Perdão, leitor, mas certos políticos deviam ser chamados de punheteiros.
Porque só vivem naquela masturbação mental sobre assuntos que eles
próprios criam. Agora passaram a ganhar espaços na mídia para discutir o
que é da vontade alheia. Por exemplo: se Wilson Martins sai ou fica no
governo, decisão que só compete única e exclusivamente ao próprio
governador. O personagem da hora é o deputado federal Marcelo Castro
especialista em estradas e Phd no protecionismo familiar em se tatando
de cargos e obras públicas. Enquanto a nuvem do momento indica que
Wilson fica, ele assegura que Wilson sai. E tem razão para desejar isso:
quer tirar o PMDB da condição de coadjuvante para ator principal,
emplacando o vice-governador na cadeira Numero 1. Por direito, é bom
frisar, mas as intenções estão longe de parecer reais. Há em curso uma
espécie de conspiração dentro do próprio PMDB para colocar Zé Filho no
comando dos últimos dez meses da gestão de Wilson Martins e, ao mesmo
tempo, trabalhar para a formação de uma aliança tendo como candidato ao
governo o petista Wellington Dias. No entanto, num cenário em que só
eles conseguem pontuar, de serem tão gentis quanto insinceros uns com os
outros, é fácil se ouvir e ler a declaração abaixo: “O PMDB está cem
por cento unido. Não há discrepâncias e todos nós estamos unidos em
torno da candidatura do vice, Zé Filho. Esperamos que Wilson Martins
saia do governo para ser nosso candidato ao Senado Federal. Esse é o
plano. É ‘improbabilíssimo’ o governador não sair. Não consigo imaginar
Wilson Martins permanecendo no cargo”, destacou Marcelo Castro em
recente publicação. O PMDB está ‘cem por cento’ unido em torno de Zé
Filho como estiveram os pefelistas que se locupletaram na gestão de onze
meses de Hugo Napoleão, no tenebroso governo Vida Nova. Eles buscaram
os meios mais espúrios para garantir a manutenção de seus mandatos,
deixando-o entregue à própria sorte. E todos sabem o resultado: o
governador da época foi o petista Wellington Dias que entrou na disputa
apenas para competir, capitaneando uma oposição frágil, constrangida,
fragmentada pela cassação de Mão Santa.Por:Arimatéia Azevedo
Porque só vivem naquela masturbação mental sobre assuntos que eles
próprios criam. Agora passaram a ganhar espaços na mídia para discutir o
que é da vontade alheia. Por exemplo: se Wilson Martins sai ou fica no
governo, decisão que só compete única e exclusivamente ao próprio
governador. O personagem da hora é o deputado federal Marcelo Castro
especialista em estradas e Phd no protecionismo familiar em se tatando
de cargos e obras públicas. Enquanto a nuvem do momento indica que
Wilson fica, ele assegura que Wilson sai. E tem razão para desejar isso:
quer tirar o PMDB da condição de coadjuvante para ator principal,
emplacando o vice-governador na cadeira Numero 1. Por direito, é bom
frisar, mas as intenções estão longe de parecer reais. Há em curso uma
espécie de conspiração dentro do próprio PMDB para colocar Zé Filho no
comando dos últimos dez meses da gestão de Wilson Martins e, ao mesmo
tempo, trabalhar para a formação de uma aliança tendo como candidato ao
governo o petista Wellington Dias. No entanto, num cenário em que só
eles conseguem pontuar, de serem tão gentis quanto insinceros uns com os
outros, é fácil se ouvir e ler a declaração abaixo: “O PMDB está cem
por cento unido. Não há discrepâncias e todos nós estamos unidos em
torno da candidatura do vice, Zé Filho. Esperamos que Wilson Martins
saia do governo para ser nosso candidato ao Senado Federal. Esse é o
plano. É ‘improbabilíssimo’ o governador não sair. Não consigo imaginar
Wilson Martins permanecendo no cargo”, destacou Marcelo Castro em
recente publicação. O PMDB está ‘cem por cento’ unido em torno de Zé
Filho como estiveram os pefelistas que se locupletaram na gestão de onze
meses de Hugo Napoleão, no tenebroso governo Vida Nova. Eles buscaram
os meios mais espúrios para garantir a manutenção de seus mandatos,
deixando-o entregue à própria sorte. E todos sabem o resultado: o
governador da época foi o petista Wellington Dias que entrou na disputa
apenas para competir, capitaneando uma oposição frágil, constrangida,
fragmentada pela cassação de Mão Santa.Por:Arimatéia Azevedo
