buscam apoio em José Sarney, que os socorre, dando-lhes conselhos providencias
e apresentando saídas para problemas de difícil solução. Só que esse socorro
tem um preço, como tudo que se faz na política.
quando do escândalo do Mensalão, não se fez de rogado e exigiu que Lula saísse
de Brasília e fosse à Timon no estado do Maranhão, usando o aeroporto de
Teresina, para não dar a bandeira, participar de um comício nessa cidade
maranhense e pedir votos para Roseana Sarney, que naquela altura estava com a
sua candidatura correndo perigo, o que acabou de fato acontecendo.
Jose Sarney, que mais uma vez lhe mostrou o caminho das pedras e como delas se
livrar. Essa ida de Dilma Rousseff ao Maranhão, sob o pretexto de inaugurar
mais um berço do Porto do Itaqui foi para discutir uma saída para o imbróglio
dos royalties do petróleo da camada Pré Sal, de modo a não desagradar o
governador Sérgio Cabral, que tem demonstrado ao país, uma força política
surpreendente, capaz até de fazer com a presidente da república resolvesse se
voltar contra os prefeitos de 5000 municípios e 24 governadores, que defendiam
a sanção presidencial da lei dos royalties da riqueza produzida pelo petróleo
extraído na camada Pré Sal, a sete mil de profundidade, além do mar das 200
milhas.
que seja uma presidência interina. Sarney é macaco velho e deve ter aproveitado
essa grande oportunidade para pedir a aprovação da presidente da instalação em
São Luís da 2ª Esquadra Naval, na Ponta da Espera, um lugar que já recebeu a
aprovação do ministro da Marinha de Guerra. Se esse apoio foi por uma causa
como essa, valeu apena, porque como todo mundo sabe às coisas para o Maranhão
só são conseguida a base de fórceps. Foi assim com o escoamento do mineiro de
ferro da Serra dos Carajás através do Porto do Itaqui e a criação do Centro de
Lançamento de Alcântara (CLA). Dom Severino














