“Não
posso mais aceitar que pessoas continuem sendo conduzidas dentro de vans, como
se fossem sardinhas numa lata”. A afirmação é do Promotor de Justiça do direito difuso e coletivo, Antenor
Filgueiras Lobo Neto, acrescentando que não aceita negociar sobre o tema e que se a
Prefeitura de Parnaíba aceitar será à revelia no Ministério Público.
posso mais aceitar que pessoas continuem sendo conduzidas dentro de vans, como
se fossem sardinhas numa lata”. A afirmação é do Promotor de Justiça do direito difuso e coletivo, Antenor
Filgueiras Lobo Neto, acrescentando que não aceita negociar sobre o tema e que se a
Prefeitura de Parnaíba aceitar será à revelia no Ministério Público.
Segundo ele, a prioridade é para que tenha dentro do
município ônibus e micro-ônibus fazendo as linhas do transporte coletivo e que
todos sejam adaptados à acessibilidade. “Temos hoje um número estimado de 20 a
25% da população, de pessoas com deficiência física ou com locomoção
prejudicada, provisória ou temporária. Como representante da lei, promotor de justiça,
fiscal do povo, não posso aceitar mais as vans no transporte alternativo. Estamos
lutando para que a prefeitura consiga, junto à Coopertranp( Cooperativa do Transporte
Alternativo), esse entendimento, porque as vans não dão condições de transporte
nem para quem é normal, imagine-se quem tem mobilidade reduzida”, ressaltou.
município ônibus e micro-ônibus fazendo as linhas do transporte coletivo e que
todos sejam adaptados à acessibilidade. “Temos hoje um número estimado de 20 a
25% da população, de pessoas com deficiência física ou com locomoção
prejudicada, provisória ou temporária. Como representante da lei, promotor de justiça,
fiscal do povo, não posso aceitar mais as vans no transporte alternativo. Estamos
lutando para que a prefeitura consiga, junto à Coopertranp( Cooperativa do Transporte
Alternativo), esse entendimento, porque as vans não dão condições de transporte
nem para quem é normal, imagine-se quem tem mobilidade reduzida”, ressaltou.
O promotor Filgueira disse ainda de sua intenção de
assinar um Termo de Ajustamento de Conduta(TAC), de modo que sejam resguardados
os direitos dos empresários que estão nesse ramo de atividade, mas “que sejam
também assegurados os direitos dos consumidores, que não estão sendo
respeitados”.
assinar um Termo de Ajustamento de Conduta(TAC), de modo que sejam resguardados
os direitos dos empresários que estão nesse ramo de atividade, mas “que sejam
também assegurados os direitos dos consumidores, que não estão sendo
respeitados”.