Nesta segunda-feira (29), o jornal O GLOBO traz uma matéria especial sobre as falhas no Sistema Nacional de Transplantes (SNT).
Esperando há 24 anos pelo transplante de rins, Marilene Pereira Guimarães, de 46 anos, conta que sua rotina e expectativas estão relacionadas com as quatro horas de sessão de hemodiálise que faz três vezes por semana. Com a perda de cálcio e de ferro causada pela hemodiálise, os ossos vão ficando fracos , comenta Marilene, que quebrou o braço direito quando caiu da cama e foi submetida a uma cirurgia. Ela também quebrou o fêmur e sua perna direita é oito centímetros menor que a esquerda.
O corpo vai se desintegrando e o transplante é um jogo. Quando o corpo não rejeita se ganha, quando há a rejeição se perde a vida’, diz ela, que mora em Teresina.Aquiles Nairó
Esperando há 24 anos pelo transplante de rins, Marilene Pereira Guimarães, de 46 anos, conta que sua rotina e expectativas estão relacionadas com as quatro horas de sessão de hemodiálise que faz três vezes por semana. Com a perda de cálcio e de ferro causada pela hemodiálise, os ossos vão ficando fracos , comenta Marilene, que quebrou o braço direito quando caiu da cama e foi submetida a uma cirurgia. Ela também quebrou o fêmur e sua perna direita é oito centímetros menor que a esquerda.
O corpo vai se desintegrando e o transplante é um jogo. Quando o corpo não rejeita se ganha, quando há a rejeição se perde a vida’, diz ela, que mora em Teresina.Aquiles Nairó
