Seria ouvido como 3º depoente o presidente da FIEPI, Zé Filho, que não pode comparecer por questões de agenda.
Nesta quarta-feira (26/04), aconteceria na sala Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) a oitiva do terceiro depoente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga as irregularidades dos serviços da Equatorial Piauí. Seria ouvido o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Piauí (FIEPI), Zé Filho.
Por questões de agenda o presidente da FIEPI não pode comparecer e o depoimento ficou agendado para o dia 17 de maio. Na próxima semana, a CPI vai ouvir os representantes do Ministério Público Estadual e Federal.

Para o deputado estadual e presidente da CPI, Evaldo Gomes (Solidariedade), a ideia é que os trabalhos sejam concluídos até o dia 05 de julho. O deputado destaca ainda que a Equatorial será uma das últimas entidades a dar declaração.
“Já tivemos dois depoimentos, do presidente dos Urbanitários e do PROCON. Antes de ouvir a Equatorial, nós pretendemos ouvir representantes de outras entidades, da junta comercial, da associação do agronegócio, populares e também grandes empresários”, destaca.
RECLAMAÇÕES RECEBIDAS
“A Equatorial não tem dado uma resposta satisfatória aos grandes problemas que ocorrem. Se na própria capital tem gente que reclama, que passa 48 horas sem energia, imagina quem mora distante da cidade. Tem município que chega a passar uma semana, 10 dias”, alegou.
“O Procon fez a denúncia afirmando que as famílias não tem sido ressarcidas por aparelhos domésticos danificados pela falta de energia”, pontua o deputado.
OBJETIVO DA CPI
Evaldo Gomes ressalta ainda que a CPI pretende chegar à conclusão do relatório exigindo da Equatorial um respeito ao povo do Piauí.
“A gente está procurando fazer o nosso trabalho, do jeito que está não pode continuar. Criamos essa CPI para que a gente possa dar uma resposta satisfatória à população. Ao final, enviaremos o material ao Ministério Público com o intuito de forçar a Justiça a fazer com que a Equatorial cumpra o que promete”, afirma.(Izabelle Lima)