A denuncia é grave. A coluna recebeu com pedido de reserva, a informação de que, tem suplente de vereador vendendo seu passe para partidos políticos em Teresina. No interior, a prática se estende também, a prefeitos e vices.
O preço varia de acordo com a quantidade de votos que o politico teve na última eleição. Em Teresina, um suplente acima de mil votos vale 100 mil reais. O negócio é bom para os dois lados.
O suplente tem a expectativa de ser eleito no novo partido. Já a sigla, ganha um escadinha que, se não se eleger, ajudará a legenda na eleição de outro candidato. Não há na legislação eleitoral brasileira nenhum dispositivo que caracterize crime a venda do passe político. (Autor: Pedro Alcântara)
EM TEMPO: EM PARNAÍBA ESTÁ EXISTINDO ALGO MUITO PARECIDO
