Chefes políticos trocam de candidatos no interior e apoiam quem paga mais

O Piauí vive o maior leilão eleitoreiro no interior. Os vendedores de votos e os compradores estão com um imenso balcão de negócios, onde quem paga mais leva o chamado colégio eleitoral.
Alguns colégios eleitorais que apoiaram um determinado candidato no pleito passado, já não vota mais no seu deputado federal, já está apoiando outro nome. Por quê? Claro, o outro ofereceu mais dinheiro pelos votos desse líder político que detém o voto do povo e esse já esqueceu o candidato em quem votou na eleição passada e já está passando os números e nomes dos seus novos candidatos a deputado estadual e o federal ao seu eleitorado de cabresto. (curral eleitoral).
Não adianta, aqui no nordeste o voto continua de cabresto. Enquanto o país não qualificar o voto, vamos continuar com essa anomalia da compra e venda dos votos de pessoas inocentes. O líder que vende os votos no interior, já está com a grana no bolso, compra carro, gado, apartamento e está de tripa forra, sem o mínimo de piedade daquele candidato em quem ele votou na eleição passada.
O candidato que perdeu o chamado colégio eleitoral que o apoiou na última eleição, desesperado, corre em busca de outro chefe político, que possa aceitar a oferta que ele pode pagar. Se não tiver dinheiro para cobrir o leilão do outro, vai ficar sem os votos.
Enquanto isso os políticos que se elegem comprando votos, ao chegar em Brasília, alugam o voto para o Presidente de plantão, pois precisa recuperar o que investiu na campanha durante o leilão, que garantiu a sua eleição. Eles gastam de 5 a 10 milhões de reais, mas sempre conseguem garantir a sua reeleição(Por:Tomaz Teixeira)

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