Lacração segue cometendo crimes impunemente

A legislação é clara ao proibir discriminação e preconceito por raça, cor, etnia, religião etc, prevendo de dois a cinco anos de prisão a quem comete o crime. Ambiente lacratório e precedentes impunes levaram a Ânima Educação a abrir processo para contratação de novos professores com apenas dois pré-requisitos: título de mestre e cor preta declarada, excluindo sumariamente brancos, asiáticos e indígenas, por exemplo.

Escrito em português

O Art 4º da Lei 7.716/89 é específico ao citar pena de reclusão para quem “negar ou obstar emprego em empresa privada” pela cor da pele.

Preferência pode

“O crime ocorre quando, em vez de estipular preferência, excluem-se, currículos de candidatos pela cor”, informa o criminalista Danillo Souza.

Não é assim

Agora a caminho do brejo, a Magazine Luiza também adotou a prática discriminadora de recrutar trainees de uma cor para “corrigir” a História.

Surfando na lacração

Analista de Diversidade e Inclusão da Ânima Educação, Luiz Carneiro diz que “iniciativas como essa, têm sido cada vez mais prioritárias”.(Cláudio Humberto)

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