MPF-PI ajuíza ação de improbidade contra Assis Carvalho e mais dez

O Ministério Público Federal no Piauí (MPF) ajuizou ação de
improbidade administrativa, com pedido de liminar e ressarcimento no
valor aproximado de quase sete milhões de reais, contra o deputado
federal Assis Carvalho, os advogados Alexandre de Castro Nogueira,
Zorbba Baependi da Rocha Igreja, Arlindo Dias Carneiro Neto, a
administradora Jeanne Ribeiro de Sousa Nunes, a oficial da Polícia
Militar Maria Elizete de Lima Silva, o farmacêutico Oswaldo Bonfim de
Carvalho, as empresas GERAFARMA DISTRIBUIDORA E REPRESENTAÇÕES LTDA,
SERRAFARMA DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS LTDA, E.M.M.MOTA –
DISTRIBUIDORA MLTMED, DISTRIMED COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA por
irregularidades praticadas na Secretaria de Saúde do Estado do Piauí
(Sesapi) entre 2009 e 2010.
A ação, ajuizada pelo procurador da
República Carlos Wagner Barbosa Guimarães, é um dos desdobramentos da
Operação Gangrena deflagrada pela Polícia Federal em novembro de 2012
para desarticular o esquema especializado em desvio de recursos públicos
do SUS, descentralizados para a Sesapi.
Os réus são acusados de
promover uma série de irregularidades na execução dos programas de
medicamentos do Estado do Piauí que iam desde a realização de licitações
viciadas até a deficiência no controle dos estoques e da distribuição
dos medicamentos.

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