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Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. (Foto: Antonio Augusto/STF).
O Supremo Tribunal Federal (STF) terá de lidar com um Senado bem menos resistente à discussão sobre impeachment de seus ministros a partir de 2027. Dos 81 parlamentares, 54 defendem publicamente o uso desse instrumento, segundo levantamento do Ranking dos Políticos. O número é exatamente o necessário para condenar um ministro por crime de responsabilidade.
A renovação das cadeiras ajudou a mudar essa conta. Dos 54 senadores eleitos em outubro, 37 são favoráveis ao impeachment. O apoio vai além da direita e alcança até petistas, como Humberto Costa (PE), Rogério Carvalho (SE) e Samanda de Lula (RN), além de nomes do MDB, PP e Republicanos.
O cenário dá outro peso à tentativa de Davi Alcolumbre (União-AP) de permanecer na presidência do Senado. Criticado pela oposição por não dar andamento aos pedidos contra o ministro do supremo, Alexandre de Moraes, Davi Alcolumbre terá como adversário Rogério Marinho (PL-RN), apoiado pela direita, que colocou o impeachment entre suas prioridades políticas.
A conta dos 54, porém, não representa votos garantidos contra Moraes. O levantamento identifica quem defende a possibilidade de impeachment, e não quem votaria pela condenação em um processo específico.
Há ainda uma questão que interessa diretamente aos senadores: em dezembro de 2025, Gilmar Mendes elevou, por liminar, o quórum para a abertura desses processos a dois terços da Casa, mas, exigência que ainda depende de decisão definitiva do plenário do STF. (Diário do Poder)
Menos votos 1
Um fato curioso sobre a eleição deste ano: os deputados reeleitos pelo PT no Piauí perderam mais de 45 mil votos entre as eleições de 2022 e 2026.
O deputado federal Dr. Francisco Costa, do PT, reeleito, teve 3.565 votos a menos em 2026 que em 2022. Foram 128.080 votos quatro anos atrás e 124.515 votos neste ano.
Menos votos 2
Outro petista reeleito com menos votos que na eleição anterior foi Flávio Nogueira, que caiu de 100.151 votos em 2022 para 97.584 votos em 2026, uma queda de 2.567 votos – ou 2,6% a menos.
Menos votos 3
No caso de Florentino Neto a queda foi avassaladora: ele perdeu um terço dos votos entre as duas eleições. Em 2022, teve 105.739 votos e agora, 70.386 votos, ou seja, um recuo de 35.353 votos ou menos 33,4%.
Merlong Solano, que ficou na primeira suplência, teve 390 votos a menos entre as duas eleições, saindo de 78.889 para 78.499 votos.
Menos votos 4
Quem também perdeu votos entre as duas eleições foram os deputados federais do PP. Júlio Arcoverde, reeleito, perdeu 15.870 votos entre os dois pleitos, saindo de 117.669 em 2022 para 101.799 em 2026, uma perda de 13,5%.
Átila Lira, que teve 92.791 votos em 2022, agora ficou com 85.351 votos – perda de 8% ou 7.440 votos.
Muito mais
Jadyel Alencar, por sua vez, aumentou em 49% a sua votação, saindo de 83.175 votos em 2022 para 123.893 votos agora – um aumento de mais de 40.718 votos.
Ainda assim menos votos que o petista Costa, que reduziu a votação entre as duas eleições.
Mais também
Castro Neto, com MDB, também reeleito, aumentou em 40.328 a sua votação (31% a mais), saindo de 127.753 para 168.080 votos agora.
O também emedebista Marcos Sampaio aumentou em 23% a votação, com 18,1 mil votos a mais na comparação entre 2022 (79.987) e 2026 (98.097).
Tesouraço
O PT que gosta de gastar segue nos bombardeios a Rafael Fonteles. Segundo a Folha, Fonteles termina a semana sob fogo amigo de integrantes do próprio partido, que exploram a preferência de setores do mercado financeiro por seu nome como um risco de que ele vá patrocinar um “tesouraço” nas despesas, nos moldes do ajuste fiscal prometido pela equipe do candidato derrotado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Quem?
Diz a Folha que dois dos principais líderes dos ataques internos a Rafael partem do ex-diretor-executivo do FMI (Fundo Monetário Internacional) Paulo Nogueira Batista e de Guido Mantega, que foi ministro da Fazenda de Dilma Rousseff, alvo de impeachment sob a desculpa de gastos não autorizados pelo Congresso.
Preparando o terreno 1
Para o jornal paulista, Rafael se antecipou à pressão do PT e deu entrevista à própria Folha em que defendeu um governo mais ousado para melhorar a vida do povo, sem perder de vista a responsabilidade fiscal.
Preparando o terreno 2
O governador reeleito do Piauí manteve as mesmas posições em entrevistas a outros jornais, nas quais repetiu o receituário, o que é percebido pelo entorno de Lula como uma fala alinhada com o pensamento do presidente, que quer dar mais “frescor” ao seu próximo mandato em resposta às demandas dos seus eleitores.
Mercado
Diz ainda o jornal paulista que “aos olhos do mercado financeiro, Fonteles é o melhor nome no momento dentro do PT, por ter uma formação econômica, de acordo com um executivo de uma grande instituição financeira, que considera que há muitos advogados no time econômico de Lula atual”.
Favoritismo
A Folha enxerga favoritismo de Rafael Fonteles porque ele seria bem aceito pelo mercado financeiro.
Diz o jornal que o presidente Lula tem sinalizado, em conversas com aliados, que o nome do futuro ministro terá crédito com o mercado financeiro e agradará a empresários — o que tem sido interpretado como um reforço ao favoritismo de Fonteles, nome que tem tido aceitação entre os representantes da Faria Lima.
Críticas
Ainda segundo a Folha, “o governador do Piauí também teria conhecimento técnico para rebater críticas que já surgem contra o governo por causa dos novos tributos aprovados pela reforma tributária, uma vez que ele participou dos debates para a aprovação da medida no Congresso.”(Portalaz)
Por Elivaldo Barbosa
Foto: Benonias Cardoso/Cidadeverde.com

O governador Rafael Fonteles confirmou os secretários de Segurança, Antônio Luis, Saúde, Dirceu Campelo, e Educação, Rodrigo Torres. Nos próximos dias serão anunciados gestores da Fazenda, Administração, Planejamento e Governo.
A ideia é definir logo os secretários mais próximos do governador e na sequência as pastas que acomodarão as forças políticas aliadas que participaram da campanha eleitoral. Deputados estaduais, vereadores da capital e suplentes federais estarão na equipe de Rafael Fonteles a partir de janeiro de 2027.
O governador Rafael Fonteles (PT) segue sendo um dos nomes mais cotados para assumir o Ministério da Fazenda do quarto mandato do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT).
Avaliado pelo mercado financeiro, por economistas e investidores, já há quem considere que Rafael Fonteles foi “testado” no tocante à gestão econômica como governador do Piauí.
Bruce Barbosa, um dos mais famosos analistas do mercado financeiro, influenciador da área, escreve para mídia especializada. Em seu perfil no Instagram, ele fez uma avaliação sobre as medidas tomadas por Rafael.
O especialista fala sobre os diversos empréstimos e como o governador, reeleito recentemente com 70% dos votos, conseguiu aumentar impostos no Piauí e fazer uma dívida grandiosa com as contas públicas. Dívida esta, claro, que será paga pela população, de alguma forma.
Ele lembra que, quando Rafael assumiu o Governo do Piauí o estado devia R$ 9,1 bilhões, passando, em 2025, a dever R$ 15,4 bilhões. E destaca ainda o novo empréstimo novo feito, que foi de R$ 143 milhões para R$ 2,9 bilhões. “A conta de juros quase quintuplicou. Pega emprestado, cobra com imposto… e agora troca o Piauí por Brasil”, escreveu o analista.
“E quando o dinheiro apertou, ICMS de 21% pra 22,5%. Hoje o Piauí tem o 2º maior ICMS do Brasil. Pega emprestado, cobre com imposto. Agora troca Piauí por Brasil, com dívida em 82,9% do PIB. E aí, Fonteles na Fazenda é: 1. Boa escolha, entende de conta pública; 2. Mais do mesmo: dívida e imposto; 3. Tanto faz, quem manda é o Lula”, questionou Bruce Barbosa sobre Rafael Fonteles.
Confira as postagens feitas por Bruce Barbosa em formato de carrossel no seu perfil no Instagram:








(Fonte:Portal OitoMeia)
A informação é do jornalista Cláudio Humberto, um dos mais conhecidos dos bastidores da política nacional que atua em Brasília (DF): o presidente Lula (PT) só colocará Rafael Fonteles (PT) como ministro da Fazenda daqui a um ou dois anos, sendo muito provavelmente que aconteça no ano de 2028.
E um dos motivos seria a não confiança que ainda existe sobre o nome do vice-governador eleito Washington Bandeira (PT). De acordo com a informação do jornalista, “Petistas ainda não confiam no pulso de Washington Bandeira”, diz a nota intitulada “Borracha fraca”, assinada por Cláudio Humberto no portal “Diário do Poder”.

Confira a coluna completa de Cláudio Humberto sobre o assunto Rafael Fonteles e Lula:
Convite a Fonteles para o governo poderá demorar até dois anos para acontecer
Eventual convite para Rafael Fonteles (PT) compor o governo Lula pode demorar até dois anos para acontecer. O governador reeleito do Piauí teve elogiada atuação na coordenação da campanha petista ao Planalto, mas já causou incômodo em Lula o excesso de declarações de Fonteles sobre ocupar o Ministério da Fazenda, visto como maneira de testar a aceitação do mercado financeiro e emparedar o presidente, que não fez qualquer convite ao governador. O incômodo já foi informado a Fonteles.
No Congresso, petistas ouvidos pela coluna dizem que o assunto nem mesmo é discutido e que a Fazenda deve ser escolha pessoal de Lula.
No PT, discute-se ainda o impacto político da saída do governador piauiense logo no início do mandato e as alianças feitas no estado.
Uma as possibilidades sob a mesa é Fonteles governar entre um e dois anos até surgir o convite para compor a Esplanada de Lula.
Petistas ainda não confiam no pulso de Washington Bandeira, correligionário e vice-governador eleito na chapa de Fonteles.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Desde a primeira Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada com a tentativa de reduzir a maioridade penal, atualmente na anacrônica marca de 18 anos, o Partido dos Trabalhadores não aparece como primeiro autor de nenhum dos projetos protocolados na Câmara dos Deputados e no Senado. O primeiro autor é quem de fato propõe a matéria. Levantamento da coluna rastreou 56 PECs sobre o assunto, sendo que a primeira proposta foi há 33 anos, em 1993.
Com arroxo do 2º turno perigando tirar Lula (PT) do poder, o senador Camilo Santana (PT-CE) correu e apresentou proposta neste sentido.
A Câmara concentra a maioria das propostas apresentadas, são 41 PECs. O Senado, geralmente mais lento, tem 15 propostas.
O MDB, ex-PMDB, tem 12 propostas. PL, 9. O PSDB e PP somam oito cada. Entre autores, Jair e Flávio Bolsonaro, além de Ciro Nogueira.
A oposição acusa o PT de explorar a redução da maioridade penal na eleição, bandeira historicamente associada à direita. Desde 1993 foi objeto de 56 propostas. Nos cinco governos do PT nenhuma passou.
Lula disse que Flávio Bolsonaro deveria ficar no País e “provar a sua inocência”, mas mantém Lulinha em seu exílio dourado, apesar de responder a três inquéritos por corrupção e tráfico de influência.
Rogério Marinho (PL-RN) avisa: vem aí nova taxa das blusinhas. Já que a CBS da reforma tributária vai cobrar imposto em compras de até US$ 50. “O PT prometeu alívio, gastou irresponsavelmente para se reeleger e agora vai meter a mão no bolso de quem compra barato”, critica.
Deltan Dallagnol cobra a cassação de Lula e Alckmin e acusa a chapa petista de abuso eleitoral, incluindo reajuste do Bolsa Família e subsídios aos combustíveis, estimadas pelo partido em R$ 73 bilhões.(Cláudio Humberto)

Após serem identificados e listados, judeus tinham seus estabelecimentos marcados pelos nazistas.
A “força-tarefa” de inspiração fascista do governo Lula (PT) para criar listas negras de quem se recusa a lidar com petistas ou a consumir seus produtos, encontra precedente na Alemanha nazista, com listas de comerciantes judeus, depois com a estrela de Davi pichada em suas portas. Aquela história de horrores acabaria nos campos de concentração. Foi a militância petista que introduziu isso no Brasil já em 2020, com boicote e até depredações a grandes marcas “bolsonaristas”.
Além da Madero, passaram pelo perrengue do ódio petista empresas como a Havan, de Luciano Hang, caçado até no STF por apoiar a direita.
A varejista Riachuelo entrou na lista negra petista pela opção corajosa do acionista majoritário Flávio Rocha, na defesa de pautas conservadoras.
As redes de academias Smart Fit e Bio Ritmo foram vítimas do ódio ativista após o fundador Edgard Corona ser apontado como “de direita”.
Também despejaram ira e inveja contra Coco Bambu (restaurantes) e Centauro (esportivos) porque os fundadores defenderiam ideias liberais.(Diário do Poder)
Segundo relatos de bastidores recebidos pela coluna, concorrentes de Rafael Fonteles ao Ministério da Fazenda estariam fazendo circular vídeos do governador entre empresários e nomes influentes da Faria Lima. A origem dos envios e a participação desses adversários, porém, não estão comprovadas. Entre os registros estaria o episódio dos ataques ao senador Ciro Nogueira e à sua família, pelo qual Rafael pediu desculpas publicamente.

Também estariam sendo distribuídas imagens de comemorações e da visita ao Porto de Luís Correia, apresentadas pelos remetentes como demonstrações de consumo de álcool, sem que isso, por si só, comprove embriaguez. A intenção atribuída à movimentação seria enfraquecer a imagem de equilíbrio que favorece o governador na disputa pela pasta. Além dos questionamentos sobre as contas do Piauí, seus concorrentes estariam tentando colocar sua postura pessoal sob julgamento do mercado financeiro. Se confirmada, a articulação revela um jogo rasteiro nos bastidores da sucessão ministerial: usar esses episódios para desgastar Rafael e reduzir suas chances de chegar à Fazenda. (Silas Freire)
Nos bastidores da base governista, deputados eleitos aguardam uma convocação do governador Rafael Fonteles para tratar da composição do governo. Parte deles espera assumir secretarias e, com isso, abrir espaço para a convocação de suplentes na Assembleia Legislativa. Outros pretendem permanecer no mandato, mas querem participar da indicação de nomes para ocupar cargos na administração estadual.

A demora nas conversas tem aumentado a expectativa e provocado inquietação entre os parlamentares. A possibilidade de suplentes serem acomodados diretamente em secretarias também gera desconforto entre os titulares, que reivindicam participação nas escolhas e espaço nas decisões sobre a distribuição dos cargos. Apesar da insatisfação, o assunto ainda é tratado com cautela. Com Rafael concentrando as decisões sobre a formação da equipe, os deputados evitam cobranças públicas. Todos querem espaço na composição do governo, mas poucos parecem dispostos a contrariar o governador antes de conhecer suas decisões.(Silas Freire)
A declaração foi dada antes da missa em ação de graças pelos 204 anos do Piauí, realizada na Catedral de Nossa Senhora das Dores, localizada na Praça Saraiva, no Centro de Teresina. Na ocasião, Rafael reforçou que não houve qualquer conversa com Lula sobre a possibilidade de ocupar um ministério.
“Não estou sabendo de nada disso, nem que ele vem, não estou sabendo de nenhum convite para ocupar nenhum cargo, não tenho tratado com o presidente nada sobre isso. Procurei, inclusive, após entrevista, esclarecer isso”, declarou o governador.
Questionado se aceitaria um eventual convite para integrar o Governo Federal, Rafael Fonteles evitou responder diretamente e destacou que nunca considerou essa possibilidade. “Não tenho nem como pensar nessa possibilidade, nunca aconteceu na história do Brasil e eu me surpreendi com essa grande especulação na mídia sobre isso. Então, eu realmente nunca conversei com o presidente sobre isso”, afirmou.
O nome de Rafael Fonteles passou a ser mencionado como possível integrante do novo Governo Lula após sua participação na campanha presidencial durante o segundo turno das eleições de 2026. O governador atuou na estratégia de comunicação do petista, ampliando sua projeção no cenário político nacional.
Apesar da repercussão, Rafael já havia negado, na segunda-feira (26), qualquer negociação para assumir o Ministério da Fazenda. Na ocasião, afirmou que pretende tomar posse para exercer seu segundo mandato à frente do Governo do Piauí. (Izabella Furtado/Gp1)

Ministro do STF, André Mendonça. (Foto: Fellipe Sampaio/STF).
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, devolveu ao ministro André Mendonça a relatoria das investigações da Operação Sem Desconto, que apura esquema de roubo aos aposentados e pensionistas do INSS e os inquéritos que investigam o envolvimento na trama do filho de Lula (PT), Fábio Luiz, o Lulinha. Fachin também decidiu manteve “em caráter excepcional e provisório” na Presidência da Corte os procedimentos da Operação Compliance Zero, relacionada a ao escândalo do Banco Master.
Os dois casos haviam sido remetidos a Fachin em 12 de setembro, após identificação de citações a autoridades com prerrogativa de foro (incluindo integrantes do próprio STF) e o envio de representação pelo ministro Alexandre de Moraes. A representação apontava supostos indícios de irregularidades na atuação de Mendonça como relator das investigações.
Fachin swcidiu manter o caso Master na Presidência pelo prazo máximo de 90 dias, contados a partir de 12 de setembro, ou até que ocorra um dos seguintes eventos:
O julgamento foi suspenso em 15 de setembro por pedido de vista de Dino, após análise de questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes e Dino. A Corte não chegou a discutir o mérito (se abriria ou não investigação sobre Moraes). Na sessão, havia 4 votos a 3 para manter separadas as análises das condutas de Moraes (relação com Vorcaro) e de Mendonça (condução do caso Master).
Documentos apontaram 52 mensagens entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes, além de encontros presenciais e um contrato de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes. A divulgação provocou confronto: Moraes acusou Mendonça de liberação “seletiva” dos autos e omissão de documentos; Mendonça negou e afirmou que manteve sigilo apenas sobre informações necessárias para preservar investigações em andamento e dados de terceiros.
Em 3 de setembro, Moraes encaminhou a Fachin pedido de investigação contra Mendonça, alegando indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento a grupos políticos na relatoria dos casos Master e INSS. A decisão ocorreu no âmbito do inquérito das fake news, cuja relatoria Fachin assumiu em 9 de setembro.
A medida de Fachin busca preservar a tramitação das investigações enquanto se esclarecem questões de competência e eventuais referências a integrantes da Corte, especialmente no caso Master.(Diário do Poder)

A Catedral Nossa Senhora Mãe da Divina Graça, na Praça da Graça, em Parnaíba, recebeu na manhã desta quinta-feira (29/10), a celebração do Te Deum Laudamus, tradicional cerimônia de ação de graças. A solenidade integrou a programação alusiva aos 204 anos da adesão do Piauí à Independência do Brasil e contou com a presença do governador Rafael Fonteles, de autoridades civis e militares e de membros da comunidade.
Antes da celebração religiosa, foi realizada uma homenagem aos personagens que participaram da luta pela independência. A programação incluiu uma marcha na área da Catedral e o depósito de uma corbelha de flores no túmulo de Simplício Dias, importante figura histórica ligada ao movimento de emancipação no Piauí. O gesto reverenciou aqueles que contribuíram para a construção da história do estado.

A cerimônia religiosa é um dos momentos tradicionais das comemorações do Dia do Piauí, celebrado oficialmente em 19 de outubro. Neste ano, a programação institucional foi adiada em razão do segundo turno das eleições, realizado no domingo (25/10).

Durante o ato, os rituais católicos deram espaço à oração, à gratidão e à reflexão sobre a trajetória do povo piauiense. A solenidade também destacou a contribuição de personalidades que participaram do desenvolvimento do estado e a importância de preservar a memória histórica das gerações que ajudaram a construir a identidade do Piauí.(Daniel Santos)
A deputada estadual Gracinha Mão Santa participou, na noite desta quarta-feira (28), da solenidade comemorativa pelos 204 anos da adesão do Piauí à Independência do Brasil.
Gracinha Mão Santa destaca empresária parnaibana homenageada com a Ordem Renascença – Foto: Divulgação
O evento foi realizado no Parque das Ruínas, no Museu do Mar, em Parnaíba, e contou com a presença do governador Rafael Fonteles e de outras autoridades.
Durante a cerimônia, a empresária parnaibana Maria Adelaide Cavalcante de Castro, diretora administrativa do Grupo Toureiro, recebeu a Ordem Estadual do Mérito Renascença do Piauí.
Ela foi indicada pela deputada em reconhecimento à sua trajetória empreendedora e à contribuição para o desenvolvimento econômico e social do estado.
Gracinha Mão Santa destacou a importância de reconhecer pessoas que contribuem para a economia e valorizam as raízes piauienses. “Essas pessoas movem a economia não só de Parnaíba, mas de todo o Piauí”, afirmou.
A solenidade também ressaltou o papel histórico de Parnaíba no movimento de adesão do Piauí à Independência do Brasil, iniciado em 19 de outubro de 1822.(Lupa1)
Nos bastidores do Palácio de Karnak, circula a informação de que o governador Rafael Fonteles trabalha com dois caminhos para seu futuro político. O primeiro é ser confirmado no Ministério da Fazenda. Segundo relatos que chegaram à coluna, ele já teria sondado pessoas de sua confiança para acompanhá-lo em Brasília. Entre os nomes mencionados estão Pedro Rocha, eleito segundo suplente de senador na chapa de Júlio César; Samuel Pontes do Nascimento, secretário de Administração; e Marcelo Noleto, integrante do núcleo próximo ao governador.

Seriam quadros escolhidos para uma eventual passagem de Rafael pelo governo federal. As sondagens não têm confirmação pública. O problema é que o currículo acadêmico, que ajudou a projetar Rafael nacionalmente, passou a dividir espaço com o exame das contas do Piauí. A Folha de S.Paulo apontou déficit primário acumulado de R$ 3,7 bilhões no período analisado de sua gestão. O dado alimenta cobranças sobre a imagem de competência fiscal apresentada como credencial para comandar a economia brasileira. É nesse cenário que aparece a segunda linha. Conforme a versão que circula no Karnak, caso a indicação perca força, Rafael buscaria uma consulta ou um convite de Lula para então anunciar que prefere permanecer no Piauí e cumprir a missão recebida dos eleitores.
Essa articulação também não está publicamente confirmada. Entre a possibilidade de assumir a Fazenda e a narrativa de que preferiu continuar no governo estadual, Rafael tem dois caminhos políticos em discussão. Por enquanto, porém, não há confirmação de convite oficial, indicação definida ou decisão do governador.(Silas Freire)
Por Rayane Venancio e Felipe Cruz
Foto: Polícia Militar do Piauí

O aposentado Gaspar Dutra Veras, de 74 anos, foi encontrado morto na própria residência na manhã desta quinta-feira (29), em Parnaíba, no litoral do Piauí. A polícia suspeita de latrocínio.
Segundo a Polícia Militar, uma equipe foi acionada após receber informações sobre um corpo encontrado no imóvel. Ao chegar ao local, os policiais constataram que o homem estava sem sinais de vida.
A suspeita é que a vítima pode ter sido golpeada com uma tábua de corte. A polícia apura se foi um latrocínio, pois alguns pertences da vítima sumiram, como o relógio, carteira e celular. Gaspar morava sozinho.
Equipes da Perícia Criminal e do Instituto Médico Legal (IML), além do delegado Abimael, do Departamento de Homicídios, estiveram no local para realizar os procedimentos periciais e a remoção do corpo.
O governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), começa a definir os integrantes do secretariado em seu segundo mandato após ter sido reeleito nas eleições deste ano.
Em publicação nas redes sociais, o gestor fez o primeiro anúncio acerca da equipe que irá compor o seu governo: a manutenção de Antônio Luiz na Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI).
“Informo ao povo piauiense que o atual Secretário de Segurança Pública, Antônio Luiz Soares Santos, irá permanecer nessa Secretaria em nosso próximo mandato. Nossa gratidão por sua imensa dedicação, que tem resultado em forte redução em todos os indicadores de violência do Estado nesse ano (homicídios, feminicídios, roubos, furtos etc). Agradecemos também por aceitar a renovação dessa missão tão importante para o nosso povo”, disse.

Além de Antônio Luiz, o governador manteve o titular da Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi), Dirceu Campelo. “Informo ao povo piauiense que o atual Secretário de Saúde, Dr. Dirceu Hamilton Cordeiro Campelo, irá permanecer nessa Secretaria em nosso próximo mandato. Nossa gratidão por aceitar a renovação da missão”, afirmou.
