Marcelo Castro protesta contra decisão do presidente do Senado

O senador piauiense Marcelo Castro (MDB) não se conforma com a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), de só instalar a CPI do MEC depois das eleições de outubro. Pacheco e maioria dos líderes viram risco de contaminação das discussões e partidarização dos debates caso a comissão começasse a funcionar agora.

Senador Marcelo Castro (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

Adversário do governo federal, Marcelo Castro ficou indignado. Ele queria que a CPI fosse instalada agora e já começasse a funcionar, faltando menos de 90 dias para as eleições.

“A CPI é um instrumento essencialmente político, mas é um instrumento legal das oposições. Todos os governantes temem a CPI, ainda mais em ano eleitoral. Isso é evidente. Agora, não há motivo para deixar a CPI do MEC para depois das eleições. Uma investigação urgente e necessária sobre um escândalo, sem precedentes, que tomamos conhecimento no início deste ano, sobre denúncias de irregularidades no repasse de recursos da educação brasileira”, reagiu o senador.

Apesar do protesto de Marcelo Castro e outros opositores do governo federal que querem a CPI em plena disputa eleitoral, a decisão de Rodrigo Pacheco está tomada.(Gustavo Almeida)

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