Author: Bernardo Silva
‘Vamos comemorar o voto dos analfabetos’ no estado do Piauí
Um dos trechos diz: ‘Vamos comemorar o voto dos analfabetos’.
E segue: “Vamos celebrar/A estupidez do povo/Nossa polícia e televisão/Vamos celebrar nosso governo/E nosso estado que não é nação”.
Mas adiante crava: ‘Celebrar a Juventude sem Escolas/As crianças mortas (…)/Celebrar nosso castelo de cartas marcadas (…)”. E por aí vai.
PIAUÍ
Ao divulgar os números sobre o eleitorado piauiense, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acaba, sem querer, por justificar a qualidade ruim dos políticos locais, que além de serem mal escolhidos, pertencem a um safra ruim, sem preparo.
O reflexo é o que somos.
Só 6% do eleitorado possui curso superior.(Rômulo Rocha)
Lula tenta reatar com as bases e retorno às origens
Não foi por acaso. A troca é o símbolo mais evidente de uma guinada estratégica que o petista vem formulando internamente para tentar reatar com suas bases eleitorais e sobreviver politicamente.
Não chega, porém, a ser uma tática inédita. Em sua trajetória, o ex-presidente sempre voltou às origens nos momentos de crise.
Mas ele nunca havia passado por uma situação tão dramática. O ex-presidente viu seu patrimônio e legado político derreterem nos últimos meses com o avanço da Operação Lava Jato. Foi denunciado sob acusação de tentar obstruir a investigação e é investigado por suposta ligação com imóveis que teriam sido reformados por empreiteiras alvos da operação.
Segundo a última pesquisa Datafolha, Lula é rejeitado por 46% do eleitorado –o pior índice entre os testados para a eleição presidencial de 2018. Apesar de liderar os cenários para o primeiro turno, não aparece numericamente à frente de nenhuma hipótese de segundo turno.
O ápice do desgaste culminou com o afastamento de sua afilhada política, Dilma Rousseff, da Presidência.
Nesse cenário, Lula decidiu mergulhar no ambiente que lhe é mais afeito. Passou a priorizar agendas com movimentos de esquerda e viagens ao Nordeste –na região, é o presidenciável preferido de 39% da população.
CONVENÇÃO MUNICIPAL DO PARTIDO VERDE (PV)
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O cinismo prevalece e Ciro Gomes faz as pazes com Lula na convenção do PT
Sérgio Roxo
O Globo
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontraram neste domingo pela primeira vez desde que o primeiro fez ataques pesados ao segundo. Tanto nos discursos na convenção que homologou a candidatura do prefeito Fernando Haddad à reeleição em São Paulo como nos bastidores, os dois procuraram manter a cordialidade. Em entrevistas e palestras nos últimos meses, Ciro, que foi ministro da Integração Nacional no primeiro governo do petista, repetiu várias vezes que Lula tem “moral frouxa”. Em março, ao bater boca com um manifestante que protestava em Fortaleza contra o PT, o ex-ministro afirmou que “Lula é um merda”. Em outros momentos, porém, Ciro defendeu o ex-chefe das acusações de que é vítima na Operação Lava-Jato.
— Foi legal. A gente estava sem se falar há um tempo. Foi bem cordial — respondeu Ciro, ao ser questionado como foi o encontro com Lula.
Sobre as críticas que vinha fazendo, o ex-ministro evitou neste domingo entrar em polêmica:
— Eu tenho pelo Lula um grande apreço. Tenho também grandes críticas aos últimos movimentos dele. Mas não é a ocasião aqui de eu lembrar disso.
“UM VELHO AMIGO” – No discurso, Ciro disse que participava da convenção com sentimento de prazer por “rever um velho amigo, o ex-presidente Lula”. O ex-presidente, por sua vez, saudou o “querido companheiro Ciro Gomes, companheiro a quem eu devo muita gratidão pelo período que esteve no governo comigo e só não continuou porque não quis”.
Nos bastidores, os dois conversaram reservadamente sobre a conjuntura política nacional.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Ciro Gomes é a personificação do velho ditado que diz: “Quem fala demais dá bom-dia a cavalo”. (C.N.)
Garota usa taça de vidro para ferir a amiga em briga na praia de ‘Atalaia’
A mulher ferida reside no bairro Buenos Aires, em Teresina, e veio ao Litoral em um ônibus de excursão, acompanhada de um grupo de amigos. De acordo com informações colhidas no local pela guarnição dos Bombeiros, a mulher começou uma discussão com uma amiga, de nome não identificado, que lhe atingiu com uma taça de vidro no rosto.
A guarnição do Corpo de Bombeiros, comandada pelo major Rivelino de Moura, e composta ainda pelos soldados Ramon Thiago, Thiago Arcanjo e Mickael Nascimento, prestou atendimento à vítima, que em seguida foi encaminha ao Hospital Estadual Dirceu Arcoverde.Fonte: com informações do Corpo de Bombeiros
PRTB – EDITAL DE CONVOCAÇÃO
DEMOCRATAS – EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Ocupações irregulares de vias e áreas públicas: dois pesos e duas medidas!!!
MST BLOQUEIA RODOVIAS E QUEIMA PNEUS EM GOIÁS E DF
Enfim, a privatização
A Eletrobras anunciou na sexta-feira a disposição de vender até o próximo ano as cinco distribuidoras estaduais de energia que controla – incluindo a do Piauí. A venda do ativo elétrico piauiense vai se dar 20 anos após o processo de federalização da companhia, em 1997, quando era governador do Estado o senhor Mão Santa, que usou considerável volume dos recursos recebidos pela transferência do controle da estatal para custeio de folhas salariais. Nesse percurso de 20 anos, a companhia chegou a ser posta à venda, mas o negócio terminou fracassando e a empresa foi mantida sob controle estatal, apresentando resultados operacionais negativos, acumulando prejuízos que de 2012 a 2015 somam R$ 1,041 bilhão. Somente no ano passado, a empresa perdeu R$ 562,987 milhões. Há quem veja nos sucessivos números negativos uma conspiração do governo – deste e do anterior – para desvalorizar a empresa e vendê-la a qualquer preço. Besteira. Má gestão é um traço mais comum no setor público altamente eivado por interesses privados que no setor privado, onde persiste a busca de maior ganho com menor custo. Assim, a privatização da Eletrobras Piauí se converte em boa notícia, porque permitirá que perdas que somam mais de R$ 1 bilhão se convertam em ganhos para reinversão em negócios energéticos, que impulsionam outros negócios nos mais variados ramos da economia local.
























