O Ministério Público Federal instaurou Procedimento Administrativo para apurar os serviços que foram prestados pelo escritório de advocacia Guimarães, Amorim e Freitas Advogados Associados, comandado pelo advogado e presidente da OAB-PI, Wilian Guimarães, as prefeituras municipais no Piauí. Vai apurar também se houve licitação para a realização dos serviços.
A representação, feita pelo advogado Gerson Gonçalves Veloso, aponta que o escritório de Willian Guimarães, recebeu, ao longo dos anos de 2008 a 2012, das prefeituras piauienses incríveis R$ 6.082.139,00 (seis milhões, oitenta e dois mil, cento e trinta e nove reais), dinheiro para escritório nenhum botar defeito.
De acordo com a portaria “a representação indica, ainda, linhas de ações para a apuração, que consistiriam, basicamente, em se saber se há provas nos referidos escritórios de pagamentos dos correspondentes gestores municipais, já que muitos deles seriam defendidos na esfera eleitoral; que tipos de serviços teriam sido prestados pelos escritórios aos entes municipais; e, enfim, se teria havido licitação para a realização dos serviços cujo pagamento se listou”.
O procedimento foi instaurado pelo procurador da República no município de Parnaíba, Paulo Henrique Oliveira Castelo Branco, através da portaria PP n°011 – GAB – PAHOCB, de 15 de agosto de 2013.
De qualquer forma não pega nada bem para o presidente da seccional da OAB no Estado passar por esta saia justa.
Vamos aguardar os desdobramentos da investigação.
Outro lado
O GP1 ligou para o celular do presidente da OAB-PI, Willian Guimarães, mas estava fora de área. Em contato com a sede da instituição, a secretária de gabinete de Willian informou que ele está viajando para o interior.Gp1
