De um lado, JoãoSantana, Franklin Martins, Rui Falcão e um monte de gente aos poucos se
engajando e sendo contratada para atuar na campanha pela reeleição.
De outro, Aloísio Mercadante e o ministério, com a função de tocar o
governo, destravá-lo e prepará-lo para o segundo mandato.
No meio, a
presidente Dilma, obrigada a desempenhar dois papéis, não raro
conflitantes. Pairando acima do campo de batalha, o ex-presidente Lula,
gestor do governo e da reeleição. No porão, o PT.
presidente Dilma, obrigada a desempenhar dois papéis, não raro
conflitantes. Pairando acima do campo de batalha, o ex-presidente Lula,
gestor do governo e da reeleição. No porão, o PT.
Vai dar
certo? Dificilmente, em termos de relacionamento entre as duas equipes,
apesar de as pesquisas indicarem a vitória nas urnas e a aprovação de
quase 50% da atual administração. No fundo, uma coisa só, ainda que duas
vertentes de ação com todos os requisitos para bater de frente. A
sorte dos dois grupos é que faltam adversários de peso, tanto para
disputar a eleição quanto para apontar as falhas de governo. (Trecho de
artigo de Carlos Chagas)
certo? Dificilmente, em termos de relacionamento entre as duas equipes,
apesar de as pesquisas indicarem a vitória nas urnas e a aprovação de
quase 50% da atual administração. No fundo, uma coisa só, ainda que duas
vertentes de ação com todos os requisitos para bater de frente. A
sorte dos dois grupos é que faltam adversários de peso, tanto para
disputar a eleição quanto para apontar as falhas de governo. (Trecho de
artigo de Carlos Chagas)