Ontem, dia 26 de junho de 2026, esteve mantendo contatos políticos em Parnaíba a pré-candidata a deputada estadual Dra. Anyara Santos.
Ela foi recepcionada pelo suplente de vereador Júlio César e participou de um evento realizado na Sociedade Cristã São João Bosco, Na Rua Oeiras, no Bairro Nova Parnaíba. O encontro reuniu lideranças, amigos e moradores “que participaram ativamente desse momento de diálogo e construção coletiva. Foi uma noite marcada por troca de ideias, escuta e fortalecimento de parcerias que certamente renderão frutos para o futuro da nossa comunidade”, explicou Júlio César.
Segundo ele, a presença de todos foi fundamental para mostrar que “juntos podemos transformar sonhos em realidade. Este encontro é apenas o início de muitas parcerias e conquistas que estão por vir. Buscamos fortalecer o vínculo com a pré candidata Anyara Santos”, pontuou Júlio.
QUEM É Dra. Anyara Santos
A Dra. Anyara Santos é odontóloga, acadêmica de Medicina e primeira-dama da cidade de Picos. Casada com o prefeito Dr. Pablo Santos, ela traz em sua trajetória o legado político da família Santos, que já representou o povo do Piauí por diversos mandatos na Assembleia Legislativa.
Em março de 2026, Anyara oficializou sua filiação ao MDB, fortalecendo o partido e colocando seu nome à disposição como pré-candidata a deputada estadual. Sua proposta é dar voz às mulheres, defendendo pautas como saúde feminina, maternidade e o combate ao feminicídio.
Com apoio de lideranças estaduais e municipais, a Dra. Anyara Santos se apresenta como uma nova força política, comprometida em transformar a vida das pessoas e ampliar a representatividade feminina no parlamento piauiense.
JÚLIO CÉSAR já faz política em Parnaíba há vários anos, já tendo concorrido a uma vaga na Câmara Municipal por diversos pleitos. Nas últimas eleições obteve quase 1.300 votos conquistando uma das suplências do Legislativo Parnaibano.
O Piauí tem um potencial turístico gigantesco, mas o abandono é evidente. Enquanto milhões são gastos com pavimentação de bairros por meio da Secretaria de Turismo, nossos principais pontos turísticos seguem sem estrutura, divulgação e investimentos de verdade.
Obra inaugurada na Lagoa do Portinho: Pra nada
Turismo não é asfalto em área urbana. Turismo é gerar emprego, renda e desenvolvimento valorizando as riquezas do nosso estado. (Texto: Petrus Evelyn/ O Piauiense)
Trata-se de um mal de cunho subjetivo que domina o Brasil de ponta a ponta, em todas as camadas sociais e em todos os ambientes e grupos sociais.
Na televisão, nas emissoras de rádio e nos sites de jornais de grande circulação, as empresas de apostas on-line aparecem como patrocinadoras dos programas mais populares e, ao mesmo tempo, surge uma recomendação subliminar, em letras miúdas, informando que as apostas são destinadas a adultos, podem causar dependência e acarretar outras mazelas.
Não existe sequer um filtro quanto ao público específico dos programas mais assistidos, nem uma preocupação em saber se pessoas mais simples merecem uma linguagem mais direta.
Os órgãos oficiais que tratam desse assunto deveriam analisar melhor essas recomendações e confrontá-las com a liberdade de expressão. Quando se adverte que algo vicia, é curioso observar que beber também vicia e nunca foi merecedor dessa observação. Comer salgadinho também vicia, mas não há ressalvas nas embalagens. E, se a pessoa é maior de idade, que jogue quanto quiser e assuma os riscos inerentes à sua capacidade de decisão, até porque responder pelos próprios atos se estende a todas as ações e independe, muitas vezes, da própria vontade.
No futebol, a hipocrisia é a regra. Qualquer falha do juiz a favor do seu time está correta, por mais grave que seja. Pequenas falhas contra são o fim do mundo. E, entre dezenas de incoerências, destaca-se a “faltinha”. “Esse juiz não marca qualquer faltinha”. Deveria marcar. Não existem faltinhas. É ou não é falta.
Nalgumas áreas, a hipocrisia passou a fazer parte do modo generalizado de agir, sendo mais evidente na política. Em menor grau, ela se estende a todos os Poderes.
Como costuma dizer um ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, a situação tem focinho de porco, orelha de porco, parece um porco; e é porco.
Há diversos exemplos disso. Foram encontradas casas cheias de dinheiro. Um político comprou um terreno e se esqueceu de depositar mais de R$ 470 mil no banco, mas não apresentou uma linha sequer de contrato de compra e venda. No caso mais recente, acharam milhares de dólares e euros em um apartamento, e a explicação foi a de que esse dinheiro havia sido recebido em diárias e na compra de moedas estrangeiras. Entretanto, são valores estratosféricos guardados em espécie dentro de casa, numa época em que não se pode usar um celular, um telefone móvel, na rua. Enquanto isso, pessoas vendem bugigangas nos faróis e, nos ônibus e trens, salgadinhos são pagos via pix.
Na televisão e na imprensa em geral, repete-se o festival de hipocrisias. Nos exemplos acima, a mídia divulgava as informações utilizando a expressão “endereços ligados” a fulano, para não mencionar que, no exemplo do porco, todos os indícios apontavam para o fato de que se tratava do endereço do cidadão da fortuna proveniente de diárias, que também não apresentou, até o momento, sequer um rabisco que comprove a aquisição da montanha de dinheiro.
“Pesquisa é um retrato do momento”, costumam repetir quando um candidato favorito aparece mal em um levantamento, como se pudesse existir pesquisa do futuro. Ainda que isso fosse possível, as pessoas poderiam mudar de opinião posteriormente.
A cereja do bolo são parlamentares que, na média, não trabalham nem em regime 1×6, recebem benesses financeiras que se aproximam de um milhão de reais por mês e, ainda assim, criam empecilhos para não aprovar uma jornada semanal de 5×2 para milhões de pessoas que recebem um salário mínimo. Detalhe: eles conseguem juntar milhares de dólares e euros apenas com diárias recebidas. Isso reforça a tese de um colunista que costumava dizer que o Brasil perde muito mais quando os parlamentares trabalham.
Murici dos Portelas será o ponto de partida do circuito estadual de corridas de rua Piauí Run Tour – O Piauí em Movimento, que terá início neste sábado (27), com largada às 6h. A competição deve reunir atletas profissionais, amadores e entusiastas da corrida de diversas regiões do estado em um percurso de cinco quilômetros. A iniciativa é promovida pela Associação Esporte & Vida do Estado do Piauí, com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria dos Esportes (Secepi), e busca incentivar a prática esportiva e ampliar o calendário de eventos no interior.
Foto: Reprodução | Divulgação
O Piauí Run Tour foi criado para integrar esporte, saúde, turismo e desenvolvimento regional. Segundo os organizadores, o projeto pretende descentralizar as grandes competições esportivas, valorizando os municípios participantes e fortalecendo suas características culturais, históricas e turísticas. É esperado que cada etapa atraia centenas de atletas, familiares e visitantes, movimentando setores como comércio, hotelaria, gastronomia e prestação de serviços.
Outro diferencial do circuito será o sistema de pontuação geral, que incentivará os corredores a participarem de todas as etapas, promovendo continuidade e maior integração entre os competidores. Todas as provas contarão com estrutura de segurança, suporte aos atletas e cronometragem eletrônica, buscando elevar o padrão das corridas de rua realizadas no estado. Após Murici dos Portelas, o circuito seguirá para Beneditinos, José de Freitas e Novo Santo Antônio.
De acordo com Lucídio Ferreira, representante da associação organizadora, o esporte é uma ferramenta de inclusão social e desenvolvimento regional. Para o Governo do Estado, o Piauí Run Tour reforça a política de interiorização das ações esportivas, ampliando o acesso da população a eventos organizados e consolidando o turismo esportivo como uma alternativa para impulsionar a economia e a qualidade de vida nos municípios piauienses.
Na próxima segunda-feira (29), os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual Direta, Autárquica e Fundacional funcionarão em horário diferente em função do jogo da seleção brasileira. O decreto foi assinado pelo governador Rafael Fonteles.
Conforme o decreto, o expediente nos órgãos do Poder Executivo Estadual será encerrado às 12h. A medida contempla os órgãos da administração direta, autarquias e fundações estaduais.
Foto: Viagora
Palácio de Karnak
O decreto determina ainda que, as horas correspondentes à redução de jornada deverão ser recompensadas posteriormente pelos servidores. Os serviços considerados essenciais permanecerão funcionando normalmente.
Segundo o texto, a alteração no horário do expediente não se aplica aos órgãos e instituições cujas atividades exigem funcionamento ininterrupto como os ligados à saúde, segurança pública, atendimento de urgência e demais áreas consideradas indispensáveis ao atendimento da população.
CNI estima impacto de até R$ 267 bilhões por ano nos custos do trabalho formal com redução da jornada e fim da escala 6×1
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, reforçou nesta quinta-feira (25) que eventuais mudanças nas relações de trabalho merecem a máxima atenção e profundidade nas discussões. “Mudanças dessa magnitude exigem debate amplo, técnico e responsável, com participação de trabalhadores, empregadores e poder público. Isso porque alterações dessa natureza podem gerar impactos relevantes sobre emprego, custos e a economia de maneira geral. É fundamental e aprofundamento das discussões”, destacou Alban.
Segundo o dirigente, não deve haver pressa do Senado para discutir a proposta de emenda à Constituição (PEC 221/2019) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. Pelo contrário: o assunto, segundo ele, requer ampliação das discussões à exaustão.
Estimativas da CNI indicam que a redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais e fim da escala 6×1 pode elevar os custos com empregados formais em até R$ 267 bilhões por ano, um aumento de até 7%.
A PEC 221 foi aprovada pela Câmara dos Deputados no final de maio e enviada ao Senado, onde permanece, até o momento, sem encaminhamento. Há outra proposta em tramitação na Casa, conhecida como PEC do Trabalho Flexível, apresentada pelo senador Rogério Marinho, que propõe modernizar as relações laborais por meio da autonomia de escolha. Esta PEC recebeu o apoio de um grupo de 3 mil entidades empresariais, incluindo a CNI.
A Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí (ADUFPI), em Teresina, sediará neste sábado (27), das 9h às 12h, a primeira plenária da pré-candidatura de Manuel Domingos Neto ao Senado pela Federação Rede/PSOL. O encontro reunirá lideranças, movimentos sociais, estudantes e apoiadores para discutir propostas voltadas ao Piauí e ao Brasil. A organização informa que o evento será aberto ao público e terá como foco o diálogo e a construção coletiva da candidatura.
Foto: Foto divulgação
Manuel Domingos Neto
Sociedade
A participação da sociedade civil na política volta ao centro do debate neste sábado (27), durante a plenária da pré-candidatura de Manuel Domingos Neto ao Senado Federal, em Teresina. O encontro reunirá representantes de movimentos sociais, professores, estudantes, trabalhadores e lideranças para discutir propostas voltadas ao desenvolvimento do Piauí. A iniciativa pretende ampliar o diálogo entre diferentes setores e estimular a construção coletiva de uma agenda para as eleições de 2026.(Portalaz)
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias (PT), justificou a não conclusão do Porto de Luís Correia durante os seus quatro mandatos como governador do Piauí a uma ação judicial. À imprensa, o ex-governador detalhou a situação.
“Infelizmente, a gente teve uma ação judicial. Era um Porto federal que foi repassado para o estado e tinha uma série de problemas que a gente levou muito tempo para poder garantir. Eu ainda fiz uma retomada, que teve uma ação que terminou paralisando”, disse.
Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias (Foto: Ricardo Morais/OitoMeia)
Além de comentar os entraves para a conclusão do Porto, Wellington Dias destacou a sua importância.
“Ali é um porto de pequeno porte, um porto pesqueiro, para cargas menores. Mas vai ser muito importante, integrando com o Porto de Itaqui e outros”, finalizou.(Carlos Junior )
O projeto do Porto de Luís Correia voltou a ser o foco das discursões e já provoca divergências até mesmo entre integrantes da base governista. Nos bastidores, aliados avaliam que a forma como o governo pretende apresentar os avanços da obra pode gerar desgaste político, especialmente se a expectativa criada não for correspondida. A possibilidade de inaugurar uma etapa da estrutura antes de sua plena operação , pode ser uma estratégia que poderá ampliar ainda mais desconfiança de parte da população.
Nas redes sociais, observa-se um volume significativo de comentários da população, incluindo especialistas que manifestam ceticismo quanto ao funcionamento do porto como terminal de exportação de grande porte. Segundo o governo, a operação inicial prevê que navios de maior calado permaneçam em alto-mar, enquanto embarcações menores fariam o transporte da carga até eles. Para defensores do projeto, trata-se de um modelo técnico utilizado em determinadas operações portuárias. Já opositores sustentam que a iniciativa poderá ser interpretada por parte do eleitorado como uma demonstração de resultados antes de o empreendimento atingir sua capacidade plena.
A discussão também divide opiniões dentro da base aliada. Há quem considere importante apresentar à população os avanços alcançados e demonstrar que o projeto está saindo do papel. Outros, porém, avaliam que seria mais prudente aguardar uma etapa mais consolidada da operação, evitando criar expectativas que possam resultar em desgaste político. O Porto de Luís Correia poderá se transformar em um dos temas centrais do debate eleitoral, tornando-se um ativo para o governo caso as entregas correspondam às expectativas, ou um foco de críticas caso persistam dúvidas sobre sua operacionalidade e seus resultados. (Silas Freire)
Nos bastidores da oposição, o clima é de atenção em relação ao desempenho da pré-campanha de Joel. Integrantes do grupo avaliam que, após um início marcado por crescimento na opinião popular e boa receptividade em suas agendas pelo interior, o ritmo de avanço já não é o mesmo observado nas primeiras semanas. A percepção entre aliados é de que houve uma desaceleração da pré-campanha, o que tem motivado discussões internas sobre a necessidade de uma avaliação estratégica.
Apesar de Joel manter uma agenda intensa, visitando municípios, conversando com a população e realizando uma pré-campanha de forte apelo popular, interlocutores entendem que esse esforço ainda não tem se traduzido no mesmo impulso registrado no início. Nos bastidores, ninguém aponta uma causa específica para esse momento. Entre as hipóteses levantadas estão a necessidade de uma estratégia mais eficiente, a dificuldade de ampliar a adesão de novas lideranças políticas ou outros fatores naturais do processo de pré-campanha, que deverão ser analisados pelo grupo.
A avaliação predominante entre aliados é de que este é o momento de revisar o planejamento, identificar os pontos que precisam ser fortalecidos e buscar alternativas para que a pré-campanha volte a apresentar o ritmo de crescimento percebido anteriormente.(Silas Freire)
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Faltam 100 dias para o primeiro turno das eleições de 2026. Em 4 de outubro, os brasileiros irão às urnas escolher o presidente da República, os 27 governadores, 54 senadores, além de deputados federais, estaduais e distritais. Já o segundo turno, onde houver necessidade, está marcado para 25 de outubro.
Confira as principais datas do calendário eleitoral de 2026:
4 de julho: fim da propaganda institucional
A partir de três meses antes do primeiro turno, pessoas que ocupam cargos públicos ficam proibidas de fazer publicidade institucional. Isso significa que não podem divulgar atos de governos, programas, serviços e obras. Também fica proibido usar dinheiro público para shows em inaugurações e anúncios que possam influenciar os eleitores.
Também a partir dessa data, candidatos não podem participar de inaugurações de obras públicas. As regras buscam garantir uma disputa eleitoral equilibrada e evitar vantagens indevidas para quem já ocupa cargo público.
20 de julho a 5 de agosto: convenções partidárias
As convenções são encontros internos de partidos e federações partidárias (quando dois partidos se unem para atuarem como um só por pelo menos quatro anos). Nelas, os filiados escolhem os candidatos que vão disputar cada cargo e discutem coligações para as eleições majoritárias. Os encontros podem ser presenciais, virtuais ou híbridos e ocorrem em três níveis: nacional, estadual e municipal.
Cabe aos partidos definir como será a escolha dos candidatos e dos respectivos números de urna. Cada candidato a deputado ou senador recebe um número específico. Os partidos também precisam elaborar uma ata das assembleias, com os nomes e cargos pretendidos, e enviar o documento à Justiça Eleitoral até o dia seguinte.
15 de agosto: registro de candidaturas no TSE
É o fim do prazo para os partidos registrarem, na Justiça Eleitoral, os candidatos que vão disputar as eleições. As candidaturas à Presidência devem ser registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os demais cargos devem ser registrados nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).
16 de agosto: propaganda eleitoral
A campanha começa em 16 de agosto. A partir dessa data, a propaganda eleitoral fica liberada nas ruas e na internet. As peças podem apresentar propostas, mensagens, realizações e trajetórias dos candidatos. Pedidos de voto feitos antes disso são considerados propaganda irregular e podem levar a multas.
Até 1º de outubro, é permitida a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet. Candidatos também podem fazer comícios até essa data. A campanha na rua é permitida até as 22h de 3 de outubro, véspera do primeiro turno. As campanhas e partidos podem distribuir adesivos e panfletos, realizar passeatas e carreatas.
28 de agosto: propaganda no rádio e na TV
A propaganda eleitoral no rádio e na TV começa em 28 de agosto, 35 dias antes da antevéspera da eleição. Vai até o dia 1º de outubro.
1º a 5 de outubro: restrição a conteúdos gerados por IA
72 horas antes do primeiro turno, as campanhas ficam proibidas de distribuir novos conteúdos gerados por inteligência artificial em sites e redes sociais. O veto vai até 24 horas após a votação. Essa regra é uma das novidades aprovadas pelo TSE para este ano. Em caso de descumprimento, o texto prevê a remoção imediata do conteúdo ou indisponibilidade do serviço, por iniciativa do provedor de rede social.
4 de outubro: 1º turno
Neste dia, os eleitores brasileiros vão votar para os seguintes cargos:
presidente e vice-presidente;
governador e vice-governador;
senador;
deputado federal;
deputado estadual;
deputado distrital (no caso do DF).
A votação ocorre entre 8h e 17h, em todo o país.
9 de outubro: propaganda no 2º turno
Começa a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão relativa a eventual 2º turno. Vai até 23 de outubro
25 de outubro: 2º turno
O 2º turno ocorre se nenhum candidato tiver maioria absoluta na disputa para presidente ou para governador.
18 de dezembro: diplomação dos eleitos
A diplomação é o reconhecimento oficial, pela Justiça Eleitoral, do resultado das urnas. Nessa etapa, os eleitos são formalmente reconhecidos. O mandato, porém, só começa com a posse.
5 de janeiro de 2027: posse presidencial
É uma novidade. A posse do presidente eleito não será mais no primeiro dia do ano e passou para 5 de janeiro. A posse dos governadores será no dia 6 de janeiro. A mudança foi aprovada em 2021 e passa a valer nestas eleições. A posse dos senadores e deputados será no dia 1º de fevereiro de 2027.
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Decisão envolve manutenção de 19 escolas e compra de brinquedos com recursos do salário-educação
O prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel Cunha de Brito, e os demais responsáveis pela área da educação terão de suspender pagamentos ligados a dois empenhos mantidos em restos a pagar após o Tribunal de Contas do Estado identificar risco de duplicidade, falhas na transparência e ausência de documentos capazes de comprovar a execução integral dos serviços contratados.
Francisco Emanuel, prefeito de Parnaíba
A decisão envolve despesas custeadas com recursos do salário-educação e relacionadas à manutenção de 19 escolas municipais de ensino fundamental e à aquisição e instalação de brinquedos de grande porte para unidades de ensino infantil. Também foram citados a secretária executiva do Fundeb, Nayara de Castro Vieira Silva, o secretário municipal de Educação, Danilo de Andrade Rêgo, o controlador-geral do município, Francisco Eudes Fontenele Aragão, e a empresa EBN Engenharia e Construção Ltda.
A apuração teve início após denúncia apresentada pelo cidadão Bruno Souza Santana, que apontou supostas irregularidades na emissão, liquidação e execução das despesas. Segundo o relato, dois empenhos foram liquidados em um intervalo de apenas 24 horas, sem comprovação material suficiente da execução dos serviços e da entrega dos bens.
Ao analisar os registros, a área técnica do TCE identificou que os mesmos objetos já apareciam em empenhos anteriores, que não foram anulados e acabaram inscritos em restos a pagar. Para o Tribunal, essa situação criou a possibilidade de o município realizar dois pagamentos pela mesma obrigação contratual.
No contrato destinado à manutenção de 19 escolas, no valor de R$ 165,4 mil, o TCE constatou que as ordens de serviço não haviam sido cadastradas no sistema oficial. Também não foram localizadas notas fiscais, recibos e atestos que demonstrassem a execução dos serviços, embora dois pagamentos já tivessem sido realizados à empresa contratada.
O Tribunal destacou ainda que o contrato previa inicialmente outra fonte de recursos, mas os pagamentos foram feitos com verba do salário-educação. A alteração só apareceu posteriormente em termo de apostilamento publicado no Diário Oficial, sem que todas as informações fossem inseridas nos sistemas de controle.
Situação semelhante foi encontrada no contrato para aquisição e instalação de equipamentos de lazer e recreação nas escolas infantis. A despesa, de R$ 178,8 mil, também possuía empenho anterior com a mesma descrição, mantido em restos a pagar mesmo depois da emissão e do pagamento de um novo empenho.
Nesse caso, o TCE não encontrou no sistema Contratos Web o contrato, o termo aditivo, o possível apostilamento, as notas fiscais, os recibos ou os atestos relacionados à execução. O aditivo contratual teria sido assinado em outubro de 2025, mas publicado apenas em maio de 2026.
A Corte também apontou que a ausência de informações nos sistemas oficiais e a demora na publicação dos atos contratuais prejudicaram a fiscalização e o controle social. Sem os documentos, não foi possível confirmar se as 19 escolas receberam efetivamente os serviços de manutenção nem se os equipamentos foram entregues e instalados.
Diante das falhas, a conselheira Waltânia Alvarenga determinou que a Prefeitura de Parnaíba não realize pagamentos relativos aos dois empenhos inscritos em restos a pagar até o julgamento definitivo da denúncia. Os responsáveis deverão apresentar documentos que comprovem a execução dos contratos e a regularidade dos pagamentos já efetuados.
O prefeito, os secretários, o controlador-geral e a empresa contratada foram citados para apresentar defesa no prazo de 15 dias úteis. Após as manifestações, o processo retornará à área técnica do Tribunal e seguirá para análise do Ministério Público de Contas.(Lupa1)