recente pesquisa do Instituto Veritá para o Senado Federal no Piauí escancara um cenário completamente diferente daquele apresentado por institutos piauienses que vêm sendo contratados por estruturas políticas ligadas ao Palácio de Karnak. No principal cenário estimulado, o senador Ciro Nogueira lidera com 38% das intenções de voto, seguido por Marcelo Castro, com 26,2%, e por Thiago Junqueira, que aparece com 12,8%. Em outro cenário testado pelo instituto, com a presença de Júlio César, a liderança de Ciro Nogueira se mantém, reforçando sua posição à frente dos principais concorrentes ligados ao grupo governista.

Na pesquisa espontânea, os números são ainda mais contundentes: Ciro Nogueira aparece com 47,4%, contra 30,4% de Marcelo Castro, enquanto Júlio César registra apenas 6,6%. O levantamento, realizado entre os dias 13 e 19 de março de 2026, com 1.220 entrevistados e registrado no TSE e no TRE-PI, desmonta a narrativa de ampla vantagem dos candidatos ligados ao governo estadual, frequentemente sustentada por pesquisas divulgadas por institutos locais. Institutos como DataMax, Credibilidade, Senso e Amostragem vêm apresentando cenários que destoam fortemente dos dados de um instituto de alcance nacional, levantando suspeitas sobre a consistência metodológica e a finalidade desses levantamentos.
A discrepância entre os números expõe o que analistas já apontam como uma tentativa de influenciar a opinião pública por meio de dados inflados, criando uma percepção artificial da realidade eleitoral no Piauí. Diante desse cenário, cresce a pressão para que órgãos de controle e a própria Justiça Eleitoral aprofundem a fiscalização sobre institutos que atuam no estado, garantindo transparência e confiabilidade em um instrumento essencial para a democracia. (Silas Freire)

Moradores do bairro de Fátima, em Parnaíba, denunciam as condições precárias de um trecho da Rua Marechal Pires Ferreira, que há bastante tempo apresenta problemas estruturais e dificulta o acesso de pedestres e veículos.
Segundo relatos, a situação se agrava tanto em períodos de chuva quanto em dias secos, tornando o tráfego complicado e gerando transtornos constantes para quem precisa utilizar a via, especialmente nas proximidades do mercado do bairro.
A comunidade afirma que o problema é antigo e pede ações urgentes por parte do poder público municipal para recuperação da via. Além dos transtornos diários, há preocupação com possíveis acidentes devido às condições do local.
Fotos PCMoradores também fazem críticas à administração do prefeito Francisco Emanuel, citando dados de uma pesquisa recente que apontaria alto índice de aprovação da gestão. Para parte da população, situações como essa evidenciam a necessidade de maior atenção a demandas estruturais nos bairros.
A expectativa é que o problema seja solucionado o quanto antes, garantindo melhores condições de mobilidade e segurança para todos que utilizam a via.
O preço da desistência
Se, por esses dias, você ver no Diário Oficial da União a nomeação do deputado Oliveira Neto em cargo federal, no Ministério da Ação Social, já sabe a razão. É o pagamento pela cessão da vaga de candidato a deputado estadual para Vinícius, filho de Wellington Dias.
Foto: Alepi![]()
É sério ou não é?
Mas se imagina que isso seja boato por se acreditar que o jovem deputado seja sério e não irá se submeter a essa patifaria.
Não é mesmo?
O episódio da candidatura de Vinícius Dias a deputado estadual escancarou a disputa interna no PT. E mexeu nos interesses de Wellington e nas forças contrárias a ele.
As forças contrárias ao índio
Os movimentos recentes do Partido dos Trabalhadores no Piauí revelaram algo que já vinha sendo percebido nos bastidores: as forças contrárias aos desejos do senador Wellington Dias continuam dando as caras. E não de forma discreta — mas pública, ruidosa e politicamente custosa.
A trama de Fábio Novo
O presidente do partido, deputado estadual Fábio Novo, veio a público afirmar que não havia condições políticas para que o filho do senador disputasse uma vaga na Assembleia Legislativa. A declaração não foi ambígua. Foi direta. Foi política. E foi interpretada como um sinal claro de resistência dentro do próprio PT à influência e às decisões de Wellington Dias.
Mas Fábio terminou recuando
Mas a política, especialmente quando envolve lideranças de peso, raramente permite declarações definitivas. Menos de 24 horas depois, o que se viu foi um movimento típico de contenção de danos:uma verdadeira operação de apagar incêndio, articulada diretamente a partir do Palácio de Karnak.O recuo foi rápido.Silencioso.E revelador.
Porque o governador Rafael Fonteles já percebeu algo fundamental: qualquer tipo de conflito público com Wellington Dias gera desgaste político imediato — e desgaste, em ano pré-eleitoral, se traduz em perda de votos. Não se trata apenas de respeito institucional. Trata-se de cálculo político.
Rafael é matemático, pode não saber fazer contas para ajeitar a economia do Estado, mas sabe que Wellington continua sendo uma liderança com capilaridade, memória eleitoral e influência real dentro do partido e fora dele. Criar atrito com essa liderança não fortalece o governo — fragiliza.
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Decisão pragmática
Por isso, a decisão de liberar espaço na chapa para Vinícius Dias foi praticamente automática. Foi uma decisão pragmática. Não ideológica. Não programática. Mas eleitoral. Ao mesmo tempo, o episódio revelou outra fissura importante: os deputados do PT parecem cada vez mais preocupados consigo mesmos.
Não há projeto coletivo
Cada mandato virou uma trincheira. Cada vaga, uma disputa individual. Cada decisão, um cálculo de sobrevivência política. No PT não há projeto coletivo visível. Há autopreservação. (Portalaz)
O presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, aproveitou o feriado da Semana Santa no litoral do Piauí e ficou “apaixonado” por Barra Grande, um dos principais destinos turísticos do estado. A visita ocorreu ao lado do senador Ciro Nogueira (PP), reforçando a proximidade entre as lideranças que hoje comandam a federação partidária com maior força no Congresso Nacional.
Ciro e Rueda estão à frente de um bloco que reúne a maior bancada do país, com 103 deputados federais e 12 senadores, consolidando peso estratégico nas articulações políticas em Brasília. Apesar disso, o grupo ainda não definiu qual será o posicionamento na eleição presidencial de 2026.
Segundo o senador piauiense, a decisão ainda deve levar tempo. “Vai demorar um pouco. Ou apoia Flávio ou fica livre”, afirmou Ciro Nogueira, sinalizando que a federação pode tanto caminhar com um nome específico quanto liberar suas lideranças nos estados.
Nos bastidores, a indefinição mantém o grupo no centro das negociações nacionais, sendo visto como peça-chave para a formação de alianças na próxima disputa presidencial. Enquanto isso, no Piauí, o encontro em clima descontraído reforça a articulação política em meio ao feriado. (180graus)

Após atender a expectativa de Lula (PT) de deletar a CPMI do INSS, além de vetar a prorrogação e sepultar a quebra de sigilo do seu filho, o Supremo Tribunal Federal (STF) enfrenta outra cobrança, segundo fontes e interlocutores do processo: derrubar a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Fabio Luiz, o Lulinha, ordenada pelo ministro André Mendonça a pedido da Polícia Federal. O petista estava enfurecido, sem saber como reagir à CPMI, quando o STF resolveu o problema para ele.
Lula comemora o que chama na intimidade de “parceria”, mas quer mais e estranha quando ponderam seria “excessivo” desautorizar Mendonça.
Muito nervoso nas últimas semanas, Lula comandou pessoalmente e aos gritos o plantão de políticos do PT para derrubar o relatório da CPMI.
A pose constrangedora de petistas celebrando o fim das investigações foi enviada a Lua ainda na madrugada tipo “missão dada, missão cumprida”.
A mentira contra o relator Alfredo Gaspar é uma velha estratégia petista na política e sindicatos: ofender para tumultuar e tentar virar a votação.(Cláudio Humberto)
O Sábado de Aleluia no Piauí, tradicionalmente marcado pela malhação de Judas, ganhou neste ano um tom mais duro e abertamente político. Em cidades como Parnaíba, os bonecos expostos pela população trouxeram nomes conhecidos da política estadual, refletindo um cenário crescente de insatisfação popular com promessas não cumpridas, aumento da carga tributária e decisões administrativas controversas.
Entre os principais alvos estão o prefeito Francisco Emanuel e o governador Rafael Fonteles, escolhidos por moradores como símbolos de críticas acumuladas ao longo do último ano. A escolha segue a lógica histórica da tradição: o Judas representa, de forma simbólica, figuras vistas como responsáveis por frustrações coletivas.
No caso do governo estadual, as críticas se concentram em uma série de temas que vêm gerando repercussão. Um dos pontos mais citados é a política relacionada à energia, especialmente discussões sobre cobrança de encargos ligados à geração distribuída, como a energia solar. A proposta de ajustes na legislação e a manutenção de tributos têm provocado reações de consumidores e especialistas, que questionam o impacto dessas medidas no bolso da população .
Outro tema que gerou frustração foi o projeto de hidrogênio verde no litoral do estado, anunciado como um dos maiores investimentos na área de energia limpa. O empreendimento, no entanto, não avançou como esperado e chegou a ser cancelado pela empresa responsável, encerrando uma iniciativa que havia sido apresentada como estratégica para o desenvolvimento econômico do Piauí .
As cobranças também alcançam outras áreas da gestão, como promessas de infraestrutura e debates sobre serviços públicos. Embora o governo estadual sustente que suas medidas seguem critérios técnicos e legais como no caso da política energética parte da população interpreta as ações como aumento de custos e falta de retorno proporcional em serviços.
No âmbito municipal, o prefeito de Parnaíba Francisco Emanuel também tem sido alvo de críticas locais, especialmente relacionadas à condução política e a decisões administrativas que desagradaram setores da população. A inclusão do gestor entre os “Judas” reflete o desgaste percebido por moradores em nível municipal.
Apesar do tom crítico, a manifestação mantém o caráter simbólico e cultural da tradição. A malhação de Judas, além de sua origem religiosa, se consolidou no Brasil como uma forma popular de protesto, em que a sátira e a crítica caminham lado a lado. Neste cenário, os bonecos expostos nas ruas funcionam como um retrato do sentimento popular — muitas vezes mais direto e contundente do que o discurso político formal. (Portal Encarando)
Flagraram Carlos Henrique Costa, assessor direto do Prefeito Emanoel, de Parnaíba, pendurando boneco e chamando a deputada Gracinha de Judas.
Coisa feia, que o prefeito devia punir o safado, para não se igualar a ele.
Emanoel já anda ruim de imagem e tendo um estrupício desses do lado, piora ainda mais. (Portalaz)
Uma ocorrência registrada na madrugada deste sábado (4) aponta o envolvimento de um superintendente da Prefeitura de Parnaíba em um episódio de ameaça, injúria e difamação nas imediações da rodoviária municipal da cidade.
De acordo com boletim de ocorrência registrado pela vítima, segundo o popular Evanio Pereira, um grupo de indivíduos teria instalado um boneco em forma de “Judas”, com peruca loira, em clara alusão à deputada estadual Gracinha Mão Santa.
Superintendente da Prefeitura de Parnaíba é acusado de intimidar populares com arma neste sábado – Foto: ReproduçãoDe acordo com informações repassadas à Polícia Militar, a equipe da Força Tática foi acionada por populares por volta das 4h, após a presença de indivíduos em dois veículos, um branco e outro preto da própria prefeitura, nas proximidades do mastro da bandeira do Piauí, na Avenida Pinheiro Machado.
O caso, que já é grave por si só, ganha contornos ainda mais preocupantes ao envolver um agente público. A utilização de violência, intimidação e ataques simbólicos contra uma mulher na política não pode ser tratada como algo comum ou tolerável.
Um homem, identificado como Francisco, o “Chiquinho”, disse que tentou intervir no momento e iniciou uma gravação com o celular. Segundo ele, foi ordenado que a filmagem fosse interrompida com uma arma apontada a ele.
Ainda conforme os relatos, o suspeito foi reconhecido como Carlos Henrique Rodrigues Costa, que ocupa cargo na administração municipal e já seria conhecido por episódios semelhantes envolvendo populares. O suspeito já tem um histórico de vários processos e já é conhecido pela população por atitudes similares em Parnaíba.
Portaria do suspeito na Prefeitura de Parnaíba – Foto: Reprodução
Carlos além de superintendente, tem relação próxima ao prefeito de Parnaíba – Foto: ReproduçãoTrata-se de um episódio que ultrapassa qualquer disputa política e entra no campo da violência política de gênero, marcada por ataques pessoais, tentativa de desmoralização pública e, agora, ameaça armada. Os indivíduos estavam em carros da prefeitura.
A deputada estadual Gracinha Mão Santa, uma das principais lideranças políticas do estado, passa a ser alvo de uma escalada perigosa, que exige resposta firme das autoridades.
É preciso perguntar: até onde estão dispostos a ir? quem se sente autorizado a agir dessa forma?
A população de Parnaíba e do Piauí espera respostas rápidas e uma apuração rigorosa dos fatos. Violência, intimidação e ataques covardes não podem substituir o debate democrático.
Após o ocorrido, os indivíduos deixaram o local. A Polícia Militar realizou diligências na região, mas até o momento não localizou os suspeitos. O caso deve ser apurado pelas autoridades competentes. Até a última atualização deta matéria, não houve posicionamento do superintendente citado na ocorrência. (Fonte:Lupa 1)
O ex-secretário Washington Bandeira está agora sem cargo. Depois de deixar a Seduc para bater perna atrás da simpatia dos petistas etc.
Para ser aceito como candidato a vice-governador, passou a ocupar cargo aspone de assessor especial do governador, do qual foi exonerado no dia 2 de abril. (Portalaz)
O Governo do Piauí instituiu um programa emergencial para ampliar a oferta de disciplinas nas instituições públicas de ensino superior, com foco imediato na Universidade Estadual do Piauí (Uespi). A medida foi oficializada por meio da Lei nº 8.945, publicada no Diário Oficial de quinta-feira (2)
Batizado de Programa de Gestão Especial da Oferta (PGEO), o mecanismo permitirá que professores assumam carga horária adicional, além do regime regular, para suprir a falta de docentes em disciplinas ainda não ofertadas.
Na Uespi, o programa deve começar a ser executado a partir de 2026, com investimento de R$ 3,2 milhões, segundo anúncio do governador Rafael Fonteles. A meta, de acordo com o governo, é zerar a demanda por disciplinas sem professores em todos os campi da universidade.
O PGEO será operacionalizado por meio de editais semestrais e terá adesão voluntária. A proposta é garantir a continuidade das atividades acadêmicas e evitar prejuízos aos estudantes diante da ausência de docentes em componentes curriculares.
Além de professores ativos, o programa também permitirá a participação de docentes aposentados, técnicos qualificados e professores visitantes, ampliando a capacidade de resposta da universidade às demandas emergenciais.
Como compensação, os participantes receberão a chamada Bolsa de Incentivo à Docência (BID), de caráter indenizatório e temporário, sem incorporação aos salários ou geração de benefícios permanentes. Os valores e critérios de pagamento serão definidos pelas próprias instituições.
Segundo o pró-reitor de Ensino e Graduação da Uespi, Arnaldo Brito, a iniciativa tem caráter provisório e funciona como uma solução imediata diante da carência de professores. “Trata-se de uma medida emergencial para suprir a necessidade até a realização de um concurso público mais amplo para docentes efetivos, processo que demanda tempo”, afirmou.
O reitor da universidade, Paulo Henrique, informou que a instituição possui atualmente 1.006 professores efetivos e 191 substitutos. A expectativa é que, com a ampliação do quadro — incluindo a nomeação de mais 47 docentes anunciada pelo governo — e a implementação do programa, seja possível regularizar a oferta de disciplinas em todos os cursos.
Apesar do caráter emergencial, a criação do PGEO evidencia dificuldades estruturais enfrentadas pela universidade, especialmente na recomposição do corpo docente e na garantia da oferta acadêmica regular.
A lei agora já está em vigor e poderá ser aplicada também em outras instituições de ensino superior do sistema estadual.
Fonte: Portal AZ
O ex-deputado estadual de vários mandatos, ex-prefeito de Luzilândia e ex-secretário de segurança do Estado, Ismar Marques, se filiou ao Partido Novo e será candidato a vice-governador do Estado.
Ismar Marques será candidato a vice-governador pelo Partido Novo – Foto: Imagem cedida ao Colunão do Feitosa
O candidato a governador será o empresário Elizeu Aguiar, ex-deputado federal e ex-vereador de Teresina.
Ismar Marques, que hoje se dedica à advocacia, é proprietário da Rádio Super Vale, com penetração em três estados.
A Super Vale é uma emissora muito respeitada no Baixo Parnaíba, no lado do Piauí e do Maranhão.
Ismar apresenta, ao lado do radialista Carlos Lima, o programa Momento Jurídico, todos os sábados, em que tira dúvidas de ouvintes no campo jurídico. (Feitosa Costa)

A mais recente pesquisa do Instituto Amostragem revelou os primeiros nomes destaques na corrida para deputado federal no Piauí, apontando um cenário ainda bastante indefinido, mas com alguns nomes saindo na frente na pesquisa espontânea do eleitor. De acordo com o levantamento, o deputado Georgiano Neto lidera as citações com 3,34%, seguido por Castro Neto, que aparece com 1,14%. Na sequência, Jadyel Alencar soma 0,97%, enquanto Átila Filho e Dr. Francisco aparecem empatados com 0,79%.
Outros nomes também pontuam na pesquisa, como Flávio Nogueira (0,62%), Florentino Neto (0,44%), Magno Soares (0,44%) e Charles Pessoa (0,44%). Com percentuais menores, também foram lembrados Zé Santana, Merlong Solano e Fábio Abreu, todos com 0,35%.
Apesar da presença de diversos pré-candidatos, o dado que mais chama atenção é o alto índice de indecisão: 82,67% dos entrevistados afirmaram não saber ou preferiram não opinar. Além disso, 2,85% citaram “outros” nomes, enquanto 2,02% disseram que não votariam em ninguém.
O resultado indica que, embora alguns nomes já despontem com maior visibilidade, a disputa segue em aberto e deve passar por mudanças significativas ao longo dos próximos meses, à medida que as campanhas ganhem força e os eleitores se tornem mais informados sobre os candidatos.
A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 27 de março de 2026, em 49 municípios piauienses, ouvindo 1.137 eleitores com mais de 16 anos. O levantamento possui margem de erro de 2,85 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
O estudo foi encomendado pelo Grupo Meio Norte de Comunicação e registrado sob os números BR-03375/2026 e PI-00022/2026.
Imagem: Grupo Meio Norte
O governador Rafael Fonteles (PT) comentou, na manhã desta quarta-feira (1º), a pré-candidatura do médico Vinícius Dias (PT) a uma vaga na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). Durante entrevista, o chefe do Executivo estadual destacou as qualidades do pré-candidato, ressaltando sua trajetória profissional e pessoal.
Segundo Rafael, Vinícius é um nome competitivo no cenário político, mas frisou que a decisão final caberá à população. “Ele é um grande médico, um grande cidadão, eu o conheço bem, e acho que ele tem todo direito de colocar seu nome à disposição da população, que vai decidir. É um nome bastante competitivo e que pode fazer muito bem ao Piauí”, afirmou o governador.
A pré-candidatura de Vinícius Dias ganhou força após o anúncio de que o deputado estadual Oliveira Neto (PT) não disputará a reeleição. A informação foi confirmada pelo presidente do partido, Fábio Novo, nessa terça-feira (31/03).

A criação de pontos de apoio para trabalhadores de aplicativos em Teresina começa a sair do papel após articulações entre representantes da categoria, entidades e o poder público. A proposta busca oferecer melhores condições para motoristas e entregadores que passam grande parte do dia nas ruas da capital.
A iniciativa é resultado da mobilização do Sindicato dos Trabalhadores em Aplicativos (SINTTAPP) e da Associação dos Entregadores do Piauí (AEDAAPE/PI), que vêm cobrando há anos espaços adequados para descanso e suporte básico durante a jornada de trabalho.
Mais do que estruturas físicas, os pontos de apoio devem funcionar como locais de acolhimento, com oferta de banheiros, água potável e áreas para pausa. A medida atende a uma demanda antiga da categoria, que enfrenta longas jornadas sob sol intenso, chuva e insegurança no trânsito.
O projeto conta com apoio do deputado federal Merlong Solano, que atuou na articulação para viabilizar a proposta junto ao Governo do Estado. A iniciativa também vem sendo discutida com representantes locais e gestores públicos.
Três pontos previstos
A previsão inicial é de implantação de três pontos de apoio em regiões estratégicas da cidade. Um deles deve funcionar na região do Centro, nas proximidades do Instituto de Identificação, sendo o mais avançado no momento e próximo da fase de licitação.
Outro espaço está previsto para a região da Parque Potycabana, próximo à ponte da Avenida Frei Serafim, onde o projeto já foi concluído e aguarda os próximos trâmites.
Já o terceiro ponto deve ser implantado nas proximidades da Universidade Federal do Piauí (UFPI), ainda em fase inicial de diálogo com a instituição.
Reconhecimento e desafios
A implantação dos espaços é vista como um avanço no reconhecimento da importância dos trabalhadores por aplicativo na dinâmica urbana e econômica da cidade. A categoria tem crescido nos últimos anos e se tornou essencial tanto para o transporte quanto para serviços de entrega.
Apesar do avanço, representantes destacam que o projeto ainda depende da conclusão de etapas burocráticas e da continuidade do diálogo entre as partes envolvidas para que os espaços sejam efetivamente entregues e utilizados.
A expectativa é de que os primeiros pontos comecem a ser implantados em breve, ampliando as condições de trabalho e oferecendo mais dignidade para quem atua diariamente nas ruas de Teresina.
Foto: Sindicato dos Trabalhadores em Aplicativos (SINTTAPP)
Fonte: Sindicato dos Trabalhadores em Aplicativos (SINTTAPP)
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Apesar da contestação do governo do Piauí, o Ministério Público do Piauí (MPPI) decidiu agir diante dos indícios de irregularidades na licitação milionária voltada à instalação de fachadas e painéis de comunicação visual. O contrato, que envolve a empresa Mega Comunicação e movimenta valores próximos de R$ 100 milhões, passou a ser alvo de questionamentos após a identificação de possíveis inconsistências no processo licitatório, como propostas com valores idênticos entre concorrentes e baixa competitividade.

Alexandre e Marcelo Nolêto
Diante do cenário, o MPPI determinou a suspensão imediata dos pagamentos relacionados ao contrato, reforçando a necessidade de apuração rigorosa antes da continuidade de qualquer repasse de recursos públicos. A medida amplia o embate entre os órgãos de controle e o governo estadual, que vinha defendendo a regularidade do certame, mas agora terá que lidar com a intervenção do Ministério Público, que aponta suspeitas que podem comprometer a legalidade da contratação. (Silas Freire)
Porta de saída
Desde terça-feira, dez secretários de estado deixaram as pastas para concorrer nas eleições deste ano. Mas não ficaram ao léu. Deles, somente quatro não têm mandatos a renovar, enquanto seis são deputados estaduais que vão tentar a sorte no mercado das urnas.
Além disso, todos – ou quase todos – deixaram lugares-tenentes ocupando seus espaços no governo.
Quem sai
Não são mais ocupantes de cargos no secretariado de Rafael Fonteles os senhores Flávio Nogueira Junior (Infraestrutura), Zenaide Lustosa (Mulheres), Firmino Paulo (Irrigação), Jannaína Marques (Desenvolvimento Econômico), Carlos Augusto Sousa (Justiça), Fabio Abreu (Agronegócio), Nerinho (Defesa Civil), José Santana (Trabalho), Simone Pereira (Combate às Drogas), Mauro Eduardo Cardoso (Pessoa com Deficiência), Fabio Xavier (Agronegócio).
Todos são candidatos
Todos os ocupantes de cargos de secretário de Estado exonerados na terça-feira devem concorrer nas eleições deste ano, a maioria tentando manter mandatos de deputado estadual.
Três deles, Zé Santana, Zenaide Lustosa e Fábio Abreu devem ser candidatos a deputado federal.
Meu lugar
No lugar dos demitidos ficam seus lugares-tenentes, ou seja, pessoas da confiança deles – não de quem nomeia, o governador – para seguir tocando as secretarias de Estado que antes eram território administrativo e burocrático dos agora candidatos.
É possível que somente Zenaide Lustosa e Mauro Eduardo não tenham esse direito medieval de manter um indicado no feudo administrativo. (Com informações do Portalaz)