Deu na imprensa:”Enfim, alguém lembrou que a UESPI também existe”

Após tanta pompa com a inauguração da pedra fundamental do HU da UFDPar, com presença de ministros e, claro, Florentino sempre do lado, Gracinha Mão Santa não ia ficar de braços cruzados e destinou emendas parlamentares à UESPI totalizando R$ 250 mil reais.
Pode ser uma imagem de texto que diz "0 Enfim, alguém lembrou que a UESPI também existe."
A UESPI nunca precisou de discursos emotivos nem de placas inaugurais. Precisava de decisão política. Precisava entrar no orçamento. Precisava deixar de ser figurante na narrativa oficial. E ainda precisa, pois essa emenda parlamentar é só o começo da carrada de cimento, areia e cal que a instituição precisa pra fazer melhorias nas independência que beneficie profissionais e alunos que ali estão. É o que dizem os próprios.
Nesse cenário, a destinação de R$ 250 mil em emenda parlamentar pela deputada Gracinha Mão Santa para o campus Professor Alexandre Alves de Oliveira chama atenção menos pelo valor e mais pelo contraste. Reforma, equipamentos, modernização, monitoramento. Coisas básicas. Tão básicas que viraram novidade.
O recurso não resolve tudo. Nem pretende. Mas rompe um padrão: o da indiferença institucionalizada com a UESPI de Parnaíba. (Fonte:Opinião Parnaíba/facebook)

O novo papel da ministra Aniele Franco/. Lula: o garoto propaganda de um livro que certamente não leu

A daminha da Janja

A ministra Aniele Franco virou daminha de Janja. Elas estão sempre juntas na folia. No navio que hospedou Lula na COP30, as duas até se agarravam nos embalos.

Foto: ReproduçãoAniele e Janja fazendo dancinha em barco da Fracassada Cop30

Aniele e Janja fazendo dancinha em barco da Fracassada Cop30

E agora nos ensaios de carnaval da escola que recebeu 1 milhão para homenagear Lula.

Foto: ReproduçãoAniele e Janja sambando na escola que recebeu 1 mi pra homenagear o marido

Aniele e Janja sambando na escola que recebeu 1 mi pra homenagear o marido

Olha o bem que a morte da irmã lhe fez.

Impressionante.

Lula e o livro

Lula, que há 50 anos disse que tinha preguiça de ler e nunca leu um livro, está sendo o garoto-propaganda do livro sobre economia de Fernando Haddad, outro que nunca estudou economia.

Foto: ReproduçãoLula recomendando leitura de livro cujo titulo não deve saber

Lula recomendando leitura de livro cujo titulo não deve saber
(Portalaz)

Ciro é vítima de um jornalismo que deixou de ser profissional

Ciro virou o bode expiatório de um jornalismo de militância

Ciro virou o bode expiatório de um jornalismo de militância

Há um vício antigo e cada vez mais perigoso em parte da mídia tradicional brasileira: tratar a manchete como instrumento de poder político, e não como compromisso com a verdade. O episódio envolvendo a Folha de S.Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Ciro Nogueira expõe esse problema de forma cristalina.

A Folha publicou que Lula e Ciro teriam se encontrado no dia 23 de dezembro, em Brasília. O teor da conversa também era uma bomba na estrutura da nova república, Ciro minaria a campanha de Flávio Bolsonaro em troca de sua eleição no Piauí. O detalhe não era irrelevante. Mas essa data estava amplamente documentada como impossível. Registros públicos, imagens, postagens em redes sociais e compromissos oficiais colocavam Ciro no Piauí ao longo de todo o dia 23. Não se tratava de versões divergentes, mas de fatos objetivos contra uma informação errada

Diante da inconsistência, o jornal fez uma correção. Em nota discreta, publicou: “Erramos: o texto foi alterado”. O encontro, afinal, teria ocorrido no dia 22 de dezembro, e não no dia 23, como afirmava a versão original. Mas Ciro foi além, disse que na verdade não houve encontro dia 23 e nem dia 22, não houve reunião com Lula e muito menos com esse teor. Diante do erro da Folha o senador tem muito mais que o benefício da dúvida.

A correção, porém, não resolve o problema central. Apenas o expõe.

Primeiro, porque a data errada foi o coração da manchete. Foi ela que deu verossimilhança à narrativa, pautou redes sociais, gerou especulações políticas e alimentou intrigas e foi usada para atacar Ciro. Quando se corrige a data depois, o estrago já está feito. A manchete circulou, o dano reputacional ocorreu e a dúvida foi plantada.

Segundo, porque, em vez de assumir claramente o erro editorial e explicar como uma informação tão básica falhou, a Folha passou a sustentar a matéria sob um segundo argumento ainda mais frágil: o de que teria ocorrido um encontro sigiloso, sem data inicialmente precisa, sustentado por cinco fontes anônimas.

Não se sabe exatamente quando ocorreu, só que agora será dia 22, não mais 23.
Não se sabe quem estava presente.
Não há registros, imagens, agendas ou confirmações públicas.
E, até a correção, nem a data estava certa.

Ainda assim, a reportagem foi tratada como fato político relevante, não como hipótese, rumor ou informação em apuração. O jornal não apresentou prova material alguma. Apenas o expediente do “segundo fontes ouvidas pela reportagem”, elevado à condição de sustentação única da narrativa.

O uso de fontes anônimas é legítimo em situações excepcionais. O que não é legítimo é construir uma reportagem inteira sobre anonimato, sem lastro verificável, errando um dado elementar como a data e só reconhecendo o erro depois que ele se torna insustentável.

Quando usada e munida de provas, como no caso Master, em que Malu Gaspar e companhia confrontaram informações anônimas com datas e documentos, o jornalismo se torna profissional e investigativo. No caso da Folha, houve uma lambança assinada por três jornalistas, que não tiveram a capacidade de fazer uma autoanálise dos fatos.

A correção discreta não repara o desequilíbrio entre o poder da manchete e a timidez do ajuste posterior. A mídia tradicional segue exercendo enorme influência política sem responsabilidade proporcional ao impacto que causa. Publica, insinua, corrige e segue adiante.

Num ambiente político já polarizado, esse tipo de prática não esclarece o leitor. Envenena o debate público. Quando a narrativa passa a valer mais que o fato, o jornalismo deixa de informar e passa a operar.

Exigir rigor factual, transparência e correções à altura do erro não é atacar a imprensa. É defendê-la. Porque, no fim, quando a manchete erra, especialmente sobre datas e fatos verificáveis, quem perde não é apenas o alvo da intriga. É a credibilidade do jornalismo, esse sempre a maior vitima.

Fonte: Portal AZ

”Existem as versões e existem os fatos”, posta Ciro em suas redes sociais; Folha publica um “Erramos”

O senador Ciro Nogueira utilizou de suas redes sociais neste sábado (07/02) para rebater matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo, que narrou um suposto encontro com o presidente Lula no dia 23 de dezembro de 2025.

O editorial admitiu o erro e publicou um “Erramos”. Ciro postou em seu perfil no Instagram todos os compromissos, por hora, do dia 23 de dezembro.

Jornal admitiu erro após postagens do parlamentar nas redes sociais(Foto: Reprodução)

Na data, Ciro Nogueira cumpriu uma agenda no Piauí amplamente divulgada nas redes sociais e em toda a imprensa.

Confira em ordem cronológica o que o senador fez durante a data citada:

No dia 23 de dezembro de 2025, às 8h da manhã, o senador Ciro embarca para Teresina (duas horas de viagem), incluindo dando uma carona para o prefeito de São Pedro do Piauí.

Às 11h chega em Teresina e almoça no Parrilha Grand Cru ao lado do prefeito de Passagem Franca, Saul Trajano (do PT). Em intervalo, o parlamentar descansa, troca de roupa e se prepara para viajar para um outro destino no Piauí.

Ciro Nogueira publicou imagens que mostram que ele estava no Piauí durante a data citada (Foto: Reprodução)

Por volta das 16h ele viaja para Parnaíba (uma hora de voo). Concede a entrevista na rádio Cidade. Na sequência, ainda em Parnaíba, tem reunião com o prefeito Francisco Emanuel e já a noite, participa da tradicional solenidade de natal.

Encerrando a agenda 23/12 ele retorna para Teresina no mesmo dia, descansa e cumpre sua agenda no dia seguinte, inclusive participando da ceia de natal ao lado de sua família, como a mãe Eliane e as filhas. (OitoMeia)

 

Turismo no Piauí e já gera cerca de 60 mil empregos

Turismo na Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato, sul do Piauí
Turismo na Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato, sul do Piauí

O Turismo consolida-se como uma importante matriz de geração de emprego e renda no Piauí. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) disponíveis no Observatório de Inteligência Turística do Piauí apontam que o setor mantém atualmente 22.905 empregos formais no estado, evidenciando sua relevância para o desenvolvimento econômico e social.

De acordo com estimativas feitas pela Coordenação de Estudos e Pesquisas da Setur-PI, é possível estimar que atualmente o turismo é responsável por aproximadamente 40 mil empregos indiretos e informais, distribuídos ao longo da cadeia produtiva do setor. Essas oportunidades abrangem áreas como alimentação, transporte, hospedagem, artesanato, eventos, cultura, lazer e atividades ligadas à economia criativa.

Somados, os empregos formais, indiretos e informais totalizam cerca de 60 mil postos de trabalho, demonstrando o impacto expressivo do turismo na geração de oportunidades e na dinamização da economia piauiense.

O desempenho do setor reflete o fortalecimento da atividade turística em diferentes regiões do estado, com efeitos positivos tanto nos destinos consolidados quanto nos municípios do interior, contribuindo para a interiorização do desenvolvimento e o fortalecimento das economias locais.

Para o secretário de Turismo do Piauí, Daniel Oliveira, os números confirmam o papel estratégico do turismo como uma das matrizes econômicas do estado. “O turismo mantém hoje cerca de 20 mil empregos formais no Piauí, o que demonstra sua importância para o desenvolvimento econômico e social. Quando consideramos os empregos indiretos e informais, percebemos que o impacto é ainda maior, alcançando aproximadamente 60 mil trabalhadores e milhares de famílias piauienses. Esse resultado é fruto de políticas públicas voltadas à promoção dos destinos, à atração de investimentos e ao fortalecimento da cadeia produtiva do turismo”, destacou o secretário.

Turismo como matriz de desenvolvimento

O coordenador-geral e professor da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar), Dr. Vicente de Paula, ressalta que a dinâmica do turismo no Piauí segue um ciclo virtuoso de crescimento, especialmente entre os anos de 2023 e 2025. Segundo ele, nesse período houve o surgimento de novas empresas em diversos segmentos, o que contribuiu diretamente para a ampliação dos postos de trabalho. Nos últimos três anos, o estado registrou mais de 90 mil novos empreendimentos em todos os setores da economia. No turismo, esse movimento resultou na criação de milhares de empregos diretos e indiretos, com crescimento médio de 13,7%, consolidando o setor como um dos mais relevantes para o desenvolvimento estadual.

Monitoramento e planejamento de políticas públicas

A coordenadora de Pesquisas e Estudos da Secretaria de Turismo do Piauí (Setur), Leila Freire, destacou a importância do acompanhamento técnico dos indicadores do mercado de trabalho para orientar a formulação de políticas públicas. “Os dados disponíveis do Observatório de Inteligência Turística do Piauí permitem acompanhar a capacidade do turismo de gerar e manter empregos formais, além de absorver mão de obra em diferentes níveis de qualificação. O monitoramento contínuo desses indicadores é fundamental para o planejamento de ações mais eficientes, direcionando investimentos e programas de capacitação para áreas com maior potencial de crescimento”, explicou.

Impactos econômicos e perspectivas

A expressiva quantidade de empregos formais, aliada ao elevado número de postos indiretos e informais, reforça o turismo como um importante indutor do crescimento econômico no Piauí. Estudos da economia do turismo indicam que cada emprego formal direto no setor tende a gerar novas oportunidades indiretas e informais, ampliando os efeitos positivos sobre a renda, o consumo e a inclusão produtiva.

Com os resultados atuais, a expectativa é de continuidade do fortalecimento do setor, impulsionado por investimentos em infraestrutura turística, qualificação profissional, ampliação da conectividade aérea e promoção dos destinos piauienses nos mercados nacional e internacional.

O avanço do turismo no mercado de trabalho reafirma o compromisso do governo do Estado com o desenvolvimento sustentável, a geração de oportunidades e a valorização das potencialidades do Piauí.

Fonte: Secom/PI

Arlindo Leão: O candidato da renovação em Parnaíba

Os Parnaibanos que gostam de votar em seus ilustres filhos terão uma opção para Deputado Estadual, além da Deputada Gracinha, que disputará a reeleição. O Jornalista Arlindo Leão, Ex Secretário Municipal em diversas pastas e Governos, é Pré Candidato a Deputado Estadual, apoiado por setores culturais, empresariais, centros acadêmicos, médicos e por um grupo de 6 Ex Secretários do Governo Mão Santa.

Foto: ReproduçãoJornalista Arlindo Leão

Jornalista Arlindo Leão

A renovação faz bem e os candidatos de fora terão um adversário filho da terra!

(Fonte: Portalaz)

Rafael Fonteles parece insultar o povo com os projetos que pararam no meio do caminho

Notas e insulto

O governo do Piauí soltou duas notas sobre eventos negativos a lhe atingir: o fim do projeto de hidrogênio verde e a volta da cobrança de imposto sobre energia solar de geração isolada. Nos dois casos, insultou a inteligência dos contribuintes.

Foto: Reprodução/Gov PiRafael Fonteles apresenta balanço do governo na abertura do ano legislativo

Rafael parece insultar o povo com os projetos que pararam no meio do caminho

Troca

O insulto primeiro é o de dizer que o projeto que a espanhola Solatio anunciou estar desistindo em verdade está sendo reconfigurado. A peneira usada evidentemente não cobriu o sol, esse poderoso detergente contra mentiras e afins.

Fato gerador

No segundo caso de insulto à inteligência da escumalha, a Secretaria da Fazenda disse que a cobrança do ICMS para quem gera energia solar em unidades isoladas não se dava sobre a produção, mas sobre serviços de transmissão.

Ora, o imposto segue sendo cobrado, não importando o seu fato gerador, ou seja, o governo vai cobrar o tributo fingindo que não cobra.

Data center verde

O governo estadual informou que haverá no Estado um “data center verde”, como se fosse possível existir uma planta desse tipo que produzisse créditos de carbono e não uma emissão em escala industrial.

Data centers gastam muita energia e água e isso não os faz verdes em nenhum lugar do planeta.

Diferença

O hidrogênio verde, que em tese produz créditos de carbono, certamente pode ser vendido sob a ideia de sustentabilidade ambiental, sobretudo considerando que há quem considere exagerado o alarme sobre o consumo de água em sua produção. O datacenter consome água e energia e não devolve nada de créditos de carbono.

É a economia….

Vamos lá: o cancelamento do projeto de hidrogênio verde pode ter muito mais a ver com inviabilidade econômica que com impactos ambientais.

Há uma série de estudos a demonstrar, ao menos por enquanto, a falta de viabilidade econômica para esse combustível. Gasta-se energia demais para produzir outra forma de energia, ou seja, não dá negócio.(Portalaz)

Quinta-feira amarga: hidrogênio verde frustra expectativas e decisão sobre ICMS da energia solar gera reação

O Piauí amanheceu sob o impacto da frustração com o projeto do hidrogênio verde, apresentado pelo governador Rafael Fonteles como vitrine internacional do estado. A saída da única empresa que articulava a produção e industrialização do combustível renovável representa um duro revés para a estratégia energética anunciada pelo governo.

O governador evitou comentar diretamente o episódio e delegou à Investe Piauí a divulgação de uma nota considerada vaga e sem esclarecimentos sobre o futuro do projeto. Para agravar o cenário, no mesmo período, o STF deu provimento a recurso do governo estadual, permitindo a continuidade da cobrança de ICMS sobre a compensação de energia solar, gerando reação no setor. Nos bastidores, a sequência dos fatos é vista como desgaste na principal aposta energética da atual gestão. (Silas Freire)

Deputada Gracinha Mão Santa destina R$ 250 mil em recursos para campus da Uespi em Parnaíba

O Campus Professor Alexandre Alves de Oliveira, da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), em Parnaíba, celebra a conquista de novos investimentos que irão fortalecer a educação superior no litoral piauiense. A deputada estadual Gracinha Mão Santa anunciou nesta quarta-feira (04), a destinação de R$ 250 mil em recursos, por meio de emenda parlamentar.

Na abertura do Ano Legislativo, Gracinha fortalece Parlamento e projeta novos avanços para 2026 - Foto: ASCOMDeputada Gracinha Mão Santa destina R$ 250 mil em recursos para campus da Uespi em Parnaíba – Foto: Divulgação

De acordo com a deputada Gracinha Mão Santa, o recurso tem como finalidade a reforma e modernização das instalações do Campus Uespi de Parnaíba, beneficiando diretamente 200 mil pessoas. ‘’Visamos assegurar a melhoria da estrutura física, dos equipamentos e mobiliários das unidades universitárias’’, explica.

A liberação dos recursos ocorreu após reunião da parlamentar com o diretor do campus, professor Eyder Rios, ocasião em que foram apresentadas demandas prioritárias da comunidade acadêmica. De acordo com o diretor, a emenda será aplicada na aquisição de equipamentos de tecnologia da informação e na implantação de sistema de monitoramento eletrônico, atendendo necessidades da instituição.

“Solicitamos essas duas grandes demandas, que eram reivindicações antigas da nossa comunidade acadêmica. Com esses investimentos, vamos melhorar significativamente o acesso à rede sem fio e à internet no campus de Parnaíba, além de garantir mais segurança com um sistema de monitoramento eletrônico. Por isso, agradecemos à deputada Gracinha Mão Santa, sempre muito sensível aos pedidos da nossa instituição”, destacou o professor Eyder Rios.

Para a deputada Gracinha Mão Santa, investir na Uespi é investir diretamente no presente e no futuro do Piauí. “A universidade pública transforma vidas, gera oportunidades e impulsiona o desenvolvimento do nosso estado. Nosso compromisso é continuar fortalecendo a educação em todas as regiões, garantindo melhores condições de ensino, pesquisa e extensão para nossos estudantes e profissionais”, finalizou.

Por Emanuel Oliveira

Após Wellington dizer que passou fome, Petrus expõe passado da família Dias na política; pai do ministro foi de partido que apoiava a Ditadura

O vereador de Teresina Petrus Evelyn (PP) direcionou duras críticas ao ministro do Desenvolvimento, Wellington Dias (PT), afirmando que o ex-governador é um “mentiroso compulsivo”. O parlamentar publicou um vídeo, na manhã desta sexta-feira (06/02), onde reagiu a um vídeo onde o petista afirma ser indígena e ter passado fome.

“Eu vivi a fome, sou de uma região do Brasil, do Piauí, minha fisionomia já demonstra, sou indígenas descendente. Experimentei amanhecer o dia e não ter o café da manhã”, disse Wellington em trecho do vídeo publicado por Petrus. Confira o vídeo original no perfil oficial.

Petrus Evelyn (Foto: Ricardo Morais/OitoMeia)

Sem economizar nas críticas, o jornalista expôs o passado da família Dias, afirmando que o pai do ministro, Joaquim Antônio Dias, foi prefeito de Paes Landim quando Wellington era criança, além da mãe que foi vice-prefeita de Oeiras. Informação importante: Joaquim Antônio Dias foi eleito enquanto era filiado à Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido de sustentação da Ditadura Militar (1964-1975), no bipartidarismo.

“Toda essa história é falsa, não passou fome, não é indígena, nada disso é real. O sujeito inventou isso para mentir nacionalmente. O pai de Wellington Dias, Joaquim Antônio Neto, foi prefeito de Paes Landim, quando Wellington Dias era criança. Será que o filho de um prefeito passava fome? A sua mãe, Teresinha Dias foi vice-prefeita de Oeiras em 1988, será que essa é a história de quem passava fome? Wellington é tão preocupado com a fome que manteve o Piauí com 1 milhão de pessoas passando fome depois de quatro mandatos seus”, comentou.

Aparentemente não foi IA (Foto: Print/Redes Sociais)

O vídeo abordou até genética! O vereador também expôs o histórico de autodeclaração no Tribunal Superior Eleitoral do Piauí (TSE), para as eleições de 2014, 2018 e 2022, em que, em uma delas, o petista chegou a se declarar oriental. No mínimo, inusitado.

“Sobre a história do indígena, isso é uma piada de péssimo gosto. Um desrespeito tanto com os indígenas quanto com seus eleitores, uma necessidade de mentir. A única coisa que o Wellington Dias tem com indígena é sua aparência, que as pessoas chamavam porque ele parece. No site do TSE, em 2014, ele declarou que era amarelo, nem sabe o que é, são os asiáticos, em 2018 se declarou pardo e em 2022 ele colocou que era indígena. Wellington Dias nunca passou fome, nunca foi indígena e nunca foi honesto”, concluiu. (Guilherme Freire)

A dura resposta de Fábio Novo a Ciro Nogueira: “ele é Judas Iscariotes”

A dura resposta de Fábio Novo a Ciro Nogueira: "ele é Judas Iscariotes"
A dura resposta de Fábio Novo a Ciro Nogueira: ele é Judas Iscariotes

A notícia divulgada nesta sexta-feira (06) pelo Pensar Piauí sobre o encontro entre o senador Ciro Nogueira, presidente do PP no Piauí, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reacendeu o debate sobre possíveis acordos eleitorais no estado, governado pelo PT. A reunião, ocorrida na antevéspera do Natal em Brasília, teria discutido estratégias para a disputa ao Senado em 2026. A repercussão motivou uma forte reação do presidente estadual do PT, Fábio Novo, que nas redes sociais afirmou que “não existe uma terceira chance para um Judas Iscariotes tão frio” e criticou o histórico de traições de Nogueira ao partido e ao Piauí, reforçando que “no PT do Piauí, nem se cogita qualquer reaproximação”.

Ciro Nogueira está com medo de perder eleição no Piauí, revela matéria da Folha de SP

Ciro Nogueira não demonstrou entusiasmo com Flávio Bolsonaro
Ciro Nogueira não demonstrou entusiasmo com Flávio Bolsonaro

Uma ampla reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (06) revela um encontro reservado entre o senador e ex-ministro da Casa Civil Ciro Nogueira (PP) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado no final do ano passado na Granja do Torto, residência oficial da Presidência. Mas a revelação mais importante da matéria é a motivação do encontro: o medo de Ciro Nogueira de ser derrotado na sua tentativa de reeleição para o Senado pelo Piauí em outubro deste ano.

De acordo com a publicação, a reunião foi testemunhada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e teria sido solicitada pelo próprio Ciro. O objetivo era pedir ajuda eleitoral a Lula. Em troca, Ciro Nogueira teria prometido trabalhar para afastar o PP da candidatura de Flávio Bolsonaro a presidência da República. A matéria da Folha é assinada pelos jornalista Augusto Tenório, Caio Spechoto e pela jornalista Catia Seabra 

Razão de ser

O receio do senador não é sem razão e reflete um cenário eleitoral estadual desfavorável, como vêm indicando algumas pesquisas de intenção de voto. No Piauí, a chapa governista liderada pelo PT já está definida e consolidada, formando uma forte aliançaeleitoral. O governador Rafael Fonteles (PT) é candidato à reeleição, tendo como vice o também petista Washington Bandeira.

Para as duas vagas em disputa no Senado Federal, a base aliada ao governo Lula no Piauí lançará o senador Marcelo Castro (MDB), e o deputado federal Júlio César (PSD). A força dessa chapa, somada à popularidade do governador, representa um obstáculo considerável à ambição de Ciro Nogueira de permanecer no Senado.

A reportagem da Folha e análises políticas recentes apontam que uma das evidências concretas dessa tentativa de aproximação com o Palácio do Planalto é a mudança no discurso público de Ciro Nogueira. O senador, que foi um dos pilares do governo Bolsonaro, praticamente deixou de atacar o presidente Lula e sua gestão nos últimos meses, adotando um perfil mais moderado e, por vezes, até colaborativo em votações no Congresso, em contraste com a linha de oposição ferrenha de parte de seu partido, o PP.

A manobra ilustra a complexidade das alianças no presidencialismo de coalizão brasileiro, onde figuras de oposição podem buscar entendimentos pontuais para garantir sobrevivência política em seus redutos estaduais. A eleição para o Senado no Piauí em 2026 promete ser um dos embates mais acirrados e simbólicos do pleito, testando a força do bolsonarismo local frente à máquina governista petista.

A seguir, a íntegra da matéria da Folha de São Paulo:

“Ciro Nogueira encontrou Lula e ofereceu afastar PP de Flávio Bolsonaro por acordo no Piauí

Senador e ex-ministro de Bolsonaro busca afastar risco de não se reeleger em estado lulista; ele nega a reunião, confirmada por 5 pessoas

Encontro foi sigiloso, em 23 de dezembro, e teve o presidente da Câmara, Hugo Motta, como intermediário

Chefe da Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro (PL), o presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), foi recebido pelo presidente Lula (PT) na antevéspera do Natal. O encontro ocorreu na Granja do Torto, a pedido do senador, no dia 23 de dezembro e contou com a participação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Descrita pelos participantes como cordial, a conversa, não registrada na agenda do petista, teve o objetivo de reaproximar Nogueira de Lula, sob o patrocínio de Motta. Segundo relatos, o chefe do PP procurou o presidente em busca de um acordo para renovar seu mandato de senador pelo Piauí, estado governado pelo PT.

De acordo com políticos que estão dos dois lados da negociação, Nogueira articula a formação de um pacto segundo o qual Lula apoiaria enfaticamente apenas um candidato para o Senado, o também senador Marcelo Castro (MDB). Isso facilitaria a reeleição do presidente do PP, uma vez que haverá duas vagas em disputa em outubro deste ano.

Ao confirmar o encontro, um aliado de Nogueira disse que ele quer que o governo e o PT não atrapalhem sua candidatura, acenando, em troca, com uma neutralidade do PP na disputa presidencial. Por essa proposta, o partido não se aliaria formalmente ao pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), na disputa contra Lula.

O PP anunciou a formação de uma federação partidária com o União Brasil, chamada União Progressista. As duas legendas, juntas, constituiriam a maior bancada da Câmara dos Deputados e seriam obrigadas a agir em conjunto na eleição nacional. Ciro Nogueira é um dos principais líderes dessa associação de partidos, que ainda não foi definitivamente reconhecida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Confirmada por cinco pessoas, a reunião entre o presidente e o senador serviu para reduzir tensões entre os dois, que, ao final, trocaram juras de afeição. Ao falar sobre a possibilidade de um acordo com o senador no Piauí, um aliado de Lula –simpático à articulação– disse que o presidente gosta de Nogueira.

Na conversa, o senador fez questão de ressaltar a boa relação com Motta, referindo-se ao presidente da Câmara como uma espécie de filho seu.

De acordo com relatos, Ciro Nogueira também destacou que manteve lealdade a Bolsonaro até o fim, mas mencionou ter sido um dos primeiros a reconhecer a vitória de Lula em 2022 —enquanto o bolsonarismo relutava em admitir a derrota. Essa parte da conversa foi entendida como um sinal de que o senador pode ser leal ao petista em um eventual novo mandato. 

Na avaliação de aliados com quem Lula conversou, o presidente dá sinais de simpatia à proposta de Nogueira.

Nesse encontro, o senador mostrou preocupação com a possibilidade de vazamento da conversa —tanto que, procurado pela Folha, negou ter falado com Lula. Mesmo aliados do presidente do PP confirmaram que ele tem estreitado conversas com vistas à campanha eleitoral.

O senador ficou identificado com o bolsonarismo nos últimos anos, e o fato de ter se encontrado com o atual presidente deverá causar desgaste junto a esse público e a políticos de direita.

Um realinhamento entre Lula e Ciro Nogueira enfrentaria forte rejeição no PT do Piauí. Por isso, o governador Rafael Fonteles (PT), que concorrerá à reeleição, e o ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social) ainda não teriam sido informados do encontro.

Dizendo desconhecer essa conversa, o presidente estadual do PT do Piauí, Fábio Novo, recorda que Nogueira se elegeu duas vezes com aval de Lula, tendo traído esse acordo depois. “Não temos o direito de errar uma terceira vez”, disse. Líderes nacionais do partido também não gostariam de ajudar Ciro Nogueira.

Além disso, a chapa costurada pelo PT no estado tem o deputado Júlio César (PSD) como pré-candidato ao Senado. E uma ruptura poderia contrariar o presidente do PSD, Gilberto Kassab, com quem Lula também precisa manter boa relação.

O Piauí é um estado majoritariamente lulista. Na eleição de 2022, o petista recebeu 76,8% dos votos válidos na disputa contra Bolsonaro no segundo turno. Dessa forma, caciques da política piauiense consideram que candidatos que concorram com apoio oficial do Planalto têm uma grande chance de serem eleitos.

Ainda assim, até aliados de Lula reconhecem que o ex-ministro de Bolsonaro tem apoio de muitos prefeitos piauienses –inclusive alguns do PT–, o que lhe dá força eleitoral. O de Cajueiro da Praia (PI), o petista Felipe Ribeiro, por exemplo, declarou apoio ao parlamentar.

Nogueira está em seu segundo mandato como senador. Em 2018 ele foi eleito com apoio de Lula e do PT, fazendo campanha com Fernando Haddad, que venceu Bolsonaro no Piauí com 77,1% dos votos válidos no segundo turno. O senador foi eleito com 29,8% dos votos, sendo o mais votado, com o emedebista Marcelo Castro na segunda vaga, com 27,1%.

Após a derrota de Haddad, porém, Nogueira se aproximou do governo Bolsonaro. A aliança o levou à Casa Civil em julho de 2021. O senador passou a conduzir o PP rumo ao bolsonarismo, mesmo após o ex-chefe ficar sem mandato, rompendo com a tradição do centrão de alinhamento com quem está no poder.

Sem Bolsonaro, Nogueira se tornou entusiasta da candidatura do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) à Presidência. Como o ex-colega de governo Bolsonaro decidiu permanecer em São Paulo, o presidente do PP agora avalia como lidar com o candidato ungido pelo ex-chefe, Flávio Bolsonaro.

Aliados do PP indicam que Ciro sonhou em ser vice de Tarcísio e foi cotado para a vice de Flávio, mas agora tal desejo esfriou. A sigla, que tem uma ala lulista, incluindo um ministro, pode não apoiar formalmente o filho de Bolsonaro e liberar os filiados para aderirem a qualquer campanha nacional”.

Fonte: Folha de São Paulo

Motociclista fica gravemente ferido após bater em empilhadeira e atingir parede em Parnaíba

Um motociclista ficou gravemente ferido em um acidente registrado na tarde desta quinta-feira (05), em Parnaíba. A ocorrência foi atendida por volta das 13h20 no cruzamento da Avenida São Sebastião com a Rua São João Batista, no bairro João XXIII.

De acordo com informações da Companhia Independente de Trânsito (CITRAN), o condutor de uma motocicleta seguia pela Rua São João Batista, no sentido Norte–Sul, quando, ao se aproximar do número 1140, acabou colidindo a cabeça na lâmina de uma empilhadeira. A máquina realizava a retirada de paletes de cimento de cima de uma carreta que estava estacionada na via no momento do acidente.

Após a colisão, a motocicleta ainda percorreu parte do trajeto, atravessou a pista da Avenida São Sebastião e só parou ao atingir o meio-fio do canteiro central e a parede de um estabelecimento comercial localizado na área central da avenida.

Populares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que prestou os primeiros socorros ainda no local. A vítima, identificada apenas pelas iniciais G. S. F., foi encaminhada em estado grave para o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA).

Devido à gravidade do acidente, a área foi isolada e a Perícia Criminal foi acionada para realizar os levantamentos necessários. As circunstâncias do caso deverão ser apuradas pelas autoridades competentes. (Lucas Zadoque)

Pesquisa interna movimenta bastidores da base governista no Piauí

Circula nos corredores da base governista ligada ao Palácio de Karnak a informação de que uma importante liderança política do grupo teria contratado um conjunto de pesquisas de opinião pública que começaria a ser realizado a partir do próximo fim de semana e se estenderia até o mês de maio. Os levantamentos, segundo interlocutores políticos, não teriam caráter eleitoral formal e seriam destinados exclusivamente para consumo interno e avaliação estratégica.

As sondagens estariam sendo realizadas por um instituto de pesquisa de outro estado da Federação, com o objetivo de medir o cenário real das eleições piauienses e avaliar o desempenho de lideranças políticas dentro da conjuntura atual. Entre os pontos que, segundo bastidores, estariam sendo analisados, estaria o possível desgaste do Governo do Estado em temas relacionados à política energética, especialmente após os debates envolvendo o projeto do hidrogênio verde e a polêmica em torno da cobrança de ICMS sobre a compensação da energia solar.

O nome da liderança política que teria encomendado o levantamento vem sendo mantido sob forte sigilo nos bastidores, o que amplia as especulações dentro do meio político. Apesar da ausência de confirmação oficial, interlocutores afirmam que o monitoramento contínuo do cenário eleitoral poderá influenciar decisões estratégicas futuras dentro da aliança governista.(Silas Freire)

Joel contesta decisão que favorece Governo e “prejudica o povo” sobre cobrança da energia solar

O presidente estadual do Progressistas Joel Rodrigues divulgou, na noite desta quinta-feira (05), um vídeo onde contesta a decisão que restabeleceu a cobrança do ICMS sobre a energia solar excedente gerada por consumidores que usam energia solar.

Em outubro do ano passado, o Progressistas havia conseguido uma decisão da Justiça do Piauí favorável ao pedido de inconstitucionalidade da cobrança. A decisão, que era liminar, do TJ-PI, foi suspensa após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), após o Governo do Estado ter recorrido.

Joel Rodrigues considerou que a decisão “prejudica o povo” do Piauí, pois trata-se de uma cobrança a mais no bolso do cidadão que pretende adquirir o sistema de energia solar. A decisão monocrática foi assinada pelo presidente em exercício do STF Alexandre de Moraes.

“Você acompanhou a nossa luta contra a cobrança do ICMS da energia solar. A decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí foi favorável à ação movida pelo Progressistas, para que não houvesse mais essa cobrança. Pois bem, agora o governo do Rafael Fonteles insiste que o povo do Piauí precisa realmente pagar esse imposto e que eles conseguiram derrubar a decisão para voltar à cobrança”, afirmou Joel.

Ainda no vídeo, Joel Rodrigues destacou que o Governo do Estado na gestão Rafael Fonteles é “campeão na cobrança de impostos” e por isso considerar mais uma cobrança aos cidadãos é algo impensável neste momento. E finaliza destacando que o processo seguirá normalmente e acredita que será revertido na suspensão da cobrança: “Conseguiram derrubar a liminar, mas o processo continuará e nós acreditamos que a justiça será feita”.(PoiliticaPiaui)

Rafael Fonteles, Wellington Dias e Ciro Nogueira são os “influencers” da política no Piauí

Rafaem Fonteles, Wellington Dias e Ciro Nogueira lideram nas redes sociais

Rafaem Fonteles, Wellington Dias e Ciro Nogueira lideram nas redes sociais

Na política piauiense, a disputa por visibilidade já não acontece apenas nos palanques ou no horário eleitoral: ela passa, cada vez mais, pelas telas do celular. Com as redes sociais se consolidando como principal fonte de informação política para os brasileiros, nomes como Rafael Fonteles (PT), Wellington Dias (PT) e Ciro Nogueira (PP) despontam como verdadeiros “influencers” da política no Piauí, liderando em alcance, presença digital e capacidade de engajamento. 

Mais do que números, o desempenho nas plataformas revela estratégias de comunicação, força partidária e diferentes formas de dialogar com o eleitorado em um cenário cada vez mais digitalizado.

Com base em dados coletados na plataforma Inflact no começo deste mês, o Portal Piauí Hoje analisou o desempenho de 45 políticos piauienses nas redes sociais, partindo do Instagram. Além dos três mais influentes, foram analisados os perfis de quatro senadores, dos 10 deputados federais e dos 30 deputados estaduais. 

Foram levados em conta como principais indicadores o número de seguidores e o volume de publicações, as curtidas, os comentários, frequência de postagens e taxa de engajamento, métricas que apontam o nível de interação do público com o conteúdo publicado. 

Levantamento feito pelo Portal Piauí hoje. Fonte: Inflact

No levantamento, o governador Rafael Fonteles (PT) aparece como o político do Piauí líder no Instagram, com 549 mil seguidores. Ele também tem 19.574 seguidores no X (ex-twitter), 137 mil no TikTok e 52 mil no Facebook.

Senadores

Entre os senadores piauienses, o líder no Instagram é Wellington Dias (PT), licenciado do Senado porque assumiu o cargo de ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil. O político tem 251 mil seguidores. No X (ex-twitter) dispõe 52,7 mil e no Facebook possui 253 mil seguidores, no TikTok 49,9 k de seguidores.

vice-lider no Instagram entre os senadores é Ciro Nogueira (PP). O ex-ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro e presidente nacional do Progressistas se destaca pelo volume de seguidores e pela média elevada de interações. Ciro tem duas contas no Instagram, numa tem 232 mil seguidores e na outra, mais direcionada as ações políticas no Piauí, possui 45 mil seguidores. Na plataforma X ele também tem dois perfis ativos. No primeiro tem 252,4 mil seguidores e no outro apenas 166 seguidores. No Facebook o senador mantém três perfis abertos e soma 124 mil seguidores.

Em terceiro lugar em número de seguidores no Instagram entre os senadores do Piauí aparece Marcelo Castro (MDB), que mantém desempenho intermediário, combinando frequência de publicações e interação consistente.  Marcelo foi ministro da Saúde no Governo de Dilma Rousseff. O senador conta com 77,2 mil seguidores no Instagram, 10,5 mil no X, possuindo duas contas no Facebook, que somas chegam a 28 mil seguidores. No Tiktok ele tem apenas dois mil seguidores. Como os demais senadores, Marcelo publica muitas agendas pessoais.

Já a senadora Jussara Lima (PSD), que está na vaga de Wellington Dias, apresenta uma das maiores taxas de engajamento proporcional, mesmo com audiência menor. Ela conta com apenas 18 mil seguidores no Instagram, 227 seguidores no Twitter, quatro mil “amigos” no Facebook e não possui conta ativa no Tiktok.

Levantamento feito pelo Portal Piauí hoje. Fonte: Inflact

Deputados federais

Na bancada de deputados federais do Piauí o líder no Instagram é Jadyel Alencar (Republicanos ) com 121 mil seguidores e uma ampla vantagem sobre os demais. Na sequência vêm Merlong Solano (PT), com 60,5 mil, e Julio Cesar Lima (PSD), que soma 54,9 mil seguidores. O grupo dos cinco mais seguidos se completa com Dr. Francisco (PT), com 50,4 mil, e Florentino (PT), com 38,1 mil.

Além da diferença de alcance entre os perfis, o ranking também evidencia um recorte político partidário. Dos cinco deputados federais mais seguidos no Instagram, três são do PT, sinalizando a força que a legenda adquiriu nos últimos anos na corrida digital, um importante aspecto a ser observado nas eleições deste ano.

Levantamento feito pelo Portal Piauí hoje. Fonte: Inflact
Deputados estaduais

A análise do número absoluto de seguidores no Instagram entre os 30 deputados estaduais do Piauí evidencia uma distribuição assimétrica de alcance digital, com concentração de audiência em poucos perfis. No topo do ranking aparecem Georgiano Neto (MDB), com 87,8 mil seguidores, Fábio Novo (PT), com 73,3 mil, Gracinha Mão Santa (PP), com 66,6 mil, Bárbara Firmino (PP), com 61,5 mil, e Dr. Marcus Vinícius (PT), com 45,9 mil seguidores. Esse grupo reúne os parlamentares com maior visibilidade na plataforma, concentrando a maior parcela do público digital da Assembleia Legislativa 

Na base do ranking, os cinco deputados estaduais com menor número de seguidores apresentam audiências significativamente menores. Evaldo Gomes (SDD) soma 10,9 mil seguidores, Gustavo Neiva (PP) tem 12 mil, Henrique Pires (MDB) aparece com 12,9 mil, Wilson Brandão (PP) registra 13,1 mil, e Oliveira Neto (PTcontabiliza 14 mil seguidores. O contraste entre os extremos do ranking indica uma heterogeneidade relevante na capacidade de alcance direto ao público via redes sociais, refletindo diferentes níveis de presença digital entre os parlamentares estaduais.

Deputado(a)
Seguidores
Posts
Média de curtidas por post
Média de comentários por post
Georgiano Neto (MDB) 87.8 K 7 K 623.8 60.8
Fábio Novo (PT) 73.3 K 15.5 K 247.8 23.5
Gracinha Mão Santa (PP) 66.6 K 5.2 K 107.3 12.7
Barbára Firmino (PP) 61.5 K 1.6 K 1,2 k 109.1
Dr. Marcus Vinícius (PT) 45.9 K 6 K 41.7 16.1
Marden Menezes (PSD) 42.3 K 2.2 K 385.6 16.8
Franzé Silva (PT) 41.1 K 7.4 K 225.4 49.7
Rubens Viera (PT) 36.2 K 1.3 K 777.8 86.3
Ziza Carvalho (MDB) 33.4 K 2.9 K 225 12.5
Dr. Thales Coelho (PP) 32.3 K 1.3 K 717.2 53.6
Severo Eulálio (MDB) 30.4 K 3.5 K 260.2 16
Dr. Vinícius (PT) 29.9 K 2.9 K 207.7 13.5
Ana Paula (MDB) 24 K 2.1 K 355.1 43.7
Dr. Hélio (MDB) 23.3 K 5.2 K 121.3 12.3
Dr. Felipe Sampaio (MDB) 21.2 K 2 K 117.8 10
Gessivaldo Isaías (Rep.) 21.1 K 6.9 K 82 20
Tiago Mendes (MDB) 20.7 K 3.1 K 331.8 46.5
Francisco Limma (PT) 20.4 K 6.2 K 152.4 15.3
Aldo Gil (PP) 18.8 K 1.5 K 88 12
Hélio Rodrigues (PT) 18.7 K 1.3 K 14.7 31.8
João Mádison (MDB) 18.3 K 3 K 148 17.2
Dr. Gil Carlos (PT) 18.1 K 1.2 K 271.3 30.8
Warton Lacerda (PT) 16.9 K 2.9 K 1 K 89.6
Elisângela Moura (PcdoB) 15.7 K 2.5 K 164.8 21.4
Hélio Isaías (PT) 14.1 K 1.7 K X 21.8
Oliveira Neto (PT) 14 K 1.5 K 237.2 24
Wilson Brandão (PP) 13.1 K 1.2 K 86.7 19.6
Henrique Pires (MDB) 12.9 K 4.6 K 49 10.3
Gustavo Neiva (PP) 12 K 2.6 K 161.1 12.3
Evaldo Gomes (SDD) 10.9 K 1.5 K 6.6 10.6

É importante ressaltar que os dados apresentados neste levantamento são dinâmicos e sujeitos a variações constantes, uma vez que métricas de redes sociais podem mudar diariamente, conforme estratégias de comunicação, contexto político e comportamento do público. Ainda assim, o recorte oferece um panorama relevante sobre como alcance, engajamento e frequência de postagens se combinam na formação de capital político no ambiente digital, especialmente em um ano eleitoral, ajudando a compreender quem ocupa maior espaço no debate online e como as redes seguem influenciando a relação entre representantes e eleitores no Piauí.

(*) Isabela Fonseca é estagiária de jornalismo sob supervisão da jornalista Malu Barreto

CPMI do INSS votará convocação da esposa de Moraes, Lulinha e irmão de Lula para depor

Deputado federal Marcel van Hattem. (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados).

Na retomada dos trabalhos da CPMI do INSS após o recesso, nesta quinta-feira (5), o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) anunciou haver apresentado requerimento para convocar Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, assim como o senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da comissão, confirmou que colocará na pauta também as convocações de Fábio Luiz, o Lulinha, filho de Lula (PT), e do irmão do chefe de governo, Frei Chico, vice-presidente do Sindinapi, que diz representar os inativos, um dos sindicatos mais beneficiados pelo roubo do INSS. de acordo com o relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL).

Van Hattem destacou que apresentou um requerimento para que ela explique o contrato de R$129 milhões firmado por seu escritório de advocacia com o Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro envolvida em fraudes que roubaram ao menos R$7 bilhões de aposentados e pensionistas.

Segundo o parlamentar, embora a esposa do ministro não figure diretamente nos processos, a imprensa revelou que houve atuação de lobby do escritório dela para a compra do Banco de Brasília (BRB) pelo Banco Master.

“Que espécie de contrato era esse, então? Era de advocacia ou de lobby?”, questionou Van Hattem.

O deputado reafirmou o compromisso da CPMI em investigar a fundo possíveis irregularidades: “A CPMI do INSS reiniciou os trabalhos e vamos até o fim em busca da verdade, doa a quem doer”.

A convocação ainda precisará ser aprovada pelos membros da comissão antes que a esposa de Moraes seja oficialmente chamada para depor.

Veja abaixo um trecho da fala do parlamentar durante a comissão, compartilhada pelo gaúcho nas redes sociais:

Nova taxa do lixo em Parnaíba é encaminhada à câmara municipal sem estudo técnico

A Prefeitura de Parnaíba encaminhou à Câmara Municipal, em regime de urgência especial, o projeto de lei que institui a Taxa de Coleta, Manejo e Destinação Final de Resíduos Sólidos Urbanos (TCMRU). Entretanto, documentos anexos ao processo revelam que não foi apresentado qualquer estudo técnico que comprove como o município pretende mensurar o valor da taxa a ser cobrada dos contribuintes — item essencial para a legalidade desse tipo de tarifa.

Apesar de o texto legal afirmar que a taxa terá como base o “custo anual necessário para prestação do serviço”, o cálculo apresentado se limita a uma fórmula simplificada: (Área do Imóvel × 1%) × VRM, onde o VRM (Valor de Referência do Município) foi fixado em 10 UFMP. Na prática, isso significa que o valor da taxa será calculado por metro quadrado, o que já foi considerado irregular pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em decisões que equiparam esse tipo de cobrança ao IPTU — imposto cuja base de cálculo não pode ser utilizada para instituir taxas.

Segundo a jurisprudência consolidada do STF, taxas devem refletir o custo individualizado do serviço prestado, considerando elementos como volume de lixo gerado, tipo de atividade e frequência da coleta. Ao usar exclusivamente a metragem do imóvel como parâmetro, o município cria um modelo que não mede a utilização efetiva ou potencial do serviço, ferindo princípios constitucionais como proporcionalidade, razoabilidade e capacidade contributiva.

Além disso, o regime de urgência solicitado pelo Executivo impede uma análise mais profunda por parte dos vereadores e restringe o debate público sobre um tema que impactará direta e financeiramente toda a população de Parnaíba. O projeto também prevê penalidades severas em caso de atraso no pagamento, como inscrição em dívida ativa e cobrança judicial.

Outro ponto crítico é a justificativa oficial, que cita recomendações do Tribunal de Contas do Estado para que os municípios instituam a taxa. Contudo, a recomendação do TCE não dispensa o cumprimento das exigências legais, como a apresentação dos estudos de custo do serviço de limpeza urbana  documento que não aparece em nenhum dos anexos enviados pela Prefeitura.

Especialistas em direito tributário alertam que a ausência desse estudo pode levar a judicialização em massa da taxa, já que sem comprovação de custos não há como garantir que o valor cobrado corresponde ao serviço prestado, requisito obrigatório para a validade de uma taxa pública.

Enquanto isso, os moradores aguardam explicações mais consistentes sobre um projeto que, além de incompleto, pode nascer ilegal e gerar mais insegurança financeira aos contribuintes de Parnaíba.

Por: Darival Junior

Governistas evitam falar sobre volta da taxação solar solicitada por Rafael Fonteles a Moraes: “Não compete a mim questionar”

O deputado Dr. Hélio (MDB), comentou a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que derruba a decisão do Tribunal de Justiça do Piauí, dando retorno à cobrança do ICMS pelo Governo do Estado. O parlamentar afirmou que não cabe a ele analisar a decisão que foi tomada judicialmente.

A declaração é por si só controversa, visto que uma das tarefas de cada um dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) é fiscalizar um ao outro. Montesquieu está se revirando no túmulo.

Limma, Fonteles, Moraes e Dr. Hélio (Foto: Guilherme Freire/Reprodução)

“O que é uma decisão baseada nos critérios, na Lei, uma decisão da Justiça não compete a mim questionar ou discutir. Tem as instâncias que o farão, tem a Procuradoria, o Estado, dentro daquilo que é pertinente e de direitro. Claro que tudo que vem para dificultar a vida do povo do Piauí a gente lamenta e claro que vamos tentar trabalhar no sentido de reestruturar uma condição em que o povo possa estar sempre sendo beneficiado dentro da lógica de que o Estado está para servir. Se há uma decisão do Supremo, não compete a mim discutir”, comentou.

O deputado Limma (PT) também falou sobre o assunto, afirmando que a medida é polêmica e ainda deve ser estudada pelos parlamentares, aliados aos seus assessores, antes de um posicionamento. Vale lembrar que os deputados integram a base do governador Rafael Fonteles (PT), que teria solicitado a suspensão de tutela provisória, pedido que foi atendido por Moraes.

“É uma temática polêmica, a energia renovável, especialmente a solar, teve uma expansão muito grande para microgeração, inclusive o uso doméstico. Isso gera impacto naquilo que é projetado de receitas. A gente precisa ter cautela nisso, para ver qual o impacto que isso tem. O consumidor quer ter energia cada vez mais barata. Assim como a indústria reduziu o custo da instalação dos equipamentos, o consumidor também quer ter essa redução. É uma medida polêmica, mas vai se encontrar um caminho que seja de bom grado para todo mundo. Precisamos analisar o teor, para ver qual é nosso posicionamento”, comentou.(Guilherme Freire)