As drogas são o flagelo deste século

As mortes do ator norte-americano  Philip Seymour Hoffman  e do diretor de cinema brasileiro Eduardo Coutinho podem ter uma causa comum: as drogas. O primeiro, segundo o Wall Street Journal  tinha
uma agulha de seringa no braço e envelopes de heroína espalhados pelo
quarto ao ser encontrado. O segundo, segundo depoimentos de moradores
vizinhos do cineasta, o seu suposto assassino, o seu filho, ao pedir
socorro falava coisas desconexas e
afirmava que tinha libertado  seu pai, sua mãe a si mesmo. Sem explicar
do que. O que supostamente leva a concluir, que se trata de um maníaco
depressivo. Geralmente, uma pessoa que faz ou já fez uso de drogas.

A
heroína, um tipo de droga considerada pesada pelo efeito devastador que
ela provoca no seu usuário, antes só acessível a um grupo seleto de
consumidores, nas últimas duas, pelo aumento da sua produção, feita em
escala industrial e o seu conseqüente barateamento, tornou-se acessível
até as pessoas de classe média baixa ou de baixo poder aquisitivo. Droga
do tipo crack, essa se faz hoje presente, até mesmo nos pequenos
lugarejos e acessível a todo tipo de consumidor.

E
o povo brasileiro diante da incapacidade dos governos  combaterem esse
terrível mal, se sente indefeso desprotegido e a mercê dos traficantes,
bandidos e criminosos potenciais. 

Sem a proteção do Estado, só nos resta rezar e orar.
Por:Dom Severino

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