A ex-senadora
Marina Silva afirmou ontem que, se sua chapa saísse vitoriosa da
disputa pelo Planalto em 2014, procuraria os ex-presidentes Luiz Inácio
Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para ter
governabilidade no Congresso.
Marina Silva afirmou ontem que, se sua chapa saísse vitoriosa da
disputa pelo Planalto em 2014, procuraria os ex-presidentes Luiz Inácio
Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para ter
governabilidade no Congresso.
‘Eu não teria
nenhum problema, como aliada a Eduardo [Campos] e se ele ganha as
eleições, de conversar com Lula e Fernando Henrique para que a gente
possa pôr um basta nesse terror que virou hoje a governabilidade com
base em distribuição de pedaços do Estado’, afirmou em entrevista ao
programa ‘Roda Viva’, da TV Cultura. Apesar de dizer que recorreria aos
ex-presidentes, lembrou que o tucano foi ‘tutelado’ por Antonio Carlos
Magalhães (DEM) e o petista, pelo senador.
nenhum problema, como aliada a Eduardo [Campos] e se ele ganha as
eleições, de conversar com Lula e Fernando Henrique para que a gente
possa pôr um basta nesse terror que virou hoje a governabilidade com
base em distribuição de pedaços do Estado’, afirmou em entrevista ao
programa ‘Roda Viva’, da TV Cultura. Apesar de dizer que recorreria aos
ex-presidentes, lembrou que o tucano foi ‘tutelado’ por Antonio Carlos
Magalhães (DEM) e o petista, pelo senador.
Ela voltou a
dizer que não houve definição sobre ocupar a posição de vice de Campos
na chapa socialista, mas que partiu do princípio de que o pernambucano é
candidato. A ex-senadora também voltou a negar que as críticas que fez
ao deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) se estendam a todo o setor do
agronegócio.
dizer que não houve definição sobre ocupar a posição de vice de Campos
na chapa socialista, mas que partiu do princípio de que o pernambucano é
candidato. A ex-senadora também voltou a negar que as críticas que fez
ao deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) se estendam a todo o setor do
agronegócio.
Marina também
criticou o PAC, vitrine de Dilma na área de infraestrutura. ‘O PAC não é
um plano, não é sequer um programa, é uma espécie de gestão de obra a
obra.’ (Folha de S.Paulo)
criticou o PAC, vitrine de Dilma na área de infraestrutura. ‘O PAC não é
um plano, não é sequer um programa, é uma espécie de gestão de obra a
obra.’ (Folha de S.Paulo)
