Lembrete aos xingadores pagos com dinheiro público: breve voltarão ao ostracismo e ao limbo

Primeiro agradecer aos amigos que comigo se solidarizaram hoje (3), em função de comentários desairosos assacados contra minha pessoa, por pessoas, algumas de má índole, apenas porque exerci o direito de me manifestar contrário ao governo municipal. Mas, se pensavam em me intimidar, não atingiram seus objetivos.

Não, não vou baixar a cabeça para a súcia que o Mão Santa (o velho caquético) paga, com dinheiro público, para tentar me intimidar. Sim, o Mão Santa que me convidou para fazer o programa eleitoral dele, em 2016, porque ninguém queria, por ele ter um tempo no rádio e Tv de apenas 35 segundo. Eu aceitei e fiz. Ele foi vitorioso. Depois, convidou-me para ser superintendente de comunicação do município, mas não me deu oportunidade de trabalho, conforme narrei em carta de demissão, pouco mais de um ano depois da posse. Eu sonhava em fazer um grande trabalho, mas fui tolhido porque tudo no governo deveria girar em torno da sua pessoa, da Gracinha e da dona Adalgisa. Portanto, não acho que estou comentando nenhuma ingratidão em ser oposição a este governo de mentira. Veja minha carta de demissão, de março de 2018.

Não, não vou baixar a cabeça e me juntar aos bandidos que são pagos para elogiar e xingar os opositores do governo. Não me interessa vida pessoal do governante. Interessa-me, isso sim, contestar o excesso de demagogia deste homem que deveria ser grato aos parnaibanos que lhe confiaram mandatos várias vezes mas que ele não respeita, quando xinga servidores públicos de preguiçosos, vagabundos e até de bosta já chamou membros da sua equipe.

Esse mandato também acaba, Mão Santa. Como outros já acabaram. E você com, sua turma, vão voltar ao ostracismo. Alguns votarão ao limbo, onde são deixadas as coisas sem valor e que são esquecidas. Mas, caso precise de mim, outra vez, se for para servir a cidade e não a você, estarei à disposição.

Para finalizar, a quem interessar possa: podem continuar falando da minha bebida, ou do excesso dela, como falavam do ex-prefeito Zé Hamilton, hoje um político respeitado que, em termos de votos, mete medo no próprio Mão Santa,  apesar de vocês. Podem me chamar de bêbado. Mas, a não ser que queiram pagar na justiça pela acusação, nunca haverão de me chamar de propineiro, 30%, cheirador de pó, maconheiro, estuprador, ladrão ou coisa que o valha. Vida que segue. (assinado: Bernardo Silva)

Em tempo: em momento algum quis me dirigir a músicos locais chamando-os de mequetrefes. Referia-me aos que se dizem músicos, trazidos de fora, pela turma do Mão Santa, e que disseminam o lixo musical. 

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