A Câmara Municipal de Parnaíba deverá receber, na
noite desta sexta feira, para participarem da sessão e darem explicações aos
vereadores, o Coordenador Regional da Agespisa, Cirilo Albuquerque e Marcos
Aurélio Santos, Coordenador de Controle e Qualidade da empresa.
noite desta sexta feira, para participarem da sessão e darem explicações aos
vereadores, o Coordenador Regional da Agespisa, Cirilo Albuquerque e Marcos
Aurélio Santos, Coordenador de Controle e Qualidade da empresa.
Eles atendem ao requerimento do vereador Carlson
Pessoa, aprovado por todos os demais, que pretendem saber o que vem ocorrendo
com a qualidade da água que está chegando às residências dos consumidores, bem
como as constantes faltas dágua que ocorrem em alguns bairros e geram reclamações
da população. O vereador Reinaldo Filho, inclusive, exibiu esta semana uma amostra do
produto, afirmando que iria solicitar do Ministério Público
uma providência, inclusive a análise da qualidade da água para se saber o seu
grau de contaminação.
Pessoa, aprovado por todos os demais, que pretendem saber o que vem ocorrendo
com a qualidade da água que está chegando às residências dos consumidores, bem
como as constantes faltas dágua que ocorrem em alguns bairros e geram reclamações
da população. O vereador Reinaldo Filho, inclusive, exibiu esta semana uma amostra do
produto, afirmando que iria solicitar do Ministério Público
uma providência, inclusive a análise da qualidade da água para se saber o seu
grau de contaminação.
Durante toda a semana foram várias as discussões e
questionamentos na Câmara a respeito da prestação de serviços da Agespisa para
com seus consumidores no Município, com destaque para a falta dágua na zona
rural, onde a empresa não tem feito nenhum tipo de investimento nos últimos
anos.
questionamentos na Câmara a respeito da prestação de serviços da Agespisa para
com seus consumidores no Município, com destaque para a falta dágua na zona
rural, onde a empresa não tem feito nenhum tipo de investimento nos últimos
anos.
Em audiência pública no ano passado, o diretor da
Empresa, José Dias, informou aos vereadores que o contrato assinado entre a
prefeitura e a AGESPISA limita apenas à zona urbana a prestação de serviços. “Este
diretor é um mentiroso”, disso o vereador e funcionário da empresa, Gerivaldo
Benício, para quem os investimentos e ampliações não ocorrem por falta de vontade política.
Empresa, José Dias, informou aos vereadores que o contrato assinado entre a
prefeitura e a AGESPISA limita apenas à zona urbana a prestação de serviços. “Este
diretor é um mentiroso”, disso o vereador e funcionário da empresa, Gerivaldo
Benício, para quem os investimentos e ampliações não ocorrem por falta de vontade política.
Vereador Bernardo Rocha na Escola Isaias P. Galeno
O vereador Bernardo Rocha denunciou no início da semana que na
comunidade Olho Dágua- zona rural- os alunos da Escola Isaias Pereira Galeno consomem água
com coliformes fecais, “porque o poço existente foi construído entre duas
fossas sépticas e é a mesma água que é consumida no posto de saúde do local”.
comunidade Olho Dágua- zona rural- os alunos da Escola Isaias Pereira Galeno consomem água
com coliformes fecais, “porque o poço existente foi construído entre duas
fossas sépticas e é a mesma água que é consumida no posto de saúde do local”.
Foi falado, inclusive, da possibilidade de ser
rompido o Contrato de Programa Para Prestação de Serviços de Abastecimento de
Água e Esgotamento Sanitário, renovado por 20 anos e assinado em dezembro de
2011 pelo então prefeito José Hamilton e o ex-presidente da AGESPISA, Raimundo
Neto Nogueira Lima. A vereadora Fátima Carmino questionou o fato de haverem
renovado um contrato por tanto tempo e nele não constar a obrigatoriedade de
ampliação da rede e de novos investimentos.
rompido o Contrato de Programa Para Prestação de Serviços de Abastecimento de
Água e Esgotamento Sanitário, renovado por 20 anos e assinado em dezembro de
2011 pelo então prefeito José Hamilton e o ex-presidente da AGESPISA, Raimundo
Neto Nogueira Lima. A vereadora Fátima Carmino questionou o fato de haverem
renovado um contrato por tanto tempo e nele não constar a obrigatoriedade de
ampliação da rede e de novos investimentos.

