Criação de novos partidos divide ministros do TSE

Hylda Cavalcanti

Da Rede Brasil Atual

Durante a sessão que durou mais de duas horas e suscitou muitos debates, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) votou, ontem à noite (24), pela aprovação do registro de dois novos partidos: o Partido Republicano da Ordem Social (PROS) e o Solidariedade Nacional. Com isso, o país passa a contar com 32 legendas para as eleições do próximo ano.
A decisão, porém, não foi unânime e provocou debates entre os ministros sobre a confiança na Justiça Eleitoral.

Os novos partidos devem promover uma reacomodação de parlamentares no Congresso Nacional, com vistas principalmente às eleições do ano que vem, mas não alteram a atual correlação de forças entre oposição e situação.

O PROS nasce com vocação governista – e deve atrair, por exemplo, integrantes do PSB descontentes com a decisão do governador Eduardo Campos de sair do governo da presidente Dilma Rousseff (PT).
O Solidariedade, criado pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, deve alinhar-se à candidatura do senador mineiro Aécio Neves (PSDB) no ano que vem.

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