Fim melancólico
Mão Santa pode até tentar alguma candidatura, mas ele encerra sua carreira política de modo melancólico, com menos de 10% dos votos – o que é uma coisa ruim demais para alguém que já foi um fenômeno.
O bom senso recomendaria uma definitiva distância dessas refregas eleitorais.
Aliás
Mão Santa vem de derrotas consecutivas: desde 2004 não ganha uma eleição. Perdeu três vezes a disputa pela prefeitura de Parnaíba – duas vezes com o filho e uma duas ele próprio – duas vezes o governo do Piauí (2006 e 2014), uma vez o Senado (2010) e uma vez a Prefeitura de Teresina, em 2004, quando sua esposa Adalgisa perdeu para Silvio Mendes.(Portalaz)
