A candidatura do
vice-governador Zé Filho ao governo do estado do Piauí em 2014 poderá
repetir o fator Marllos Rossano Sampaio, ocorrido na eleição para
prefeito de Teresina em 2012, quando o PMDB impôs como condição para
Marllos sair candidato, ter que atingir nas pesquisas – até uma
determinada data, um teto mínimo de 20%. O que acabou não acontecendo, e
o que se viu, foi esse deputado federal peemedebista tendo que aceitar
ser candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo candidato à
reeleição, o prefeito Elmano Férrer, como premio de consolação.
vice-governador Zé Filho ao governo do estado do Piauí em 2014 poderá
repetir o fator Marllos Rossano Sampaio, ocorrido na eleição para
prefeito de Teresina em 2012, quando o PMDB impôs como condição para
Marllos sair candidato, ter que atingir nas pesquisas – até uma
determinada data, um teto mínimo de 20%. O que acabou não acontecendo, e
o que se viu, foi esse deputado federal peemedebista tendo que aceitar
ser candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo candidato à
reeleição, o prefeito Elmano Férrer, como premio de consolação.
Marllos Rossano
Sampaio que nas primeiras pesquisas, logo após o lançamento da sua
pré-candidatura apareceu surpreendentemente bem, o que fez com que ele
acabasse metendo os pés pelas mãos e falasse o que não devia, contra
potenciais aliados. Um fato que muitos jornalistas responsabilizam pelo
esvaziamento da pré-candidatura do irmão do presidente da Assembléia
Legislativa do Piauí, o deputado estadual Themístocles Sampaio.
Sampaio que nas primeiras pesquisas, logo após o lançamento da sua
pré-candidatura apareceu surpreendentemente bem, o que fez com que ele
acabasse metendo os pés pelas mãos e falasse o que não devia, contra
potenciais aliados. Um fato que muitos jornalistas responsabilizam pelo
esvaziamento da pré-candidatura do irmão do presidente da Assembléia
Legislativa do Piauí, o deputado estadual Themístocles Sampaio.
O desempenho até
aqui nas pesquisas do vice-governador Zé Filho é pouco animador, mas
pessoas próximas ao vice-governador apostam todas as suas fichas na
renúncia do governador Wilson Martins (PSB), o que caso venha a ocorrer,
poderá repetir em 2014, o que aconteceu em 2010, com a renuncia do
então governador Wellington Dias, que permitiu que Wilson Martins
assumisse o governo e se reelegesse sentado no trono e com todo os meios
e recursos de que dispõe o governador para cabalar votos.
aqui nas pesquisas do vice-governador Zé Filho é pouco animador, mas
pessoas próximas ao vice-governador apostam todas as suas fichas na
renúncia do governador Wilson Martins (PSB), o que caso venha a ocorrer,
poderá repetir em 2014, o que aconteceu em 2010, com a renuncia do
então governador Wellington Dias, que permitiu que Wilson Martins
assumisse o governo e se reelegesse sentado no trono e com todo os meios
e recursos de que dispõe o governador para cabalar votos.
Embora haja
alguma diferença comparativamente nos números das pesquisas de Marlos
Rossano em 2012 e Zé Filho em 2013, o que poderá levar Zé Filho a
retirar o seu nome da disputa pelo governo do Piauí serão os interesses
que estão sendo negociados a nível federal, entre eles, a unificação dos
palanques no Piauí. O que favorecerá a candidatura do petista
Wellington Dias.
alguma diferença comparativamente nos números das pesquisas de Marlos
Rossano em 2012 e Zé Filho em 2013, o que poderá levar Zé Filho a
retirar o seu nome da disputa pelo governo do Piauí serão os interesses
que estão sendo negociados a nível federal, entre eles, a unificação dos
palanques no Piauí. O que favorecerá a candidatura do petista
Wellington Dias.
