Em uma reportagem publicada neste domingo às 03 horas da manhã sobre o desvio de recursos do SUS, a Folha de São Paulo fez uma denúncia grave em relação às irregularidades cometidas por prefeituras do Piauí.
Segundo a reportagem, “Em um único dia, um paciente “conseguiu ser
atendido” 201 vezes em uma clínica de Água Branca, no Piauí. A proeza
não parou por aí o valor das duas centenas de consultas foi cobrado do
SUS. O mesmo local cobrou tratamentos em nome de mortos.
Segundo a reportagem, “Em um único dia, um paciente “conseguiu ser
atendido” 201 vezes em uma clínica de Água Branca, no Piauí. A proeza
não parou por aí o valor das duas centenas de consultas foi cobrado do
SUS. O mesmo local cobrou tratamentos em nome de mortos.
Casos assim explicam como, em cinco anos, cerca de R$ 502 milhões de
recursos públicos do SUS foram aplicados irregularmente por prefeituras,
governos e instituições públicas e particulares.
Esse meio bilhão, agora cobrado de volta pelo Ministério da Saúde,
refere-se a irregularidades identificadas em 1.339 auditorias feitas de
2008 a 2012 por equipes do Denasus (departamento nacional de auditorias
do SUS) e analisadas uma a uma pela Folha.
Um dos problemas mais frequentes são os desvios na aplicação de recursos
-quando o dinheiro repassado a uma área específica da saúde é aplicado
em outro setor, o que é irregular.
Também há casos de equipamentos doados e não encontrados, cobranças
indevidas, problemas em licitação e prestação de contas, suspeitas de
fraudes e favorecimentos.”
recursos públicos do SUS foram aplicados irregularmente por prefeituras,
governos e instituições públicas e particulares.
Esse meio bilhão, agora cobrado de volta pelo Ministério da Saúde,
refere-se a irregularidades identificadas em 1.339 auditorias feitas de
2008 a 2012 por equipes do Denasus (departamento nacional de auditorias
do SUS) e analisadas uma a uma pela Folha.
Um dos problemas mais frequentes são os desvios na aplicação de recursos
-quando o dinheiro repassado a uma área específica da saúde é aplicado
em outro setor, o que é irregular.
Também há casos de equipamentos doados e não encontrados, cobranças
indevidas, problemas em licitação e prestação de contas, suspeitas de
fraudes e favorecimentos.”
