Por:Arimatéia Azevedo
Na próxima semana, centenas de milhares de jovens de todo o mundo devem ter um encontro com o papa Francisco, no Rio de Janeiro. A juventude, que é o futuro e o desafio da Igreja, vai ser ouvida em um evento de grande importância não somente para os católicos, mas para todos os que estão preocupados com os jovens – alvos fáceis das drogas, maiores vítimas do desemprego em todo o mundo.
Bem, se são vítimas, mas também representam a chance de se construir um mundo melhor, os jovens devem optar pela política como meio para uma transformação social que traga mais justiça social, respeito a meio ambiente, à diversidade cultural. Neste sentido, vale lembrar a conversa que o papa Francisco teve com jovens, no mês de maio, quando declarou que a política é um espaço privilegiado para o cristão exercer a caridade, pois a política deve visar ao bem comum. Por isso, Francisco prega que quando um cristão se omite na política porque não quer sujar as mãos, está ajudando aos que não se importam em sujar as mãos e fazer coisas ruins. Assim, os jovens devem, sim, enveredar pela política, ainda que seja preciso sujar as mãos, porque só se avança na política quando os homens de bem resolvem ocupar os espaços dos canalhas.
