O senador Ciro Nogueira (PP) nega que a, agora ala de oposição,
liderada pelo senador Wellington Dias (PT), se sinta ameaçada com o
‘time’ formado pelo governador Wilson Martins (PSB), que conta com mais
de dez partidos.
liderada pelo senador Wellington Dias (PT), se sinta ameaçada com o
‘time’ formado pelo governador Wilson Martins (PSB), que conta com mais
de dez partidos.
Em entrevista ao 180graus, por
telefone, o senador não poupou críticas à base governista e questionou a
viabilidade de uma aliança que, segundo ele, foi construída na ‘base da
ameaça’. Um recado, bem dado, a Wilsão e todos os seus aliados.
telefone, o senador não poupou críticas à base governista e questionou a
viabilidade de uma aliança que, segundo ele, foi construída na ‘base da
ameaça’. Um recado, bem dado, a Wilsão e todos os seus aliados.
Ciro
afirma que muitos partidos resolveram continuar com Wilsão porque se
sentiram coagidos. “É uma aliança muito prematura. Não acredito em uma
chapa onde muitos continuaram por medo de perder cargos. Não é com
ameaça que se consegue aliados. Eles estão inseguros e muita coisa ainda
pode mudar”, sentenciou.
afirma que muitos partidos resolveram continuar com Wilsão porque se
sentiram coagidos. “É uma aliança muito prematura. Não acredito em uma
chapa onde muitos continuaram por medo de perder cargos. Não é com
ameaça que se consegue aliados. Eles estão inseguros e muita coisa ainda
pode mudar”, sentenciou.
ZÉ FILHO PRESSIONADO
Para
o senador, o vice-governador Zé Filho (PMDB) desistiu de concorrer à
reeleição, caso assuma o Governo do Estado no dia 5 de abril, após ser
coagido. “Há muitos conflitos nessa aliança (do Wilsão). Primeiro porque
tiraram do Zé Filho o direito natural de ser candidato a reeleição. Ele
se sentiu pressionado e abriu mão desse direito”, comentou.
Para
o senador, o vice-governador Zé Filho (PMDB) desistiu de concorrer à
reeleição, caso assuma o Governo do Estado no dia 5 de abril, após ser
coagido. “Há muitos conflitos nessa aliança (do Wilsão). Primeiro porque
tiraram do Zé Filho o direito natural de ser candidato a reeleição. Ele
se sentiu pressionado e abriu mão desse direito”, comentou.
SOBROU ATÉ PARA O SÍLVIOO progressista também fez
críticas ao ex-prefeito de Teresina, Sílvio Mendes (PSDB), que será vice
de deputado Marcelo Castro (PMDB). Segundo Ciro, Wilsão foi obrigado a
colocar o tucano como vice, devido a grande rejeição que ele possui
dentro da própria base. “O governador coloca como candidato ao governo
uma pessoa que nas pesquisas não aparecia nem com 5% dos votos. E o nome
mais forte, que tem 30% da intenção de votos, teve que ficar como vice
porque a base não o aceita”, declarou.
críticas ao ex-prefeito de Teresina, Sílvio Mendes (PSDB), que será vice
de deputado Marcelo Castro (PMDB). Segundo Ciro, Wilsão foi obrigado a
colocar o tucano como vice, devido a grande rejeição que ele possui
dentro da própria base. “O governador coloca como candidato ao governo
uma pessoa que nas pesquisas não aparecia nem com 5% dos votos. E o nome
mais forte, que tem 30% da intenção de votos, teve que ficar como vice
porque a base não o aceita”, declarou.
SOBRE OS TRÊS PRESIDENCIÁVEIS
A
presença de três candidatos diferentes a presidência da República na
chapa formada por Marcelo Castro (PMDB), Sílvio Mendes (PSDB) e Wilson
Martins (PSB) também recebeu críticas do senador. Para Ciro, isso
enfraquece a aliança das três legendas. “Primeiro quero saber como o
Marcelo Castro vai apoiar a Dilma (PT) com Aécio Neves (PSDB) e Eduardo
Campos (PSB) no mesmo palanque? O governador prometeu para Campos um
palanque forte e agora ele terá que dividir esse apoio. Como isso vai
ser visto pelo eleitor?”. Ciro ficou de indicar um nome para ser
candidato a vice na chapa de oposição composta por W.Dias, como
candidato a governador, e senador João Vicente Claudino (PTB), candidato
a reeleição.
A
presença de três candidatos diferentes a presidência da República na
chapa formada por Marcelo Castro (PMDB), Sílvio Mendes (PSDB) e Wilson
Martins (PSB) também recebeu críticas do senador. Para Ciro, isso
enfraquece a aliança das três legendas. “Primeiro quero saber como o
Marcelo Castro vai apoiar a Dilma (PT) com Aécio Neves (PSDB) e Eduardo
Campos (PSB) no mesmo palanque? O governador prometeu para Campos um
palanque forte e agora ele terá que dividir esse apoio. Como isso vai
ser visto pelo eleitor?”. Ciro ficou de indicar um nome para ser
candidato a vice na chapa de oposição composta por W.Dias, como
candidato a governador, e senador João Vicente Claudino (PTB), candidato
a reeleição.
Publicado Por: Lídia Brito(180graus)

