Por:Arimatéia Azevedo
Hoje, o PT no Piauí renova seu comando partidário e, pelo discurso, com
ideias que não comungam, por exemplo, com situações como a que vive o
partido atrelado a cargos num governo que não o considera. Anteontem, o
senador Wellington Dias, a maior expressão do PT no Estado, chegou a
dizer que ficar ou seguir no governo seria uma decisão da nova executiva
petista.
ideias que não comungam, por exemplo, com situações como a que vive o
partido atrelado a cargos num governo que não o considera. Anteontem, o
senador Wellington Dias, a maior expressão do PT no Estado, chegou a
dizer que ficar ou seguir no governo seria uma decisão da nova executiva
petista.
A política é a arte de governar visando o bem comum. No Piauí,
pelas ações dos atores que atuam nesse cenário, a política parece ser
movida exclusivamente pela sede insaciável de cargos. A prova disso é a
constrangedora novela que se asiste em torno da manutenção de cargos em
nome de antigos aliados que agora marcham aceleradamente para a
oposição. Em todo lugar, o exercício da política se divide em quem é
governo e em quem é oposição. A opção por um ou outro lado implica em
ônus e bônus. Quem é governo goza da sombra do poder e ocupa os cargos,
mas se submete às críticas pelos erros da administração. Quem fica na
oposição – nem sempre por escolha – perde o poder e os cargos, mas tem a
liberdade de criticar os desacertos do governo. Já se vê, pois, que
está bem definida a linha que separa os que marcharão com o governo e os
que estarão na trincheira da oposição, nas próximas eleições. Wilson
Martins, de forma clara, mas com elegância, vem falando que quer os
cargos. É lógico que ele quer passar a governar com quem de fato tem
compromisso com o governo e vai acompanhar a sua liderança política.
pelas ações dos atores que atuam nesse cenário, a política parece ser
movida exclusivamente pela sede insaciável de cargos. A prova disso é a
constrangedora novela que se asiste em torno da manutenção de cargos em
nome de antigos aliados que agora marcham aceleradamente para a
oposição. Em todo lugar, o exercício da política se divide em quem é
governo e em quem é oposição. A opção por um ou outro lado implica em
ônus e bônus. Quem é governo goza da sombra do poder e ocupa os cargos,
mas se submete às críticas pelos erros da administração. Quem fica na
oposição – nem sempre por escolha – perde o poder e os cargos, mas tem a
liberdade de criticar os desacertos do governo. Já se vê, pois, que
está bem definida a linha que separa os que marcharão com o governo e os
que estarão na trincheira da oposição, nas próximas eleições. Wilson
Martins, de forma clara, mas com elegância, vem falando que quer os
cargos. É lógico que ele quer passar a governar com quem de fato tem
compromisso com o governo e vai acompanhar a sua liderança política.
Os
antigos aliados desconversam, fingem-se de mortos e fazem de conta que
não entenderam a ordem de entrega dos cargos dadas pelo governador. Com
isso ganham tempo, continuam se empanturrando de cargos e conspirando
contra o governo, preparando-se e fortalecendo-se do outro lado. Essa
novela da entrega dos cargos já virou um pastelão mexicano em que os
próprios atores não percebem o papelão que estão encenando.
antigos aliados desconversam, fingem-se de mortos e fazem de conta que
não entenderam a ordem de entrega dos cargos dadas pelo governador. Com
isso ganham tempo, continuam se empanturrando de cargos e conspirando
contra o governo, preparando-se e fortalecendo-se do outro lado. Essa
novela da entrega dos cargos já virou um pastelão mexicano em que os
próprios atores não percebem o papelão que estão encenando.
P.S.:O ciclo
Pronto, o PT sai do governo em Dezembro, quando, nas palavras de Regina Souza, completa o ciclo de governo.
E sai levando também o 13º salãrio.
Pronto, o PT sai do governo em Dezembro, quando, nas palavras de Regina Souza, completa o ciclo de governo.
E sai levando também o 13º salãrio.
