O copo de magoas de vice-governador Zé Filho poderá transbordar

Por: Dom Severino
“Nem às paredes confesso”. (Artur Ribeiro – S. Trindade)
O
sentimento que toma conta do vice-governador Zé Filho neste momento é
de magoa, de revolta e de ressentimento. Que se perguntado por um
repórter, ele negará peremptoriamente, porque negar em política faz
parte do jogo. Esse sentimento é tão intimo, que só a sua esposa poderá
ter acesso.
Esse
seu recolhimento à fazenda da família no município de Buriti dos Lopes é
uma atitude inteligente e veio em boa hora, porque ele foge do assedio
da imprensa,  que se não fosse evitado, poderia levá-lo a dizer coisas
que fatalmente ajudariam a entornar o caldo. 

Filho faria melhor negocio se aceitasse ser indicado para um cargo
vitalício no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Qual a vantagem que ele
poderá obter elegendo um deputado federal, que durante quatro anos, não
passará de um simples membro do ‘baixo clero’ da Câmara Federal?
Nenhum. Se fosse pelo menos a sua esposa a escolhida, ainda faria algum
sentido.
Uma coisa é certa: Ao final desse imbróglio ou impasse político,
Zé Filho não se sentirá feliz, porque, só o fato de ele se sentir
preterido pelo seu próprio partido é motivo suficiente para qualquer um
se sentir traído e rejeitado pelo seu grupo. 
A
chance de Marcelo Castro se eleger governador é a mesma que teria Zé
Filho. Para se eleger governador, basta poder usar o poder da máquina
governamental. Isso é o que faz a diferença.(Portalaz)

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