Começam as brigas na Assembleia Legislativa do Piauí

Próximos ao início da campanha eleitoral (oficial), os aliados políticos dois principais candidatos ao Governo do Estado já começam a se engalfinhar dentro da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi).

Deputado Hélio Isaías preferiu ficar com cargo no governo e migrar do PP para o PT (foto: Jailson Soares / PD)Deputado Hélio Isaías preferiu ficar com cargo no governo e migrar do PP para o PT (foto: Jailson Soares / PD)

A mais recente e boba discussão pela imprensa foi entre os parlamentares deputado Hélio Isaías (PT) e o deputado B. Sá Filho (PP). Ambos defendem que seus candidatos vão vencer a eleição para o governo ainda no primeiro turno.

Essas situações vão ser cada vez mais comuns dentro da ALEPI. Resta saber se será válido para oposição, que tem minoria na Casa e pode acabar dando ainda mais voz aos deputados que representam a base e são maioria.

Deputado B.Sá Filho buscar se unir as poucas vozes parlamentares da oposição dentro da Alepi contra a campanha do PT. (foto: Jailson Soares / PD). Deputado B.Sá Filho buscar se unir as poucas vozes parlamentares da oposição dentro da Alepi contra a campanha do PT. (foto: Jailson Soares / PD).

SITUAÇÃO EM SÃO RAIMUNDO NONATO

O deputado Hélio é da base do governo e apoia a candidatura de sucessão do Partido dos Trabalhadores com o nome do ex-secretário Rafael Fonteles. O parlamentar se filiou recentemente ao PT, após deixar o Progressistas. O deputado é marido da prefeita de São Raimundo Nonato, Carmelita Castro (PP).

Em São Raimundo Nonato, grupo do deputado Hélio pedirá votos para Rafael (PT) e para deputada Margareth Coelho (PP). (foto: redes sociais). Em São Raimundo Nonato, grupo do deputado Hélio pedirá votos para Rafael (PT) e para deputada Margareth Coelho (PP). (foto: redes sociais).

A prefeita é irmã da deputada federal, Margarete Coelho (PP), uma das principais aliadas da chapa de oposição ao governo liderada pelo ministro e senador Ciro Nogueira (PP), que aposta no nome de Sílvio Mendes (União Brasil) para tomar o Governo do PT. Apesar disso, Carmelita decidiu seguir o marido e apoiar o PT. (Gil Oliveira)

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