
A menos de uma semana da chegada do papa Francisco ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, o risco de manifestações de rua e a preocupação com a segurança devem alterar a agenda do pontífice no Rio. Os responsáveis pela proteção ao papa no Brasil — Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Exército e Polícia Federal — discutem com a equipe do Vaticano alterações na programação para preservar a comitiva oficial e os fiéis que estarão na cidade.
A equipe teme que o pontífice fique retido no meio de uma manifestação. Estão em debate a suspensão de alguns compromissos e a troca de locais, com aviso aos convidados na última hora. Apesar da tensão com os iminentes protestos de rua, o Vaticano pretende evitar grande aparato militar em torno do pontífice. (Folha de S.Paulo –Marco Antônio Martins e Diana Brito)