Mão Santa afirma que todos os deputados são submissos ao Governo e Tererê rebate crítica

As críticas feitas pelo sempre polêmico Mão Santa ao Partido dos Trabalhadores
ainda estão dando o que falar no meio político. O ex-senador falou que
os dois governos do PT teriam sido “desastrosos” e “pior que a ditadura
militar”. Após o vereador petista Dudu rebater as críticas
e afirmar que as declarações de Mão Santa são “bobagens”, o deputado
Tererê (PSDB) também rebateu Mão Santa por conta do mesmo ter dito que
os 30 deputados da Assembleia Legislativa do Piauí são subservientes ao
governo e não querem ser da oposição.
Deputado Tererê (PSDB)(Imagem:Reprodução)Deputado Tererê (PSDB)

O tucano falou sobre o assunto com o GP1  e defendeu que sempre se posicionou para cobrar o governo. “Se ele disse isso, que ninguém cobra o governo é porque ele não assiste
às sessões da assembleia. Ele devia acompanhar o Tererê na tribuna.
Estou sempre mostrando à população as omissões do governo”, defendeu-se.
O deputado aproveitou para criticar o governo petista dizendo que
recentemente fez um discurso na tribuna citando 10 motivos para não
votar no PT, e dentre os motivos, citou as obras que não foram
concluídas nos governos petistas. “Citei a Transnordestina, o Porto de
Luís Correia, e o erro que foi a transferência dos atendimentos do
Hospital Getúlio Vargas para o Hospital de Urgências de Teresina. Isso
sobrecarregou o HUT, foi uma responsabilidade enorme”, criticou o
deputado.

Mão Santa(Imagem:Reprodução)

“Me surpreende o Mão Santa falar que nós não cobramos o governo. Eu peço que o governador leia o GP1  para ficar mais informado, porque é um portal que levanta esses assuntos e mostra muitas cobranças, pelo menos da minha parte, ao governador”, disse o deputado tucano.
“Estado quebrado”
A polêmica da declaração de Wilson Martins sobre o governo de Wellington
Dias também foi comentada pelo deputado Tererê. “O tempo passa rápido.
Essa declaração do governador foi algo que sempre falei. O governador
recebeu o estado quebrado mesmo e passou uns dois anos para se
recuperar”, acrescentou.

(AMANDA DANTAS, DO GP)

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