O piso da escola, está arrancando e virando uma cratera no pátio, o reboco das paredes está desabando,banheiros sem a minima condições de higiene,os mictórios interditados e sem uso,pias sem encanação de água, tomadas com fiação exposta, colocando em risco a vida das pessoas; portas sem fechaduras,janelas quebradas, enfim, inúmeros problemas típicos de um local entregue à própria sorte.
Author: Bernardo Silva
FERNANDO GOMES PARTICIPA DA II ETAPA DE CURSO EM SÃO PAULO
OBSERVATÓRIO
COLUNA DO JORNAL “TRIBUNA DO LITORAL”
NAS BANCAS NESTA QUINTA FEIRA – 25/07
Piauí ainda não teve nenhuma emenda parlamentar liberada este ano de 2013
Morre professor Manoel Lopes Pedrosa: Prefeita de Luiz Correia suspende comemorações de aniversário da cidade.
DECRETO MUNICIPAL N° 042/2013.
Ministro leva família a Cuba no carnaval em jato da FAB


Ciro Gomes: ‘Dilma pilota uma aliança assentada na putaria’
Bolsa Família e a profecia de Luiz Gonzaga
CUIDADO, DEPUTADO TERERÊ
Enduro do Litoral reunirá pilotos do Piauí, Ceará e Maranhão
O briefing será dia 27 a partir das 18h na Caboclo Motos e a largada acontece na Bom Preço Motos no dia 28 a partir das 8h. O encerramento da 1ª etapa da prova será na cidade de Buriti dos Lopes. A segunda Etapa que promete surpresas aos pilotos inicia em Buriti dos Lopes encerrando na Lagoa do Portinho, com previsão de chegada a partir do meio dia.Leilão eleitoral:Custo da eleição para a Assembléia e a Câmara vai de 5 a 15 mlhões de reais
Os políticos do Piauí, especialmente os que pretendem disputar uma cadeira de deputado no pleito de 2014, ainda aguardam a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a ação de inconstitucionalidade contra artigos da Lei Complementar nº 78, que dá ao Tribunal Superior Eleitoral poderes para redefinir o número de cadeiras no Parlamento, com base no censo do IBGE. Enquanto a decisão não vem, entre os deputados já se calcula quanto vai custar a eleição de um candidato para a Câmara e a Assembléia.
Pelas contas a disputa para 10 vagas tem um custo e para apenas 8 na câmara o custo será bem maior. Pelas projeções, os gastos para a câmara para quem já é deputado estão estimados em R$ 7 milhões se as cadeiras forem 10 e em torno de R$ 10 a R$ 11 milhões se forem 8 vagas apenas. Já para quem não é deputado, projeta-se um custo de R$ 10 a 12 milhões se forem 10 as cadeiras a disputar, porém, de R$ 15 milhões ou mais se a disputa for para 8 cadeiras.
Já para a Assembléia Legislativa os valores chegam de R$ 3 milhões para quem está no exercício do mandato e se a disputa for para 30 cadeiras e de R$ 5 milhões no caso de a disputa for para 24 vagas. Contudo, para quem não é deputado e deseja pleitear um mandato estadual terá de desembolsar cerca de R$ 5 milhões se a Assembléia mantiver as 30 vagas e de R$ 7 milhões ou mais se o número de cadeiras for reduzido para 24.
É bom deixar claro que essas cifras gravitam torno dos maiores partidos políticos do estado, já que nestes o número de deputados e candidatos com votações acima dos 30 mil votos obriga os postulantes a ampliarem a extensão das áreas onde são votados e com isso engordar os orçamentos. Paulo Fontenele
Mutirão recolhe plástico, vidros e até dentadura na Praia de Barra Grande
Incomodados com a sujeira, um grupo de moradores da Praia de Barra Grande na cidade de Cajueiro da Praia, Litoral do Piauí, organizou um mutirão de limpeza nesta terça-feira (23). A ação teve início às 6h e recolheu mais de 30 sacos de lixo em uma extensão de dois quilômetros. Garrafas pet, frascos de remédios, restos de rede de pesca, absorventes e até uma dentadura foram recolhidos durante o mutirão.
A turismóloga paulista Marcella Aizza, que também participou da ação, disse que a iniciativa foi incrível e mostrou a preocupação dos moradores da praia em manter o local limpo. “Espero que essa ação consiga ser ampliada para que outras pessoas também colaborem”, disse.
Do G1 PI
Médica Ilvanete Beltrão será nova diretora do Hospital Dirceu Arcoverde
Entre os nomes selecionados, os profissionais em saúde, Carlos Vinícius de Almeida Batista (Coordenador Regional de Saúde), Vânia Cristina Reis Cavalcante (Coordenador Regional de Saúde), Wilson de Souza Cabral Filho (Coordenador Regional de Saúde), Ilvanete Tavares Beltrão (Diretor de Hospital Regional), Marcello Rufino Leal (Diretor de Hospital Regional) e Vítor Figueiredo Carneiro (Diretor de Hospital Regional).
As inscrições foram realizadas de 21 de maio à 03 de junho do ano corrente nas sedes das Regionais de Saúde. Cada candidato só pôde se inscrever para um cargo disponível nos municípios ofertados no edital. Texto:Tacyane Marchado (Portal Costa Norte)
O SERTANEJO É ANTES DE TUDO UM FORTE
Por:Reginaldo Costa
Ninguém pode negar que FHC governou tendo as elites como aliada incondicional. O que não se pode admitir é um governo que se estabelece com amplo apoio popular, jogar pra debaixo do tapete, a essência dos compromissos assumidos com cidadãos historicamente privados de direitos. Se de dez em dez anos, a vida na Caatinga, em que predomina a miséria, é drasticamente alterada pela tragédia anunciada da seca; de governo a governo, as promessas de solução do problema se renovam, sem alterar o dia a dia do sertanejo que ao longo da sua existência, se depara com o mesmo cenário: lavouras de subsistência transformadas em pó; homens e mulheres morrendo de fome e sede; a fauna, exposta ao sacrifício, tornando assustadora a paisagem.
Ninguém pode negar que FHC governou tendo as elites como aliada incondicional. O que não se pode admitir é um governo que se estabelece com amplo apoio popular, jogar pra debaixo do tapete, a essência dos compromissos assumidos com cidadãos historicamente privados de direitos. Se de dez em dez anos, a vida na Caatinga, em que predomina a miséria, é drasticamente alterada pela tragédia anunciada da seca; de governo a governo, as promessas de solução do problema se renovam, sem alterar o dia a dia do sertanejo que ao longo da sua existência, se depara com o mesmo cenário: lavouras de subsistência transformadas em pó; homens e mulheres morrendo de fome e sede; a fauna, exposta ao sacrifício, tornando assustadora a paisagem.
Como se fora pouco, em meio à desgraça humana, surge a famigerada indústria da seca, a emperrar projetos, evaporando os sonhos de mudança da triste realidade. De 1877, quando cerca de 500 mil pessoas morreram, a 1959, com o surgimento da SUDENE, criada com a intenção de fortalecer a economia regional, extinta pela indecência da corrupção, o que se ouve são conversas contumazes pra boi dormir. Inclusive o presidente nordestino, que governou por 8 anos, assumindo o compromisso de consolidar a Reforma Agrária e o projeto de transposição do Rio São Francisco, deixou a esperança se esvair permitindo que 7 milhões de brasileiros permanecessem em situação de extrema pobreza, apesar dos midiáticos programas assistencialistas.
No livro “Os Sertões”, Euclides da Cunha disse que “O sertanejo é antes de tudo, um forte”. Não o fosse como resistiria às condições adversas, impostas pela natureza e a crueldade do sistema político? Para amenizar o sofrimento, só mesmo a fé, para renovar as forças no enfrentamento da calamidade cíclica das secas e das injustiças sociais.
De sã consciência, não dá pra ignorar alguns avanços, mas não podemos nos envaidecer com a associação do Brasil a país desenvolvido. Fugindo de demandas fundamentais, entre elas, a Reforma Agrária, não há o que comemorar. Afinal, é no campo que se encontra a harmonia das grandes cidades.
Começa hoje 2º Encontro de Folguedos no Joaz Souza
Briga no Amadeu vai para o Top Five do CQC:’Âncora pede até clemência
No programa desta segunda, o vídeo com a briga dos políticos conseguiu o quinto lugar no quadro que reúne as situações mais inusitadas, de erros ou engraçadas da televisão brasileira.
Marcelo Taz, apresentador do programa, chama os dois de ‘gracinhas’ comentou sobre a situação de Amadeu Campos, que precisou apartar a briga entre Antônio José Lira e Tererê e foi acompanhado pelos colegas de bancada. “Ele pedindo o intervalo, mais parecia estar pedindo clemência”, disseram.
“Gostei da riqueza dos argumentos, mentiroso.. não, mentiroso é você”, disse o apresentador.
ASSISTA O VÍDEO COM O QUADRO DO CQC
Governo conclui recuperação do acesso a praia de Barra Grande no litoral do Piauí
Marina é uma bolha, diz marqueteiro
Em sua opinião, a eleição presidencial de 2014 será bem diferente da de 2010, quando foi dado um voto de confiança não a Dilma, mas a Lula, o que na prática se traduziu numa aventura pelo fato dela ser desconhecida, vendida não como politica tradicional, mas como gestora.
Se a presidente não se recuperar, dificilmente o eleitor, na visão do marqueteiro, volte a apostar em aventuras. Irá querer, segundo ele, preferir algo mais concreto, com resultados no campo administrativo.
Neste particular, o eleitorado de Marina, que não é de direita, tende a se transferir para um candidato de esquerda. Assim, o nome da oposição que mais teria condições de atrair esse eleitorado seria o governador Eduardo Campos.
“O desapontamento com Dilma também afeta Marina, que seria outro tiro no escuro”, diz Teixeira, para quem Aécio Neves e José Serra, que devem entrar também na disputa, não “ roubariam” esse voto migrado de Marina pelos seus perfis de direita.
Marcelo Teixeira ressalta que Marina aparece, hoje, bem nas pesquisas também pelo seu recall, a lembrança forte do eleitorado ao seu nome por ter disputado as eleições passadas. “Mas, ela é uma bolha, tem muita fragilidades e não se sustenta”, adverte.Magno Martins
Lula vetou médicos cubanos




















